Jornal Diário de Petrópolis



3 de setembro de 2010


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Archive for the ‘Cultura’ Category

‘Conhecendo a UFRJ’ em sua 8ª edição

Posted by cm On agosto - 18 - 2010 ADD COMMENTS

Projeto busca aproximar estudantes do Ensino Médio da vida universitária e da realidade de cada profissão
Amanhã ( 19) e sexta-feira (20), a UFRJ abre mais uma vez as portas para estudantes do Ensino Médio de escolas públicas e privadas de todo o Brasil com o projeto “Conhecendo a UFRJ”. O objetivo do evento é proporcionar aos alunos contato com o ambiente universitário a partir de atividades que envolvem graduandos, professores e técnicos da Instituição. Mais do que apresentar a universidade, a ação busca aproximar os vestibulandos de especificidades como as possibilidades de pesquisa e extensão, o mercado de trabalho e as opções de carreira que cada graduação oferece.
O credenciamento começará às 7h30, seguido de palestra de abertura às 8h30. Os visitantes poderão obter informações sobre os cursos da UFRJ em estandes monitorados pelos próprios universitários, através de fotos, vídeos, apresentações de trabalhos práticos e do diálogo direto. No estante da Escola Politécnica da UFRJ estarão expostos projetos da Engenharia Mecânica, como o aerodesign, minibaja e fórmula SAE.
Perguntas e respostas – Entre 10h e 17h, coordenadores e professores se revezarão em oito espaços para realizar palestras de apresentação e responder às perguntas dos futuros universitários. O diretor da Poli/UFRJ, Prof. Ericksson Almendra, ressalta que a característica mais marcante do evento é romper a barreira entre universidade e comunidade. “É uma oportunidade única e democrática de falar para milhares de estudantes em dois dias, muito mais eficiente do que peregrinar por colégios o ano todo. E, mais importante, os alunos que virão estarão muito, muito interessados nas palestras, nas informações sobre os cursos”, destaca o diretor, cuja palestra será realizada entre 10h e 11h30.
Neste ano, estão inscritas 272 instituições de ensino. A expectativa dos organizadores é que mais de 13.500 estudantes do Ensino Médio visitem a universidade ao longo dos dois dias. A boa notícia para quem ficou de fora é que, pela primeira vez, as palestras serão transmitidas em tempo real na internet através da página da Pró-Reitoria de Extensão (www.pr5.ufrj.br).
Haverá ainda atividades culturais para mostrar o que a universidade produz na área. Toda a programação do evento ocorre nas dependências da Escola de Educação Física e Desportos do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ, no campus da Ilha do Fundão.

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Intercâmbio na Poli/UFRJ bate recorde

Posted by cm On agosto - 11 - 2010 ADD COMMENTS

Apenas no segundo semestre, 92 alunos da Poli/UFRJ participarão de intercâmbios – Meta para os próximos anos é atrair mais alunos estrangeiros para o Brasil
Neste semestre, a Escola Politécnica da UFRJ vai enviar 92 alunos para programas de mobilidade acadêmica no exterior. Nos últimos dois anos, a Escola aumentou verticalmente seus números e hoje alcança uma importante meta: cerca de 20% dos alunos que se formam participaram de intercâmbios. Contando com forte incentivo da direção e apoio do corpo docente, a Poli/UFRJ está atualmente com cerca de 250 alunos brasileiros e estrangeiros ativos. Até o final do ano, mais de 500 estudantes terão passado pelo menos seis no exterior.
A Poli/UFRJ é responsável por grande parte dos convênios e acordos de cooperação existentes entre a universidade e instituições de ensino superior estrangeiras. No total, a UFRJ possui mais de 60 convênios vigentes e cerca de 15 novos em andamento, que serão assinados até dezembro deste ano. Além das parcerias individuais com universidades da Europa, Estados Unidos e América Latina, a UFRJ tem acordos com importantes grupos, como a Rede Magalhães, Paristech e Rede Mediterrânea de Escolas de Engenharia – que deve receber os primeiros alunos da Escola Politécnica no ano que vem.
Os estudantes da Escola podem escolher entre dois tipos de convênio: duplo diploma ou com validação de créditos. A primeira modalidade tem duração de dois anos e permite ao aluno receber, ao final do curso, o diploma da UFRJ e da universidade conveniada. Já no sistema de validação, o aluno estuda em escola parceira durante um período de seis meses a um ano e, posteriormente, valida os créditos obtidos no exterior. “Por enquanto, só temos programas de duplo diploma com a França, mas um acordo com o Politecnico de Torino, na Itália, já está em fase de conclusão.”, conta Rogério Santos, da Coordenação de Relações Internacionais da Escola Politécnica (CRI/Poli).
Os professores da Poli/UFRJ também possuem participação importante e essencial nos programas de mobilidade acadêmica financiados pela CAPES. A UFRJ dispõe de nove projetos BRAFITEC (França) – mais do que qualquer outra universidade brasileira. Além disso, existem três projetos FIPSE (EUA) e um projeto UNIBRAL (Alemanha), máximo permitido pela CAPES por unidade acadêmica.
Para o Prof. Ericksson, diretor da Escola Politécnica da UFRJ, as perspectivas para os próximos anos são as melhores possíveis. “A vivência no exterior é necessária para se formar um bom engenheiro. Hoje, qualquer empresa tem atividade transnacional. A UFRJ é uma das faculdades que mais envia estudantes para universidades estrangeiras. Em breve, no ritmo em que estamos, acredito que 25% dos formandos terão passado por nossos programas de mobilidade.”, estima o professor.
No entanto, o maior objetivo da Escola para os próximos anos, segundo o Prof. Ericksson, é aumentar o número de alunos estrangeiros dentro das salas de aula da Poli/UFRJ. “Em 2009 foram 74 alunos de países desenvolvidos em intercâmbio, sobretudo da Europa e dos Estados Unidos. A esses se somaram cerca de 40 alunos de países subdesenvolvidos, que aqui fazem todo o curso. Nossa meta é dobrar esses números em três anos”, garante, otimista, o diretor.

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Alunos da Uerj substituem trotes por ações sociais

Posted by cm On agosto - 10 - 2010 ADD COMMENTS

Por Marcelle Colbert
Há treze anos, os estudantes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) trocam os tradicionais trotes pelas ações sociais. O início deste semestre não foi diferente. Mais de mil novos alunos de diversos cursos de graduação participaram do programa Calouro Humano , aberto nesta terça-feira (10/8), no Teatro Odylo Costa, filho, no Campus Maracanã. Doze estudantes da Faculdade de Enfermagem deram às boas-vindas aos novatos no Espaço Cidadão e passaram informações sobre o combate à Aids, às hepatites virais e à dengue.
Para o reitor da Universidade do Estado, Ricardo Vieiralves, apresentar aos calouros o programa de prevenção da AIDS, hepatites virais e dengue, coordenado pelo professor de Enfermagem Marcio Tadeu Ribeiro Francisco é essencial para esclarecer dúvidas e aproximar os estudantes. Segundo Vieiralves, o Calouro Humano é um projeto bem-sucedido, que resulta em uma ótima experiência acadêmica para os novos e antigos alunos da Uerj, que recebe em média cinco mil estudantes por ano.
- Nós fizemos uma ação para mudar o trote violento, que estava se restabelecendo em muitas universidades brasileiras. Para isso, implantamos, desde 1997, uma série de atividades que visam à integração entre os estudantes, uma recepção calorosa para os novos alunos da instituição e a criação de laços de fraternidade entre todos os frequentadores da faculdade. Com essas programações culturais e educacionais, interrompemos o trote violento, estabelecemos um trote solidário e garantimos relações afetuosas entre os estudantes – explicou o reitor.
Depois do vestibular, Thayna Janaina Machado, de 18 anos, espera ansiosa pelo dia em que começará a frequentar as salas de aula da universidade estadual. A primeira lição que aprendeu foi durante a ação social. Estudante de Enfermagem, a jovem assistiu a uma palestra sobre a proposta da Uerj e recebeu preservativos, bandanas e cartilhas informativas sobre as doenças apresentadas nos estandes montados no evento. Para a caloura, a iniciativa é importante para receber os novatos, que passam a interagir com os veteranos e o espaço acadêmico.
- Eu gostei da proposta da universidade. Dá para conhecer mais a faculdade e os alunos antigos, que têm muito o que nos passar sobre a Uerj. O melhor é não ter que participar de trotes perigosos. Não fere fisicamente e mentalmente ninguém. Ao invés disso, os veteranos mostram a universidade e explicam como são as aulas, os trabalhos acadêmicos e os professores – contou Thayna, que volta ao campus na próxima semana para iniciar seu curso, mas já está familiarizada com o local.
A jovem aprovou a programação especial. Thayna Janaina aproveitou a oportunidade para aprender um pouco mais sobre a dengue. A estudante pretende levar para casa as dicas que recebeu no Calouro Humano para combater o mosquito Aedes aegypti. As noções básicas de como evitar o acúmulo de água em locais propícios para a criação do transmissor da doença, como latas, embalagens, vasinhos de planta e pneus, foram reforçadas pela equipe da campanha.
Integrantes do projeto de extensão Mulher, Samba e Saúde – formado por moradoras das comunidades da Mangueira, no Maracanã, e do Morro dos Macacos, na Tijuca – e bolsistas realizaram o atendimento no Espaço Cidadão. As causas e os sintomas da síndrome da imunodeficiência adquirida, a Aids, foram apresentados no evento. Os calouros também puderam conhecer os tratamentos do conjunto de infecções resultantes do dano ao sistema imunológico, causado pelo vírus HIV.
Amanda Elis Ramos e Thiago Medeiros Souza, ambos de 21 anos, cursam o 6° período de Enfermagem e fizeram questão de recepcionar os seus futuros colegas de profissão. No Calouro Humano , os estudantes ficaram responsáveis na divulgação das causas, sintomas e tratamentos da Aids. Para eles, o evento serve como uma prévia do que vão encontrar durante sua vida profissional. Segundo Thiago Medeiros, é uma maneira de enriquecer o currículo.
- Fazemos parte do projeto Veste Aids desde 2009. Este ano, surgiu a oportunidade de participar dessa iniciativa importante para que os calouros se sintam bem-vindos. Fora da Uerj, nós também atuamos durante o carnaval, no Sambódromo. Hoje, a nossa função é tirar dúvidas dos novos alunos da instituição, o que nos engrandecem como enfermeiros, já que nos proporciona contato com o público. Outro fato legal do encontro é que nos fornece dados sobre a carência informacional desse público – contou o estudante.
As hepatites virais também foram tema do evento de hoje. As doenças podem ser provocadas por várias causas. Existem hepatites de origem infecciosas, tóxicas ou causadas por lesões hepáticas. Em termos de saúde pública, as mais importantes são as virais. As mais frequentes são as hepatites A (VHA), B (VHB) e C (VHC). No encontro, os visitantes se informaram sobre como as enfermidades são transmitidas. O tipo A é causado pela ingestão de alimentos e água contaminados por fezes infectadas. Os vírus das hepatites B e C se dão por transmissão parenteral (por sangue) ou sexual.
Calouro Humano
A principal meta da campanha Calouro Humano é oferecer uma nova forma de confraternização, rito de passagem e acolhimento aos novos estudantes da Universidade do Estado do Rio. As atividades realizadas durante o evento estão, muitas vezes, ligadas aos conteúdos programáticos ministrados nos cursos de graduação da instituição. Os calouros que participam dos eventos recebem um certificado de participação, que pode ser registrado como atividade complementar no Boletim Acadêmico.

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Escritores acreditam em convivência do livro de papel com novas plataformas digitais

Posted by cm On agosto - 8 - 2010 ADD COMMENTS

Carolina Gonçalves/ABr
Paraty (RJ) – Coexistência é a expressão mais utilizada pelos autores que participam da oitava edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), no Rio, ao comentar o futuro do livro em papel e das novas plataformas digitais que permitem a leitura eletrônica, como o e-book.
O inglês Peter Burke, autor de mais de 30 livros – entre eles A Fabricação do Rei, Uma História Social do Conhecimento e, em parceria com sua mulher (Maria Lúcia Pallares-Burke), a obra Repensando os Trópicos: Um Retrato Intelectual de Gilberto Freyre -, acredita que o livro de papel ainda resiste por mais 30 anos, mas, em longo prazo, pode desaparecer como gênero literário.
“Como tantas inovações, isso tem o lado bom e o lado ruim. O lado bom é a acessibilidade e o lado ruim é a imaginação de crianças crescendo com a internet e lendo mais na tela que nos livros de papel. Eles vão ler de outro modo, diferente da minha geração. Para eles é fácil ler rapidamente para achar informações, mas lendo tudo na tela é muito difícil se entregar completamente à literatura. Para ler jornais, tudo bem. Para ler livros pequenos não há grande problema. Mas, não consigo ver alguém lendo na internet um livro como Guerra e Paz”, afirmou Burke.
O autor cearense Ronaldo Correia de Brito, que tem suas obras caracterizadas pela mescla do imaginário sertanejo e da cultura popular nordestina, acredita que há espaço para todos. “Quando surgiu a imprensa e o livro, foi disseminada a escrita, mas isso não acabou com a oralidade. As histórias continuaram sendo narradas. Da mesma forma, acho que o livro vai continuar existindo enquanto houver celulose”.
Da mesma maneira pensa o jornalista Sérgio Dávila, mediador de um dos debates promovidos pela Casa da Cultura. Ele acredita que assim como a televisão não acabou com o rádio, os meios eletrônicos não devem ser, por enquanto, vistos como uma ameaça ao livro de papel e destacou aspectos insubstituíveis como a portabilidade e “o prazer tátil que você tem ao ler um livro”.
Segundo Dávila, a crise mundial que atingiu a literatura nos últimos anos está sendo mitigada por dois fatores. “O mercado do livro está em ascensão, principalmente nos países emergentes como Brasil, porque tem toda uma classe C e D que está consumindo livro pela primeira vez na vida. Isso pelo lado do livro em papel, formato tradicional. Por outro lado, as editoras estão vendo uma possibilidade maior se abrir o uso das plataformas eletrônicas. Acho que essas plataformas vão conviver”.
Tiago Lacerda, que vive das ilustrações e quadrinhos e coleciona três publicações independentes, aposta que o livro é um elemento insubstituível. “O livro não vai acabar nunca. Um livro digital nunca vai substituir. O e-book não é a evolução do livro. O livro já chegou ao topo e o e-book, na verdade, tenta simular um livro. Não poderia ser evolução, se copia”.
O peruano Julio Villanueva Chang, editor da revista literária Etiqueta Negra e autor do livro de perfis Elogios Criminales, prefere não falar de futuro ou prever o que pode acontecer à indústria literária, mas lamenta que “jornais, revistas e impressos queiram se parecer mais com as páginas webs, twitters e redes sociais como facebook”. Segundo ele, o desafio dos escritores hoje é maior porque vivemos uma época de “crise universal de atenção, que tem a ver com uma transformação paulatina de como percebemos o mundo por meio da tecnologia. Estou te respondendo aqui e, ao mesmo tempo, ouvindo a música que está tocando e a mulher que está conversando na minha frente. Vivemos uma época em que todos querem falar e ninguém escuta”.

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Inscrições para o Enem 2010 terminam hoje

Posted by cm On julho - 16 - 2010 ADD COMMENTS

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Reforma ortográfica: vestibular e Enem serão provas de fogo

Posted by cm On junho - 10 - 2010 ADD COMMENTS

Por Charline Fonseca, do Núcleo Intranet
Se aprender Português já é difícil, reaprender parece uma tarefa quase impossível. Desde janeiro do ano passado, professores da disciplina têm conseguido incorporar ao dia a dia das salas de aula as novas regras promovidas pela reforma ortográfica com a ajuda de materiais didáticos e principalmente da internet. Em homenagem ao Dia da Língua Portuguesa (10 de junho), a subsecretária de Gestão da Rede e de Ensino da Secretaria de Educação, Teca Pontual, destaca as principais iniciativas que ajudam introduzir as mudanças no cotidiano escolar.

Segundo Teca, os docentes da rede estadual não têm encontrado resistência ou dificuldades por parte dos alunos, mas as grandes provas que atestarão se as novas regras foram bem absorvidas serão o vestibular e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), já adotado pelas universidades públicas como principal forma de ingresso.

– Contamos com o professor de Língua Portuguesa como embaixador da reforma ortográfica na sua escola, porque, provavelmente, quem leciona Física ou Matemática não tem essa prioridade. Estamos fazendo campanhas informativas esclarecendo que as novas regras serão cobradas já esse ano e os alunos serão prejudicados se a nova ortografia não for inserida em sua prática cotidiana, apesar de o prazo de transição expirar apenas em 2012 – afirma.

Para facilitar e incentivar a familiarização, a secretaria disponibilizou em seu site (www.educacao.rj.gov.br) e nos portais Conexão Professor (www.conexaoprofessor.rj.gov.br) e Conexão Aluno (www.conexaoaluno.rj.gov.br) conteúdos publicados por um jornal carioca de grande circulação e outros materiais que explicam as novas regras.

– Nossa pretensão é que o portal seja o maior veículo de comunicação da secretaria tanto com os docentes quanto com os estudantes, apesar de sabermos que muitos deles ainda encontram dificuldades em se adaptar à realidade digital. Mas estamos avançando e tornando acessíveis informações que acreditamos serem relevantes, num espaço dedicado exclusivamente a eles – enfatiza a subsecretária.

Apesar de não terem passado por capacitações especificamente voltadas à reforma ortográfica, os professores podem contar com o apoio da Casa do Educador, com pólos espalhados pelo Estado (onde antes funcionavam os Núcleos de Tecnologia Educacional), que oferece cursos de formação continuada. O maior investimento tem sido na qualificação para a utilização das novas tecnologias, principalmente a internet, no aprimoramento do ensino.

Segundo Teca, o objetivo é introduzir as competências e habilidades do século XXI na prática diária, dentro do conteúdo de cada disciplina para que os docentes saibam discernir que tipo de conteúdo pode ou não ser transmitido e como mediar a interação entre o aluno e toda ágama de informações disponível na rede.

Materiais que facilitam o ensino da Língua Portuguesa, como o Almanaque da Rede, que trabalha quatro gêneros de texto, incluindo mensagens para diversos meios digitais, como e-mail e programas de conversação em tempo real, são fortes aliados. Com tiragem de 100 mil exemplares, distribuídas a todas as 1.400 escolas dos 92 municípios do Estado, o livro também pode ser acessado pela internet no site www.almanaquedarede.com.br e conta com uma equipe exclusiva para tirar dúvidas e corrigir os textos dos estudantes. Os alunos do Ensino Médio maiores de 15 anos podem se cadastrar no jogo e concorrer a prêmios.

Teca destaca ainda a Olimpíada da Língua Portuguesa (www.escrevendoofuturo.org.br), promovida desde 2008 pelo Ministério da Educação, que, esse ano, tem como tema “O lugar onde vivo”, e premia 20 alunos e professores de todo o país com medalhas, computadores e impressoras. Além do Salão do Livro, realizado anualmente pela Secretaria de Educação, onde grandes editoras oferecem títulos – já adequados à nova ortografia – com desconto às escolas da rede estadual, garantindo a chance de incrementar salas de leitura e bibliotecas. Os professores também podem adquirir obras pagando 30% a menos, possibilitando que os livros sejam distribuídos aos alunos, em complemento ao currículo escolar.

– Acho muito positivo termos a oportunidade de aumentar a troca literária entre os países que falam Português. Como Secretaria de Educação, é nosso dever incentivar a leitura e ensinar nossos alunos dentro das regras vigentes. O salão é melhor oportunidade de proporcionar esse acesso – conclui Teca Pontual.

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Inscrições para o Sisu começam em junho

Posted by cm On maio - 10 - 2010 ADD COMMENTS

Amanda Cieglinski/Agência Brasil
Brasília – O Ministério da Educação (MEC) já definiu as datas de inscrição e como vai funcionar a próxima rodada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os alunos que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio 2009 (Enem 2009) e quiserem disputar vagas em instituições públicas de ensino superior deverão acessar o sistema no período de 10 a 14 de junho.

O MEC ainda não tem uma estimativa de quantas universidades e institutos vão participar do processo, nem de quantas vagas serão oferecidas. Ainda essa semana começará o período de adesão para as instituições interessadas em participar do Sisu. Para o primeiro semestre de 2010, 51 universidades participaram, mas nem todas fazem processos seletivos duas vezes ao ano.

Outra mudança prevista está no formato de inscrição. Na primeira edição, foram realizadas três etapas, mas agora em junho será apenas uma, com uma lista de espera para preencher as vagas que sobrarem em chamadas subsequentes.

O candidato terá direito a duas opções de curso. Se for selecionado para a sua primeira opção, o aluno será convocado para matrícula e sai automaticamente do sistema. Aqueles que forem chamados para a segunda opção poderão permanecer no Sisu para tentar a vaga mais uma vez na lista de espera.

Um dos objetivos dessa mudança é evitar o que ocorreu na primeira edição do Sisu, no início do ano: muitos estudantes se inscreviam para um curso, mas depois de selecionados não se matriculavam, o que acabou gerando sobra de vagas nas três etapas de seleção. Essas vagas foram preenchidas posteriormente por uma lista de espera.

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Municípios que não assinarem termo de adesão com MEC ficam sem livro didático em 2011

Posted by cm On abril - 14 - 2010 ADD COMMENTS

Amanda Cieglinski/ABr
Brasília – A partir deste ano, secretarias municipais e estaduais que quiserem receber as obras que são distribuídas pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do Ministério da Educação (MEC), terão que firmar um termo de adesão. O prazo termina em 31 de maio e até ontem (13) 2.237 secretarias tinham enviado o pedido ao ministério – pouco menos de 50% do total. Quem não formalizar o pedido não recebe os livros didáticos em 2011.
Até o ano passado, todas as escolas da rede pública recebiam o material, que era comprado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Em alguns casos, as redes de ensino podem optar por adquirir os livros didáticos de sua preferência. Segundo o diretor de Ações Educacionais do fundo, Rafael Torino, o objetivo da mudança é evitar o desperdício.
“Não havia um arranjo formal adequado do recebimento do material por estados e municípios. Nós adquirimos o livro, entregamos direto na escolas, mas em nenhum momento havia uma solicitação formal por parte dos secretários de Educação ou prefeitos. Isso acabou trazendo algumas situações complicadas de casos em que havia mau uso do material”, explica Torino.
Todos os anos, cada escola precisa escolher, entre uma lista de obras selecionadas pelo FNDE, os livros que pretende adotar. O processo é feito pela internet, a partir de uma senha que é enviada a cada unidade de ensino. A escola que não fizesse essa seleção recebia os livros que tinham sido mais pedidos em seu município. De acordo com Torino, cerca de 14% das escolas não escolhiam seus livros.
“E a gente não sabe se ela não escolheu porque não queria receber o livro ou se não conseguiu escolher a tempo, por exemplo. Mas a gente pode acabar mandando livros indesejados. Quando a escola recebe a carta do FNDE com a senha para selecionar as obras, muitas vezes se ela não tem interesse ela deixa de responder, mas continua recebendo o livro”, afirma.
A expectativa do FNDE é de que todos os municípios interessados irão enviar seus termos de adesão. Por dia, o fundo tem recebido em média 100 pedidos. O apelo é para que as secretarias de Educação fiquem atentas ao prazo. Quem não formalizar o termo de adesão fica sem os livros em 2011.
“A adesão ficará sempre aberta, mas depois do prazo as secretarias só receberão as obras das próximas edições do PNLD [a partir de 2012]. A gente precisa de um prazo para poder fazer o processamento e a aquisição do material. É necessário um tempo para a gente poder fechar quantas escolas, quantos alunos e quantos livros vamos comprar”, afirma.
As informações sobre as novas regras do PNLD e a lista dos municípios que já formalizaram a adesão estão disponíveis no site do FNDE (www.fnde.gov.br].

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ESCOLAS DO ESTADO RECEBERÃO CAMPANHA DE COMBATE À PEDOFILIA

Posted by cm On março - 26 - 2010 1 COMMENT

Agora é lei: as escolas públicas do Estado do Rio de Janeiro serão alvo de uma campanha de combate à pedofilia, com o objetivo de esclarecer e informar sobre os crimes relacionados ao abuso sexual de menores. É o que determina a Lei 5.673/10, de autoria do deputado Sabino (PSC), que foi sancionada pelo governador Sérgio Cabral e promulgada no Diário Oficial do Poder Executivo desta sexta-feira (26/03). “A Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aprovada em 1989 pela Assembleia Geral das Nações Unidas, define que os países signatários devem tomar ‘todas as medidas legislativas, administrativas, sociais e educativas’ adequadas à proteção da criança, inclusive no que se refere à violência sexual. Pensando nisso, apresentamos esta proposta, para funcionar como alerta a todos os profissionais de educação, pais e alunos”, afirmou Sabino.
A nova lei determina que as escolas do estado deverão ministrar palestras às Associações de Pais e Mestres e aos alunos. Também deverão ser organizados seminários e treinamentos aos professores e funcionários do Ensino Fundamental, para que seja feito um trabalho de prevenção, identificação e denúncia da atividade ilícita.

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Analfabetismo funcional atinge 28% da população brasileira, aponta indicador

Posted by cm On dezembro - 3 - 2009 1 COMMENT

Amanda Cieglinski/Agência Brasil

 Brasília – Cerca de 28% da população ainda podem ser classificados como analfabetos funcionais, enquanto somente 25% dominam plenamente o uso da língua. Essas são algumas informações apontas pelo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) 2009, divulgado hoje (2). O índice é apurado desde 2001 pela organização não governamental (ONG) Ação Educativa e pelo Instituto Paulo Montenegro (IPM).

O Inaf mede os níveis de analfabetismo funcional na população brasileira entre 15 e 64 anos, dividindo em quatro níveis: analfabetismo, alfabetismo rudimentar, alfabetismo básico e alfabetismo pleno. São considerados analfabetos funcionais aqueles que se encaixam nas duas primeiras categorias.

 Os dados apontam que houve uma melhora no índice de analfabetismo funcional. O Brasil tinha, em 2007, 34% de pessoas nessa condição, sendo que 9% eram considerados analfabetos e 25% tinham habilidades rudimentares de leitura e escrita. Em 2009, o percentual de analfabetos funcionais caiu para 28% – 21% possuem nível de alfabetização rudimentar e 7% são analfabetos.

 Há diversos conceitos para classificar o analfabeto funcional. Para a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é o indivíduo com menos de quatro anos de estudo completos.

 O estudo do IPM mostra ainda que ir à escola não é garantia de aprendizagem: 10% dos brasileiros que estudaram até a 4ª série são analfabetos e apenas 6% atingem o nível pleno de alfabetização. Entre os que cursaram ou cursam da 5ª a 8ª série, 24% ainda permanecem no nível rudimentar e apenas 15% podem ser considerados plenamente alfabetizados.

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