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  Colunistas
Fernando Costa
COLUNISTA

 

 

Milagres

 

Fernando Costa - jornalista

Ao deitarmos em merecido sono ou acordarmos repletos de planos e tarefas agradecemos ao Senhor, à mãe Santíssima e aos nossos Anjos e Santos guardiões pelo milagre de mais um dia, a vida. Nela se renovam as chances. O ontem ficou para trás. É passado. Deus é tão misericordioso que nos dá a cada instante a chance de nos renovarmos e de revermos nossos conceitos, preconceitos e nos abrirmos à reconciliação. Experiência, amadurecimento, perdão, amor, concórdia, saúde, paz, beleza, ar, chuva, sol, flores, frutos, fauna, água, natureza, cosmo, tecnologia, inteligência, a fome, a sede, a dor e a morte lustram nossas almas, são também milagres.  Senhor Vossa obra está diante de nossos olhos e nem sempre a percebemos. Vivamos, pois, em aprendizado e cumprimento de nossa missão terrena, depois, bem depois a plenitude, o céu. E por falar em milagres o Evangelho de Marcos  visto pelas lentes do historiador Robert Grant ao discorrer sobre o século I apurou que “é difícil achar qualquer grão não milagroso no Evangelho.” Em tênue mostra pelo menos 661 versículos das Sagradas Escrituras, 209 abordam os milagres. Em seu ministério Jesus não só pregou a chegada do reino de Deus, mas, demonstrou, por intermédio do mistério da cura e expulsão de demônios, dentre outros incontáveis prodígios e provas de sua misericórdia. Mateus 4.23 confirmou esses milagres que faziam parte normal do ministério de Jesus. Os judeus, à época, por mais hostis fossem o reconheciam como operador de milagres e exorcismo. Cristo deu a seus doze discípulos a mesma autoridade, ali estava demonstrada que o reino de Deus estava próximo o que se confirma em Mateus 10.7. Os setenta discípulos, narrados em Lucas 10.8-9, também, são confirmados nesse apostolado, assim como em Mateus 11. 22-28 evidencia a proposta redentora do Criador e a presença de sinais extraordinários. Ditos sinais não só eram destinados à Igreja, ao povo de Israel, mas, sobretudo, ao mundo a que glorifique ao Deus verdadeiro. Os milagres são um propósito missionário. Jesus disse em João 14.12  que aquele que n’Ele cresse não só faria as obras que Ele fez, mas, maiores que ele. Paulo em 1Corintios 13.10 nos esclarece que as manifestações milagrosas o “carismati” só desapareceria depois da vinda de Cristo glorificado. Cristo transformou a água em vinho, João 2.1-11, curou o filho do funcionário público, João 4.46-54, o paralítico no poço, João 5.4-9, o cego de nascimento, João 9. 1-41, alimentou 5.000 pessoas com 5 pães e 2 peixes, João 6.5-13, caminhou sobre altas ondas, ressuscitou Lázaro, pescou peixes, expulsou demônios, fez cessar a febre da  sogra de Pedro, curou leprosos, paralíticos, mãos aleijadas, curou o empregado do  oficial romano, ressuscitou a filha da viúva, acalmou a tempestade, curou a filha de Jairo e a mulher com hemorragia, o cego, o surdo-mudo, secou a figueira, tirou a moeda do peixe, previu a negação de Pedro, curou a orelha do soldado empregado do sumo sacerdote e mais, muito mais. Hoje Jesus não precisa nos mostrar esses sinais para que nele creiamos. Realiza em nós em cada fragmento da natureza sua obra infinita e a ele adoramos como o Nosso Senhor e Nosso Salvador e a Ele honra e glória eternamente.

 



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