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  Combustíveis

Petrópolis registra a terceira gasolina mais cara do estado, aponta ANP

Na última semana, apenas o óleo diesel teve variação negativa nos postos, segundo pesquisa da ANP

Foto: Pix Bay

 

Rômulo - especial para o Diário de Petrópolis

 

O preço dos combustíveis vem aumentando muito em 2021 em todo país – de acordo com o IBGE, 31,09% no ano. E essa uma tendência que também vem sendo observada em Petrópolis. No levantamento mais recente feito pela Agência Nacional de Petrópolis, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), apenas o óleo diesel teve variação negativa em relação à pesquisa anterior – todos os outros subiram.   

Petrópolis é a terceira cidade do Estado do Rio de Janeiro, com valor médio mais  caro da gasolina comum, com aumento de 0,13%, o preço médio é de R$ 6,824, mas pode ser encontrado por até R$ 6,99 na cidade.  A aditivada variou 0,08% e acumula aumentos – há postos vendendo por R$ 7,149 o litro. O etanol é outro combustível com sucessivas altas, muito próximo dos R$ 6 o litro no posto mais caro. Já o GNV ficou muito próximo da estabilidade em relação a semana passada. O gás de cozinha, por outro lado, ultrapassou os R$ 90 de preço médio, 0,78% acima em relação a semana anterior.

O óleo diesel comum teve preço médio R$ 4,688, uma queda de 0,23% em relação a semana anterior. A ANP pesquisou o produto em cinco postos de combustíveis da cidade, encontram variação de R$ 4,499 a R$ 4,899. É o nono valor mais alto entre os municípios do Rio de Janeiro que tiveram o levantamento feito pela Agência. Esse combustível é usado por veículos mais pesados, como ônibus, caminhões e máquinas agrícolas, fabricados até 2012.

Já o óleo diesel S10 é usado por aqueles fabricados de lá para cá – e foi esse produto que teve maior alta: 0,86%. O preço foi verificado em 14 postos, com média de R$ 4,757. Nas bombas, os consumidores podem encontrar esse combustível por R$ 4,549 e por R$ 4,999.

O preço dos combustíveis tem gerado um embate enorme entre Jair Bolsonaro e os estados. Nos últimos meses, o presidente tem cobrado governadores a reduzir o ICMS para reduzir o preço dos combustíveis. Nesta terça, 20 governadores – incluindo Cláudio Castro – divulgaram carta em que ressaltam que nenhum estado alterou alíquotas do imposto e, mesmo assim, o preço não para de escalar. Para eles, este é um "problema nacional" e que "Falar a verdade é o primeiro passo para resolver". A alta do dólar é apontada por especialistas do setor financeiro como o motivo principal do aumento. Como o país é importador de petróleo e o barril tem subido de valor este ano no cenário internacional, esse custo vai sendo repassado ao consumidor. Apesar disso, o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, afirmou na semana passada na Câmara dos Deputados que a empresa procurar evitar o repasse de oscilações pontuais dos preços internacionais.

 


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