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  Segurança

 Cinco mitos e verdades sobre a portaria remota em condomínios

Executivo da Peter Graber esclarece dúvidas sobre o recurso que ganha cada vez mais mercado nos condomínios das grandes cidades

 Imagem: Freepik

Quando se trata de espaços com grande fluxo de pessoas, a segurança está sempre em pauta. Em reuniões de condomínio, por exemplo, um dos assuntos mais debatidos atualmente é o uso de novas tecnologias, como a portaria digital. Para sanar dúvidas e auxiliar na decisão de síndicos e moradores, o CEO da Peter Graber, Leandro Martins, esclarece alguns mitos e verdades sobre o tema. 

  • A portaria remota causa desemprego. 

MITO!  Nem todo condomínio tem o perfil para implementação de portaria digital,  sendo assim, os dois modelos de portaria: física e remota vão coexistir por bastante tempo e ainda haverá espaço para a atuação dos porteiros. Além disso, o profissional pode fazer cursos e se atualizar para poder trabalhar também como controlador de acesso em empresas de portaria remota. Vale destacar ainda os empregos são criados sempre que uma nova tecnologia entra no mercado, nas áreas de produção, desenvolvimento, programação, entre outras. 

  • Podem haver falhas de equipamentos, internet ou energia elétrica. 

VERDADE!  Como em todo serviço eletrônico, podem ocorrer falhas no mecanismo ou na conexão. O ideal é que a empresa contratada ofereça precauções para driblar problemas dessa natureza. “Nossa central possui geradores de energia e temos mais de um provedor de internet. Ainda assim, se houver qualquer ocorrência do tipo no condomínio acionamos um técnico para estar no local em um prazo de até 40 minutos”, explica Martins. 

  • O operador remoto não conhece a rotina dos moradores o que aumenta a insegurança nas dependências do condomínio. 

MITO! Justamente o ponto frágil da portaria presencial é esta aproximação dos moradores e prestadores de serviços, já que a maioria dos assaltos em condomínios são realizados por criminosos que entram pela porta da frente.  “Geralmente, os assaltantes rendem o porteiro e abrem as portas, ou o próprio funcionário permite a entrada de pessoas com rostos familiares ou prestadores de serviço já conhecidos sem a devida triagem, aumentando muito a insegurança do local”, salienta o executivo. 

  • 4Sem porteiro o prédio fica desvalorizado o que dificulta a venda ou a locação de apartamentos. 

MITO! A comercialização dos imóveis com taxa de condomínio muito alta está cada vez mais difícil por conta da recessão econômica. A portaria digital diminui o valor da cota condominial, o que é um atrativo para moradores, compradores ou inquilinos. 

  • Os porteiros ajudam os moradores e pessoas portadoras de necessidades especiais. 

Verdade! No entanto, esse é um dos erros que colaboram com a insegurança no ambiente. O condomínio pode ter um funcionário para auxiliar nesses casos, mas tais funções não são do porteiro. “Se o responsável pela entrada e saída de pessoas se ausentar de sua posição para atender outras demandas a segurança do espaço ficará comprometida”, finaliza Martins.

Sobre a Peter Graber

Criada pelo empresário Peter Graber, pioneiro em alarmes monitorados no Brasil e fundador do grupo Graber que virou referência em segurança eletrônica no País a partir de 1980. A empresa oferece o que há de mais moderno e avançado em tecnologia de alarmes e portaria eletrônica no Brasil. Com serviços inovadores, tem como missão aumentar a segurança e tranquilidade que quem opta por viver em condomínio, por um preço mais justo e acessível. Para saber mais: www.graberalarmes.com.br

 



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