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  Exposição

Exposição interativa tem como tema o empoderamento

Obras trazem reflexões sobre aceitação e valorização da mulher

Leticia Knibel - especial para o Diário


 O Centro de Cultura da Faculdade Arthur Sá Earp Neto/FMP abre as portas para o público nessa sexta-feira (15) para a Exposição "Você não precisa se esconder". O espaço ficará aberto das 9h às 21h, de segunda a sexta-feira.

Com obras da artista plástica Helena Morani, a mostra, que celebra ainda o mês da mulher, tem como objetivo levar mensagens de amor próprio, aceitação e empoderamento feminino. "Esse trabalho visa conscientizar as mulheres  - homens também - a respeito das formas de violência cometidas contra nós e combater todas as formas de agressão, principalmente por meio da aceitação e empoderamento feminino, que servem como força para a superação", explica Helena.

A valorização da beleza individual e da força de mulher, a quebra de paradigmas, aceitação de limitações, combate ao machismo e o incentivo a ações de enfrentamento no cotidiano são temas abordados por meio das obras criadas pela artista.

- A inspiração para a composição do meu trabalho é bem pontual. Vemos sempre casos de violência e agressão contra mulheres, mas às vezes elas não conseguem enxergar que, por exemplo, estão em um relacionamento abusivo. Por meio das obras, sutilmente levamos mensagens, frases de conscientização para que todas possam perceber como são importantes e especiais. E nenhuma foram de agressão pode ser aceita - explica Helena.

Com a participação do curador, e também artista plástico, Claudio Partes e do coordenador de projetos da FMP/Fase, Ricardo Tammela, a exposição foi pensada pelos responsáveis com uma nova abordagem para o público, já que parte da mostra é totalmente interativa.

- Uma caixinha foi confeccionada para que as mulheres coloquem frases, pensamentos ou situações de vulnerabilidade que estejam passando, tudo de forma anônima. Depois abriremos essa caixa e faremos rodas de debates com as informações colocadas nos bilhetes. Além disso, parte das imagens são dispostas para que as pessoas tirem fotos com as palavras de aceitação e empoderamento - explica a artista plástica.

Para Ricardo, o empoderamento é o primeiro passo para que as pessoas rompam com um ciclo de agressão, seja física ou emocional. Ele destaca que o trabalho da Helena foi essencial para a proposta da faculdade na divulgação da campanha de combate a violência contra a mulher.

A inauguração oficial da exposição aconteceu na quinta-feira (14), quando completou um ano da morte da vereadora e ativista política Marielle Franco, além de defensora dos direitos humanos. "De certa forma a escolha da data foi uma feliz coincidência, muito importante para o desenvolvimento desse trabalho, tendo como homenageada uma mulher com grande representatividade em nossa sociedade e morta de forma brutal", conta Ricardo.

A mostra ficará em cartaz até junho e já poderá ser visitada pelo público a partir de hoje (15). A visitação é gratuita e ocorre de segunda a sexta-feira, das 9h às 21h, e sábado, das 9h às 18h. Vale ressaltar que rodas de debate serão realizadas durante toda a exposição, e também são abertas ao público.

 



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