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  Polícia

Polícias Civil e Militar realizam grande operação em combate ao tráfico de drogas do Bairro da Glória

 

As Polícias Civil e Militar desencadearam uma grande ação de combate ao tráfico de drogas, principalmente no Bairro da Glória, em Corrêas. O movimento mensal da quadrilha girava em torno de R$ 400 mil. A “Operação Cruzada”, para cumprir 17 mandados de prisão e 18 de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara Criminal de Petrópolis, teve início nas primeiras horas da manhã de ontem. Treze pessoas foram presas e um menor apreendido. Agentes da Subsecretaria operacional da SEAP, também participaram do trabalho.

Segundo o delegado Cláudio Batista, titular da 105ª DP (Retiro), quatro pessoas ainda estão foragidas. Uma delas se trata de um homem considerado foragido do sistema prisional desde o ano passado. Outros quatro homens já estavam presos, cumprindo suas penas em presídios do estado.

Nas buscas realizadas pelos agentes da Subsecretaria Operacional da Secretaria de Administração Penitenciária, nas celas dos quatro homens que já estavam presos, foram encontrados dinheiro, telefones celulares e anotações referentes ao movimento da organização. Na casa da esposa de um dos líderes do “movimento”, os policiais apreenderam dinheiro e um carro de luxo.

Os suspeitos vinham sendo investigados em um inquérito instaurado pela Polícia Civil  pelos crimes de tráfico de drogas e associação criminosa. As primeiras prisões, feitas por agentes do Serviço Reservado da PM com policiais da 105ª DP (Retiro), aconteceram no Bairro da Glória e no Samambaia.

 “O objetivo era desarticular a organização criminosa responsável pela distribuição e venda de drogas na comunidade do Morro da Glória. As investigações tiveram início ainda no primeiro semestre de 2018, quando traficantes passaram a rivalizar por conta do domínio de pontos de venda de drogas”, explica o delegado Cláudio Batista, que liderou a operação.

A disputa pelos pontos de venda de drogas já havia resultado, inclusive, na morte de integrantes dos dois grupos rivais. No decorrer das investigações desses homicídios, a Polícia Civil apurou a existência de uma organização criminosa estruturada, identificando as diretrizes de distribuição de droga e arrecadação de dinheiro passadas pelos principais líderes dos bandos, de dentro das unidades prisionais onde cumpriam pena.

“Porém, as diárias e bem sucedidas incursões de policiais civis e militares na comunidade garantiram um volume alto de apreensões, prisões e informações. Assim, ficou claro que o tráfico no local havia deixado de ser uma ação isolada de três ou quatro pessoas para passar a ser ramificação de uma estrutura maior, vinculada à facção criminosa responsável pela distribuição de drogas em grandes comunidades da cidade do Rio de Janeiro”, detalha o delegado.

Segundo Cláudio Batista, através de interceptação telefônica autorizada pela 2ª Vara Criminal, foi possível detalhar a dinâmica da organização, inclusive, com identificação de posições na hierarquia estrutural do tráfico no local e apurar um movimento mensal de aproximadamente R$ 400 mil, proveniente da venda do entorpecente.



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