Edição anterior (1845):
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
Ed. 1845:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1845): sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Ed.1845:

Compartilhe:

Voltar:


  Colunistas
Vida Militar
... e outros assuntos

 Eng. Mil. Jorge da Rocha Santos
amirp.petropolis@gmail.com

 


 ANIVERSARIANTES AMIRP – Novembro: dia 29 - Celeste Alice Guimarães César, Magda de Araújo Ferraz, Maria Alice Cavalcante da Silva Guimarães; dia 30 - Marco Aurélio Ribeiro, Antônio Carlos Strzalkowski. Dezembro: dia 1º - Norma Costa Couto Vieira; dia 2 - Elisabeth Ragazzi Silveira Affonso; dia 4 - Maria Helena Forster Serra, Olinda Tavares de Albuquerque, Suely Mesquita Muniz; dia 5 - Arnaldo Barbosa Clemente, Vera Jeronymo Rumayor, Luiz Henrique Dutra dos Santos, Juelício Pereira dos Santos.   A Coluna Vida Militar e a AMIRP parabenizam a todos desejando saúde e felicidades. (foto  - aniversariantes amirp)

 

NOSSA GENTE AMIRP – Associados da Associação dos Militares da Reserva de Petrópolis e da Associação dos Amigos do Nosso Batalhão durante encontro no Centro General Ernani Ayrosa, Itaipava.  Foto Ernani de Oliveira. (foto  – nossa gente)

 

 

 DITO POPULAR – “TERMINAR EM PIZZA” - O termo quer dizer que alguma coisa errada vai ficar sem punição e também teve origem no futebol, mais exatamente na década de 1960. Nessa época, um dos dirigentes do time paulista Palmeiras estava há 14 horas em uma reunião sobre assuntos do time quando a fome bateu e o encontro “sério” acabou em uma pizzaria.

Foi um jornalista esportivo, chamado Milton Peruzzi, que acompanhava a reunião pelo jornal Gazeta Esportiva, que usou a expressão pela primeira vez na manchete: “Crise do Palmeiras termina em pizza”. O termo passou a ser bastante associado à política em 1992, com o impeachment do ex-presidente Fernando Collor. (foto  – dito popular)

 

SUBMARINO “RIACHUELO” REALIZA TESTE DE IMERSÃO ESTÁTICA (Marinha do Brasil, 21 de novembro de 2019) - O Submarino “Riachuelo”, primeiro dos quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica em construção no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), foi submetido, com sucesso, no dia 20 de novembro, ao teste de imersão estática, procedimento decisivo para avaliação de suas condições de estabilidade no mar. O teste foi realizado na área sul da Ilha de Itacuruçá, a cerca de 4 milhas náuticas do Complexo Naval de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, local onde foi instalada uma boia ancorada ao fundo à qual o submarino permaneceu amarrado até seu retorno à superfície. Os testes em ambiente operacional do “Riachuelo” representam mais uma etapa relevante para o avanço do PROSUB, Programa aderente à Estratégia Nacional de Defesa. Ao contribuir para o fortalecimento do Poder Naval brasileiro, o PROSUB estimula o desenvolvimento do parque industrial nacional, asseverando também a elevada capacidade tecnológica absorvida pela Marinha na construção de submarinos de alta tecnologia. (foto  – submarino)

 

 

A MORTALHA DE SALADINO (Livro “Lendas do Céu e da Terra”, Malba Tahan) - O sultão Saladino, apelidado o Grande, conseguiu dominar a Síria, a Arábia, a Pérsia e a Mesopotâmia. Foi o maior guerreiro e conquistador da sua época. O seu poder e a sua riqueza eram enormes. Estava, todavia, plenamente persuadido da completa inutilidade das riquezas. Ordenou, no seu testamento, que se distribuíssem somas consideráveis entre os pobres a fim de que os beneficiados implorassem para ele a misericórdia de Deus. Mandou que a camisa ou túnica que tivesse de vestir na ocasião de sua morte,  fosse levada na ponta de uma lança através de todo o acampamento e à frente de seu exército, e que o soldado que a conduzisse parasse por intervalos e proclamasse em voz alta: "Contemplai o que resta do Imperador Saladino! De todos os Estados que conquistou, de todas as províncias que subjugou, dos tesouros imensos que acumulou. das riquezas reais que possuiu, só conservou, ao morrer, esta simples mortalha!" (foto    – Saladino)

 

 

 GUERRA HÍBRIDA (Cel. Eng. Mil Jorge da Rocha Santos) - O Dicionário Houaiss, em uma das definições de híbrido diz: “o que é composto de elementos diferentes, heteróclitos, disparatados”. Artigo publicado no “site” DEFESANET, em 30 de abril de 2015, por Frederico Aranha, Advogado e Historiador, diz que Roger Trinquier, Coronel do Exército Francês, foi um notável operador de guerra irregular.

Em meados dos anos 50, o alto comando francês ordenou à 10ª Divisão de Paraquedistas que ocupasse Argel (Argélia) com a missão de limpar a cidade dos terroristas que infernizavam a vida dos cidadãos e desestabilizavam a autoridade, praticando atentados com bombas, assassinatos seletivos, sequestros e extorsão. Trinquier planeja, organiza e opera o desmantelamento de toda a estrutura da FLN (Front Nationale de Libération) na cidade, mediante o emprego de métodos não convencionais de investigação e operação policial. Essa operação ficou plasmada em relatórios, estudos acadêmicos e militares, livros e filmes como “A Batalha de Argel”. Com base na sua intensa experiência de guerra irregular, identificou uma dicotomia entre a guerra praticada até a IIª GM, a que chamou de “guerre traditionale”, e a surgida posteriormente – guerra subversiva ou guerra revolucionária – a que denominou “guerre moderne”, na qual a vitória não resulta do choque de dois exércitos no campo de batalha.  A guerra é agora um sistema articulado de ações – política, econômica, psicológica, militar – que visa a derrubada da autoridade estabelecida no país e sua substituição por outro regime. É a chamada Guerra Híbrida,  um conflito no qual os atores, Estado ou Não-Estado, exploram todos os modos de guerra simultaneamente, empregando armas convencionais avançadas, táticas irregulares, tecnologias agressivas, terrorismo e criminalidade visando desestabilizar a ordem vigente. Várias guerras híbridas ocorrem atualmente: Afeganistão, Síria, Iraque, Venezuela, Chile, Bolívia, e inúmeras outras no continente africano. Todas, sem exceção, escoradas na voracidade da ânsia de poder, de uma hipotética teoria de igualdade social, se valendo do terrorismo, do assassinato, do vandalismo para destruir os alicerces econômicos das nações. Levam o pânico e a insegurança para as infelizes populações que sofrem a escassez de remédios, alimentos, combustíveis, destruição dos transportes, a fuga do capital, o êxodo de empresários, a debandada de cientistas. Em recompensa o povo recebe a socialização da miséria.

 (foto – guerra híbrida)

 

“O caráter de um homem faz o seu destino”.  (Demócrito)

 

 

 



Edição anterior (1845):
sexta-feira, 29 de novembro de 2019
Ed. 1845:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1845): sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Ed.1845:

Compartilhe:

Voltar: