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Diário Automóveis
COLUNA

 

 

 

Agora é lei: radares móveis de velocidade têm que ser visíveis

Foto: Divulgação Internet | Texto: Comunicação Social

A utilização de radares de velocidade estáticos, móveis ou portáteis, que não possam ser visualizados pelos motoristas é proibida no Estado do Rio. É o que determina a lei Nº 8619/19 que foi sancionada pelo governador do Rio, Wilson Witzel, e publicada no Diário Oficial do Executivo, nesta terça-feira (19/11).

O texto, de autoria dos deputados Rosenverg Reis (MDB), Gustavo Schmidt (PSL) e Dr. Serginho (PSL), estabelece que os equipamentos poderão ser utilizados de forma excepcional, em locais com grande incidências de ocorrências, com placas de sinalização ou com a viatura policial em local visível. A medida também diz que a instalação de radares de velocidade fixos deverá ser feita com base em estudos técnicos que amparem a necessidade do equipamento em determinada localização. Para os autores, o controle da velocidade não pode ser realizado através de ‘armadilhas’ ao condutor.

A lei ainda determina que o Detran-RJ deve publicar anualmente uma lista com a receita arrecadada com a cobrança de multas, bem como a sua destinação.

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Renault faz recall de Duster e Duster Oroch

 

A Renault realiza a partir de hoje recall de todas as versões de Duster e Duster Oroch para a verificação e/ou substituição do airbag do motorista. São 10.852 unidades (7.094 Duster e 3.758 Duster Oroch), envolvidas, fabricadas entre 14 de setembro de 2016 e 19 de junho de 2019.

Devido a uma não conformidade do airbag identificada pelo fornecedor da Renault, em casos de colisão poderá ocorrer a não abertura ou abertura ineficiente do componente, na qual em casos extremos pode ocasionar lesões graves e/ou fatais aos ocupantes. Não há registros de acidentes.

 A numeração não sequencial dos chassis envolvidos de Duster vão de HJ474607 até J600336, de KJ746823 até J797677 e de LJ002318 até LJ995785. Os chassis de Duster Oroch vão de HJ499387 até J589223, de KJ526365 até J799840 e de LJ002342 até LJ998632.

 A verificação e/ou substituição é realizada em até uma hora. O serviço é gratuito e deve ser agendado em uma concessionária Renault. Mais informações podem ser obtidas pelo Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), no telefone 0800 055 5615 ou pelo site www.renault.com.br.

 Para os carros com a fabricação em 2014, a Renault está convocando novamente os clientes envolvidos que não compareceram para a realização do recall do airbag lançado em 26 de janeiro de 2017.

 

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 Saiba quais os cuidados que se deve ter dirigindo na chuva

 

 

Depois de longo período de seca, as águas começam a rolar. Por isso, é preciso ter atenção redobrada na direção para enfrentar pistas escorregadias e trechos alagados

O início do período das chuvas é sempre um tormento para os motoristas, pois, depois de longa estiagem, as pistas ficam cobertas por uma traiçoeira camada de óleo. Com a chuva, ficam ainda mais escorregadias, aumentando o risco de acidentes. Mas é preciso ter cuidado também com aquaplanagem, trechos alagados e buracos escondidos pela água.

AQUAPLANAGEM As lâminas de água que cruzam as estradas podem fazer com que o carro perca o contato com o solo, deslizando completamente sem controle. O fenômeno acontece em velocidades mais elevadas (normalmente acima dos 70km/h), mas pode variar para menos, dependendo da largura e da profundidade dos sulcos dos pneus. Pneus carecas são um convite à aquaplanagem, pois sobem com mais facilidade sobre a camada de água, como se estivesse subindo em uma cunha.

Uma maneira de identificar o risco de aquaplanagem é observar pelos retrovisores as marcas deixadas pelos pneus: enquanto forem mais visíveis, as possibilidades são menores, mas quando ficam esmaecidas, o perigo é grande e o motorista deve reduzir a velocidade. Se o carro aquaplanar, não resta muita coisa a fazer. Como as rodas estão sem atrito, não adianta frear, acelerar e nem virar o volante, pois o carro não obedece a nenhum comando. Ao perceber a situação de deslizamento, a única recomendação é desacelerar, manter o volante em linha reta, segurando-o firme, e não frear.

 Ao atravessar um trecho inundado, é preciso manter o câmbio em primeira ou segunda marcha, passando devagar(foto: Jorge Lopes/EM/D.A Press)


CALÇO HIDRÁULICO O problema ocorre quando o veículo transpõe trechos alagados, pois o motor pode aspirar água ou ela entra pelo escapamento, chegando à câmara de combustão e ao interior dos cilindros. Quando o pistão tenta subir, encontra enorme resistência da água, que, diferente do ar, não é compressível, e assim as bielas empenam, resultando em calço hidráulico e travamento do motor. O reparo custa caro, pois o motor geralmente precisa ser aberto para brunimento de cilindros, revisão de cabeçote, conferência de pistãos, polimento no virabrequim e a troca da(s) biela(s), casquilhos, anéis, jogo de junta e, em casos mais graves, até do bloco.

Para fugir do calço hidráulico, evite passar por locais alagados, mas, se não tiver outro jeito, o motorista deve tomar muito cuidado. Engate a primeira ou segunda marchas, mas não acelere muito, evitando que a rotação fique elevada e a força de aspiração de ar pelo motor facilite a puxada da água pelo sistema de captação de ar para dentro da câmara e do cilindro e para fazer com que o volume de gás expelido pelo veículo seja suficiente para impedir a entrada de água pelo escapamento. Se o carro “morrer” durante a travessia, não tente religar o motor. Coloque o câmbio em ponto morto e empurre o carro até um local seguro.


MOLHADOS Depois de um trecho alagado, se você precisar parar, a batida é certa: os freios não funcionam, pois todos os seus componentes estão molhados e não existe atrito entre eles. Como resolver? Engrene uma marcha forte (primeira ou segunda) e rode por 30 segundos pisando fundo no acelerador com o pé direito e firme no pedal do freio com o esquerdo. O atrito entre as peças vai provocar calor, secando as pastilhas, discos, lonas e tambores.

ADERÊNCIA Com o piso molhado, a aderência fica muito reduzida. Por isso, o motorista deve evitar manobras bruscas ao volante, principalmente em velocidades elevadas. A dica é dirigir com suavidade e não acelerar em excesso.

 Se o pneu está desgastado, com sulcos menores que 1,6mm, o risco de aquaplanar aumenta significativamente(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)


CARECAS A combinação de chuva e pneus carecas é um convite a um acidente grave. Os sulcos dos pneus são os responsáveis pela drenagem da água, garantindo a aderência. Com o pneu liso, o veículo fica com a estabilidade reduzida e pode derrapar facilmente, até mesmo em curvas feitas em baixa velocidade. Rodar com pneus desgastados (com sulcos abaixo de 1,6mm) também pode render uma multa.

PALHETAS São componentes que devem estar em perfeito estado, principalmente na época de chuva. Depois de longo período de tempo seco, a falta de uso e a poeira fazem com que a borracha das palhetas fique ressecada, reduzindo a capacidade de remoção da água no para-brisa. E se isso acontece, a visibilidade do motorista fica comprometida. Por isso é bom conferir as palhetas, inclusive a do vidro traseiro, para evitar apertos sob tempestades.

 A borracha das palhetas deve estar em boas condições para remover a água do vidro(foto: Ford/Divulgação)

VISIBILIDADE Use o ar-condicionado para desembaçar os vidros na chuva. Se o carro não tem o equipamento, use a ventilação forçada, virando o fluxo de ar para o para-brisa na força máxima. Nesse caso, é bom ter sempre à mão um pano limpo ou uma tolha de papel para passar no para-brisa. Não esqueça do conjunto limpador/lavador dos vidros dianteiro e traseiro, além do desembaçador, que devem estar funcionando perfeitamente para garantir uma visão segura do trânsito.

FARÓIS Eles devem estar sempre regulados, com chuva ou sol. Principalmente no período chuvoso, o motorista não pode esquecer de acender os faróis também durante o dia. Ao parar em um posto, deve limpá-los, pois a sujeira reduz de forma significativa a sua capacidade de iluminação.

  

 
 

 

 

 

 



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