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  Saúde

Ambulatório do Hospital Alcides Carneiro intensifica atendimento para o teste da orelhinha

Avaliação é feita ainda na maternidade e estrutura de atendimento foi reformulada para acelerar os atendimentos de retorno

 
            O ambulatório do Hospital Alcides Carneiro tem atuado para a conscientização da necessidade do teste da orelhinha nos bebês. Par isso, intensificou o atendimento para a realização do primeiro exame em recém-nascidos e consultas de audiometria. Todos os dias a unidade funciona com horários disponíveis, a partir das 13h, para atender pacientes agendados e demandas espontâneas. O reforço visa garantir a realização do procedimento em bebês e dar celeridade aos pacientes de fonoaudiologia, para os exames de audiometria. O ambulatório reduziu em 100% a fila de espera por diagnósticos.

            “A rede de saúde pública do município busca cada vez mais dar celeridade no atendimento. A agilidade nos diagnósticos é de grande importância para os avanços nos tratamentos e para garantir a qualidade de vida dos pacientes”, destaca o prefeito Bernardo Rossi. Mensalmente cerca de 300 exames são realizados em recém-nascidos e cerca de 150 pacientes são atendidos para a avaliação audiométrica. A área fonoaudióloga do ambulatório atua integralmente para suprir a demanda para diagnósticos em crianças e em adultos.

            Nos atendimentos, a equipe alerta para a importância da obtenção precoce dos diagnósticos, fator imprescindível para o desenvolvimento dos bebês e recuperação dos pacientes de maior idade. “O atendimento ambulatorial é um reforço ao acompanhamento feito aos bebês ainda na maternidade. O quanto mais cedo identificar e tratar qualquer alteração na área auditiva melhor para as crianças”, destaca a secretária de Saúde, Fabíola Heck. Os bebês avaliados na maternidade, são automaticamente direcionados para o acompanhamento quando identificada qualquer alteração no primeiro teste da orelhinha.

            A pedagoga Dayana de Souza, teve seu segundo filho, o Pedro, na última segunda-feira (06.01) e no dia seguinte pela manhã, o bebê já tinha sido examinado. “Ficamos sempre preocupadas se está tudo bem com o bebê e com ele está tudo certo”, conta a mãe que foi orientada a retornar com o filho aos seis meses, para uma segunda avaliação. A fonoaudióloga Marcela Pfeiffer reforça a necessidade de atenção dos pais para realizar o acompanhamento dos bebês regularmente. De acordo com a profissional, 70% dos estímulos da criança é feito através da audição.

            “O exame avalia se há algum grau de surdez nos bebês. A audição é imprescindível para o desenvolvimento. Atualmente existem equipamentos e terapias para o tratamento”, destaca a fonoaudióloga, reforçando que o quanto mais cedo se diagnostica alguma alteração ou falta de audição, maior a chance de recuperação e menor a defasagem no desenvolvimento da criança.

Existem diversos tratamentos e procedimentos para que a criança se torne um ouvinte. Um dos métodos destacado pela profissional é o implante coclear, que associado à terapia, possibilita a recuperação da audição. “Mas esse procedimento tem que ser feito cedo, pois o implante feito aos 3 meses de vida tem resultados totalmente diferentes do que quando feito aos 3 anos de idade. Com três ano já influencia na recuperação da audição, impacta a fala, a interação social, o aprendizado, o desenvolvimento. Por isso a necessidade de não deixar de fazer esse acompanhamento”, salienta. Os atendimentos para a realização de audiometria são feitos para os pacientes a partir de cinco anos de idade.



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