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  Política

Antônio Brito rebate críticas sobre projeto para aumento de vereadores

Republicano afirma que parlamentares foram cobrados na questão

Wellington Daniel

O vereador Antônio Brito (PRB) rebateu a críticas que vem recebendo pelo projeto que pretende aumentar o número de vereadores na Câmara Municipal, de 15 para 21. Brito afirma que o projeto veio após cobranças externas, já que a cidade possui, segundo a última estimativa populacional do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), 306.191 habitantes.

- Nós, atores políticos da cidade, temos recebido constantemente e sido cobrados sobre o possível aumento de vagas na Câmara. Inclusive, depois que teve o último levantamento do IBGE que apontou a cidade com mais de 300 mil habitantes, se aflorou mais. Ao ponto de chegar a nossa mão, pedidos de cerca de 10 partidos – explicou.

A Constituição prevê que cidades com população entre 50 mil e 80 mil habitantes podem ter até 15 vereadores. De 160 mil a 300 mil, a Carta Magna aponta para o limite 21 parlamentares. Já para populações entre 300 mil e 450 mil pessoas, o apontado é que haja até 23 cadeiras na Câmara Municipal.

Questionado se o projeto vem para atender ao momento de indefinições da Câmara, sobre a posse de suplentes dos vereadores afastados, Brito afirma que a lei só entrará em vigor, caso aprovada, no próximo período eleitoral.

- Não pensei nesta questão, porque não teria nem como pensar. O projeto só valeria para as eleições do ano que vem. Até o dia 1º de janeiro de 2021, com lei ou sei lei, terá apenas 15 vereadores. E não trabalho pensando com corporativismo – afirmou.

Para o vereador, o projeto também aumenta a representação na Casa Legislativa, tanto de movimentos sociais, quanto de partidos políticos. Para Brito, também não haverá gastos extras, já que a estrutura seria compartilhada com os outros vereadores. Quanto à divisão dos gabinetes, diz que o projeto não prevê como será feito.

- Toda estrutura terá que ser compartilhada com mais seis vereadores que virão. O projeto ainda não prevê como seria a nova divisão de gabinetes. É algo que ainda será discutido após a aprovação. Até porque é uma questão administrativa – concluiu.



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