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  Geral

Ao contrário da gasolina, gás de cozinha é mais barato no Rio

Estado tem o menor valor da Região Sudeste, aponta Agência Nacional do Petróleo

Philippe Fernandes

 

Na semana passada, o Diário mostrou que o preço da gasolina chega a ser até 19% mais barato em estados vizinhos. Mas, se os impostos estaduais pesam no bolso do cidadão fluminense em escala maior do que nas outras Unidades da Federação, isso não acontece com o gás de cozinha. Em média, o preço do Rio é de R$ 63,81 pelo botijão de 13 quilos, valor bem abaixo do dos demais estados.

Na comparação com Minas Gerais, que tem o valor mais alto, a diferença chega a 8,5%. Em São Paulo, o preço médio é de R$ 67,81, 6,2% mais caro que o do Rio; e no Espírito Santo, o preço cobrado é de R$ 65,28, 2,3% supeiror ao daqui. Boa notícia principalmente para o petropolitano: na cidade imperial, o valor consegue ser ainda menor que o do Estado do Rio.

No município, o último levantamento foi realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) no dia 19, em sete unidades de quatro diferentes bairros. A média foi de R$ 62,83. O menor preço foi registrado em duas unidades: Reis & Chaves e Imperial Comércio e Transporte de Gás, que cobraram R$ 59,90 pelo botijão de 13 quilos. Em seguida, com preço semelhante, aparecem Bingengás e Rondon, do Quitandinha, ambas cobrando R$ 60.

Outras duas unidades oferecem o preço de R$ 65 pelo gás liquefeito de petróleo: AV Comércio de Gás, de Barra Mansa, e F&I, do Bingen. O valor mais caro registrado na última pesquisa da ANP em Petrópolis foi no PDR Gás, de Pedro do Rio: R$ 70.

Composição do preço

Em parte, o melhor preço do gás de cozinha no Estado, em relação à gasolina, pode ser explicado pela composição da tarifa. No caso do combustível para automóveis, o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que é estadual, corresponde a 39% do preço. No caso do gás de cozinha, o peso é de apenas 16%, diminuindo a diferença entre as Unidades da Federação.

O ICMS, inclusive, pode ser retirado do produto. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara Federal aprovou projeto que concede imunidade tributária para o GLP, inserindo o gás de cozinha na lista de itens que "não podem ser tributados". A proposta está em comissão especial, que analisa o mérito; e depois irá para plenário, onde precisa da aprovação de dois terços do Parlamento, em duas votações - por ser Proposta de Emenda Constitucional (PEC). Se passar na Câmara, a lei ainda precisa ser votada no Senado, também por duas vezes.



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