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  VIOLÊNCIA

Atendimento às mulheres vítimas de violência cresce 62% na cidade 

O Centro de Referência em Atendimento à Mulher (Cram) realizou em setembro deste ano 81 atendimentos, entre retornos e novos casos. Os números levantados pelo órgão, apontam que os atendimentos aumentaram 62% e mulheres que retornaram para a assistência, dobraram em relação ao mesmo período no ano passado. Os números mostram a confiança e segurança das mulheres que buscaram a assistência do Cram.

Este retorno das vítimas à assistência, é muito importante para que a equipe do Cram, que é subordinado ao Gabinete da Cidadania, possa acompanhar o caso desta mulher desde o aspecto psicológico até o jurídico. Isso mostra que as mulheres vítimas de violência doméstica se sentem mais confiantes para denunciar e seguras para pedir ajuda ao órgão, neste momento de extrema fragilidade. Na unidade, as mulheres contam com orientações jurídicas, acompanhamento social e psicológico e trabalha em parceria com toda a rede, além das delegacias de Petrópolis para atender a mulher em situação de violência – seja ela moral, verbal, patrimonial, física ou sexual.          

“Esses dados mostram o trabalho de qualidade que a equipe do Cram tem realizado em parceria com toda a rede, além das delegacias. Petrópolis cresceu com as assistências relacionadas as vítimas de violência doméstica. Hoje trabalhamos com o projeto Mulher 365 dias, onde vamos, principalmente nas escolas, conscientizar os jovens sobre violência contra mulher”, destacou a coordenadora do Cram, Cléo de Marco.

O Dossiê Mulher é levantamento que tem o objetivo de divulgar dados anuais levantados pelo o Instituto de Segurança Pública (ISP), dos principais crimes sofridos pelas mulheres no estado do Rio de Janeiro. Ele visa colaborar com a visibilidade da violência sofrida, ressaltando a importância ao combate desses crimes. O Dossiê 2019 apontou que, em Petrópolis, 35,5% das mulheres sofreram violência psicológica, 52,1% das vítimas variam entre 30 e 59 anos e como a média estadual, 52,7 % dos casos de violência doméstica aconteceram dentro da casa da vítima.

“Fazemos um trabalho de prevenção também nas escolas da rede, em parceria com o projeto “Nossa Aurora”, com a delegada Juliana Zieh, aliado a assistência oferecida pelo Cram começam a mostrar resultados estatísticos que este é o caminho certo”, disse presidente do Comdim e coordenadora do Gabinete da Cidadania, Anna Maria Rattes.

O Cram funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, na Rua Santos Dumont, 100 – Centro. É possível entrar em contato pelo telefone 2243-6152 ou, em caso de emergência, pelo número (24) 98839-7387. Outras formas de contato para a mulher que sofrer alguma violência é o Disque 180.

 



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