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  Polícia

Briga entre irmãos termina em morte no Morin

Autor foi preso em flagrante; ele responderá por homicídio qualificado

Uma briga de família terminou de forma trágica, na noite de segunda-feira (03), no Morin. Edir Soares Palutine, de 59 anos, foi assassinado com uma paulada na cabeça pelo próprio irmão, de 55 anos, dentro da casa onde moravam, na Rua Professor Eugênio Werneck.

De acordo com informações da polícia, o crime aconteceu por volta das 23h30 e, na ocasião, os dois estavam sozinhos em casa. Um policial militar morador nas imediações foi acionado após a ocorrência. O autor permaneceu no local até a chegada da polícia e foi preso em flagrante. A vítima não tinha filhos e, no momento, não exercia nenhuma atividade profissional.

Segundo a Polícia Militar, depois da agressão, o autor procurou outro familiar informando que Edir estava caído em casa. O outro irmão chegou ao local e encontrou a vítima completamente ensanguentada, com ferimento na cabeça. Na ocasião, o acusado relatou o ocorrido alegando que estava apenas se defendendo, pois estaria sendo ameaçado.

Além da Polícia Militar, peritos da Polícia Civil e o delegado André Prates, da 105ª Delegacia de Polícia, do Retiro, estiveram no local para investigar o crime.

O delegado André Prates contou que ao chegar no local encontrou a vítima já em óbito, com um ferimento profundo no crânio provocado por um pedaço de madeira. O autor admitiu o crime, deixando claro que estava sendo ameaçado de morte pelo irmão na ocasião, e que não havia planejado matá-lo.

- De acordo com as investigações, os irmãos viviam juntos e tinham histórico de desentendimentos. O autor do crime ainda admitiu que as brigas eram comuns entre os dois e que havia sido ameaçado de morte outras vezes pelo próprio irmão. Tal informação foi confirmada também por outros membros da família, que foram ouvidos pela polícia na data - relatou o delegado.

Prates destaca que duas perícias foram realizadas - uma na noite do crime e outra na manhã de terça-feira (04) - já que, em um primeiro momento, a falta de iluminação no local não permitiu que toda a análise fosse realizada de forma adequada, sendo necessária a ação da equipe novamente no dia seguinte ao assassinato. O objeto utilizado para matar a vítima foi encontrado na residência.

- Vale ressaltar que não há sinais de premeditação nesse caso. E o acusado responderá por homicídio qualificado, tendo decretada sua prisão preventiva no dia do crime. Ainda hoje o acusado será encaminhado para uma unidade prisão no Rio de Janeiro - concluiu o delegado.



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