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Candidatos ao Conselho Tutelar: prova eliminatória do processo eleitoral foi realizada no último domingo

 

A prova para o Conselho Tutelar foi realizada neste domingo (09) com 30 candidatos – quatro inscritos faltaram. A aplicação aconteceu na UCP (campus Barão do Amazonas). Esta é a etapa eliminatória dentro do processo eleitoral, que está marcado para outubro, quando serão eleitos os 10 integrantes do órgão. O gabarito foi publicado nesta segunda (10.06) e resultado da prova será divulgado no próximo dia 25.

Os candidatos tiveram que responder 50 questões sobre os dispositivos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Quem tiver índice de acerto menor que 50% não poderá participar das próximas fases do processo eleitoral. O gabarito está disponível no site da Fundação Dom Cintra (www.domcintra.org.br).

“Depois da prova, o próximo passo é a realização do curso preparatório com todos os órgãos que estão envolvidos com o trabalho do Conselho Tutelar, ou seja, os promotores, o juiz da Vara da Infância e da Juventude, os delegados, a Secretaria de Saúde, de Educação, enfim, todos que vão atuar de forma direta com aqueles que serão eleitos”, explica o secretário-chefe de Gabinete e presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Renan Campos.

Esse curso acontecerá no dia 6 de julho. Depois disso, haverá uma reunião entre os candidatos habilitados e a comissão eleitoral para que sejam apresentadas todas as regras da campanha e definição dos números com os quais eles vão concorrer. A campanha para pedir votos terá início em 22 de julho e a eleição está marcada para o dia seis de outubro.

Serão eleitos 10 conselheiros, sendo cinco com atuação no primeiro distrito e os outros nos demais distritos. O mandato será de 2020 a 2024. A eleição é aberta para todos que tiverem com a situação eleitoral regular junto ao Tribunal Regional Eleitoral.

A eleição deste ano é a primeira desde que entrou em vigor a lei federal que alterou a regra de recondução ao cargo. Antes, só era permitido uma reeleição – agora, não há mais essa restrição. A conselheira tutelar Marise Brand, por exemplo, está participando do processo eleitoral por causa dessa modificação. Ela está no último ano do segundo mandato consecutivo dela.

“Acho que a alteração tem um ponto positivo por permitir que, quem já está trabalhando no Conselho Tutelar e tem conhecimento de todas as situações, possa continuar a desenvolver o seu trabalho”, afirma Marise.



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