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  Campanha

CDDH precisa de doações para dar continuidade à campanha

Ação social já distribuiu 800 cestas básicas

Camila Caetano – especial para o Diário

Diante dos impactos que a pandemia causou na vida dos trabalhadores, sobretudo, dos mais vulneráveis, o Centro de Defesa dos Direitos Humanos (CDDH), que é referência nas comunidades, lançou a campanha “Unir Sem Reunir” no dia 17 de março. A ação solidária tem como principal objetivo buscar apoio e empatia da cidade, para que possa ser possível garantir o mínimo para a população em situação de rua e para as famílias com maior dificuldade financeira. Contudo, diante das necessidades urgentes das famílias, as arrecadações precisam continuar acontecendo, pois, além de tudo, a adesão a mesma impulsiona outros movimentos solidário.

De acordo com informações da organização, desde que a campanha teve início, a mesma já distribuiu cerca de 800 cestas básicas às famílias, além de lanche e suprimentos para a população de rua. O CDDH também informa que foi possível doar essa quantidade de cestas com a contribuição da população, e também de recursos provenientes de editais onde a instituição foi contemplada com meios do MPF e da Coordenadoria Ecumênica de Serviços, além do aporte de recursos dos projetos já executados pela Instituição com apoio financeiro da Cooperaxion e Misereor.

Daniela Linden, advogada do CDDH pontua sobre a questão.

 - Em meio a tantas incertezas durante a quarenta o CDDH percebeu a necessidade das comunidades em um auxílio imediato com alimentação. Modificamos toda nossa rotina de trabalho para atender às famílias que estavam necessitadas. Iniciamos a campanha de arrecadação de alimentos e já ajudamos mais de 800 famílias. Hoje, mesmo com a possibilidade do Auxílio Emergencial para algumas famílias, muitas continuam precisando de ajuda e os pedidos não param de chegar pro CDDH.  A colaboração de todos é muito importante – salientou.

O órgão ainda reitera que tais fatos como, a demora para a definição de políticas governamentais de suporte, e, inicialmente, com o recurso do auxílio emergencial sendo pago a apenas duas pessoas por famílias, enquanto em muitas casas moram seis pessoas, o benefício ainda tem que ser dividido com outras despesas familiares e, isso agrava ainda mais a vulnerabilidade que essas pessoas enfrentam. Além, a ajuda que a população recebe dos populares vem diminuindo a cada dia, em virtude da preocupação que os apoiadores sentem com a sua própria manutenção nestes tempos de indecisão quanto ao futuro do trabalho, e da economia diante da pandemia de coronavírus.

Outras informações e doações:

Doação em dinheiro:

Centro de Defesa dos Direitos Humanos

Banco do Brasil

Agência: 2885-1

Conta: 127599-2

CNPJ: 27.219.757/0001-27 

Doação de alimentos:

As mesmas podem ser combinadas pelos números:

(24) 98808-5220

(24) 98806-3049

(24) 99306-5878

(24) 99239-6264



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