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  Saúde

Centro de Saúde conscientiza sobre a importância do teste do pezinho

Unidade realiza ação alusiva ao Dia Nacional do Teste do Pezinho e alerta sobre o calendário de imunização

            Esta quinta-feira (06.06) será dia de conscientização no Centro de Saúde Coletiva, no Centro. Os profissionais da unidade estarão voltados para o Dia Nacional do Teste do Pezinho, comemorado nesta data. Na ocasião, será feito um alerta sobre a importância de se realizar o teste nos primeiros dias de vida do bebê e da mesma forma, de seguir o calendário vacinal das crianças. Para lembrar a data, estabelecida pelo Ministério da Saúde, cartazes informativos foram instalados pela unidade e os profissionais abordarão o assunto com os pacientes atendidos.

Na sexta-feira (07.06) as ações de conscientização continuarão com a abordagem sobre a importância de se manter o calendário de vacinação em dia. Nesse dia, entre as 10h e 14h, a ONG Abraços que Curam fará apresentação teatral com fantoches sobre o tema. “É importante conscientizar a população sobre os cuidados preventivos que podemos adotar para garantir a qualidade de vida e saúde das crianças. A rede pública oferece todo o suporte necessário”, destaca o prefeito Bernardo Rossi.

O teste do pezinho é considerado um dos exames mais importantes e deve ser realizado entre o terceiro e quinto dia de vida do recém-nascido. Através da análise, é possível se detectar possíveis problemas de saúde que, se diagnosticado com antecedência, há maior eficácia dos tratamentos indicados. A medida garante mais qualidade de vida e diminui a possibilidade de haver sequelas causadas pela doença.

Entre as doenças que se detectam com o teste do pezinho, estão algumas que podem afetar o sistema nervoso e alterações hormonais que podem afetar o desenvolvimento, como Hipotireoidismo Congênito, Fenilcetonúria, Hiperplasia Adrenal Congênita, Deficiência de Biotinidase, Anemia Falciforme e Fibrose Cística. O exame foi introduzido no Brasil na década de 70 e se tornou obrigatório em 2001.

“É importante as pessoas se conscientizarem sobre a importância de se fazer o teste do pezinho dentro do prazo indicado”, destaca a secretária de Saúde, Fabíola Heck. No primeiro quadrimestre, 1242 testes do pezinho foram realizados.

O teste é feito a partir da extração de gotas de sangue do calcanhar do bebê, sem oferecer dor ou riscos. Apesar da eficácia e rapidez do exame, é comum se identificarem crianças que não tenham passado pela análise. Segundo a enfermeira do Centro de Saúde, Verônica Clemente é comum atender crianças com três meses de vida que não fizeram o teste. O teste é oferecido gratuitamente na rede pública de saúde e se não realizado dentro dos primeiros 30 dias de vida, a obtenção do laudo é dificultada.

Todos exames colhidos em Petrópolis, são analisados pela Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do Rio Janeiro. Quando feito dentro do prazo indicado, ente três e cinco dias de vida do bebê, o material é depositado em filtros que são levados para avaliação. Após 30 dias, a coleta pela rede pública deve ser feita diretamente na instituição. “A coleta nos primeiros dias de vida é mais facilitada e principalmente, acelera a identificação de possíveis problemas de saúde. O quanto antes se identifica a doença melhor para a garantia da saúde da criança”, destaca a enfermeira.

Da mesma forma que se identifica a não realização do teste do pezinho, a enfermeira alerta para o não cumprimento do calendário vacinal. Verônica destaca que imunizações importantes devem ser feitas logo nos primeiros meses de vida. “No Centro de Saúde o teste do pezinho é feito junto coma vacina BCG e se a criança não é levada para o teste, ela também certamente não tomou a vacina. Essa vacina é importante para proteger a criança da tuberculose”, destaca a enfermeira.

Em Petrópolis a cobertura vacinal para a BCG em 2018 foi de 100,42%, maior que em 2017, que registrou 97,29%; ano passado 84,78% das crianças recebeu a dose da vacina contra poliomielite, em 2017 foram 75,52%;  a pentavalente, que previne difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningite foi aplicada em 84.34%, ante 75,06% de 2017; a pneumocócica, que oferece imunização para pneumonia, otite, meningite e outras doenças, foi aplicada em 76,91% das crianças em 2018, menos que em 2017, quando foram vacinadas 85,22%; em 2018, 81,17% das crianças foram imunizadas contra a doença meningocócica C, ante 79,3%; e a tríplice viral, que previne contra o sarampo, caxumba e rubéola, foi aplicada em 91,66% em 2018, ante 73,69%. “Os índices mostram aumento da cobertura vacinal, mas é necessário o trabalho constante de conscientização”, destaca a secretária de Saúde.



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