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  Cidade


 Claudio Castro, vice de Wilson Witzel, fala dos projeto para Petrópolis

Yuri Lima - yuri.lima@diariodepetropolis.com.br

O candidato a vice-governador Cláudio Castro (PSC), da chapa de Wilson Witzel, do mesmo partido, defendeu seus projetos de campanha e afirmou a importância do investimento na economia do interior. O atual vereador do Rio de Janeiro estava acompanhado de Hugo Leal (PSD), com quem disse que aprendeu muito sobre política.

- Me orgulho muito de ter aprendido com o Hugo, desenvolvido a capacidade de diálogo. Os pontos fortes dele são esses, além do diálogo, a abertura de portas. Não sendo alguém que busque os holofotes, mas alguém que busque o resultado – afirmou.

Além de político, Cláudio é cantor católico e afirmou que na igreja aprendeu valores que leva para toda a sua vida. Para Hugo, ele o candidato tem muitas características em comum.

- Eu enxergo nossos pontos em comum, como a política do bem comum, a política feita como doação e serviço. Na realidade a essência é essa. Muito que temos são as coisas em comum. O interesse é esta forma de fazer política – declarou.

Economia

Para o interior do Estado do Rio de Janeiro, na análise do candidato a vice-governador, é necessária uma variação na matriz econômica do Estado. Ampliando investimentos em setores potenciais de cada região.

- Pensamos que a salvação do Estado não está tanto na região metropolitana. Está mais no desenvolvimento do interior. Seguir o exemplo de São Paulo, onde existem regiões altamente produtivas. Como o Vale do Paraíba, a região de Sorocaba e Votorantim, Campinas e Valinhos, a região de Rio Preto, de Barretos. Cada uma com sua característica. Mas para isto você precisa de infra-estrutura, educação e saúde. O poder público chegando nestas áreas – afirmou.

Para o candidato, o investimento no interior evitaria a migração para a região metropolitana. Para a cidade de Petrópolis, são necessárias melhorias no escoamento e no preparo da mão de obra local. Cláudio afirmou que é importante investir na logística de todo o Estado do Rio de Janeiro.

- A proposta é aumentar a infra-estrutura de maneira geral. Precisamos olhar para as estradas, mas em nosso plano de governo também está o Rio Sobre Trilhos. A idéia é que no primeiro ano iremos fazer mil quilômetros de trilhos. Onde faremos um estudo sério para ver as áreas que receberão este investimento – afirmou.

Segurança

Para Cláudio, a ação de segurança no Estado do Rio de Janeiro tem que ser feita de uma forma completa, atuando desde a prevenção até a ação emergencial.

- Não existe uma política séria de fronteiras, você não combate a lavagem de dinheiro, você não combate o tráfico de drogas. Você só tem aqui a política de enfrentamento. O que o Witzel tem falado muito é uma política séria de controle de fronteiras, com tecnologia, para que possamos asfixiar o tráfico de drogas e a milícia, impedindo a entrada ilegal de armas – disse.

O candidato afirmou que são necessárias ações de prevenção e investimentos em educação, até mesmo o título de propriedade para os moradores de comunidades. Além disto, Cláudio afirmou que quando o candidato Witzel afirma que em último caso pode haver “abate”, ele está tratando de uma política de confronto, que deve ser evitada.

- O programa Comunidade Cidade é preventivo. Ele vai levar serviços públicos, educação, cultura e esporte. Além do investimento em escolas técnicas e universidades. A Escola Técnica é uma forma de prevenção. Você dá perspectiva para aquele jovem. Você não perde ele para o tráfico – afirmou.

Cláudio ainda destaca que existem informações falsas que afirmam que o candidato Witzel irá privatizar setores da educação, como universidades. Declarando que, na verdade, o programa de governo buscará mais investimentos para a educação pública.

Campanha

Na análise de Claudio o apoio do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL) foi importante para impulsionar o nome de Wilson Witzel nas pesquisas.

- Eu sempre tive a visão que essa eleição não seria feita de nomes, acreditava que seria feita de perfis. Alguns nomes conhecidos ficaram de fora e nomes de pessoas que nunca tinham perdido uma eleição perderam dessa vez. Quando eu vi o perfil do juiz Witzel, eu vi que ele tinha um perfil que era o que a pessoas clamavam neste momento. Enxerguei nele elementos que se encaixavam neste perfil – disse.

Outro fator que foi importante para impulsionar o nome do candidato do PSC, para Cláudio, foi à saída do candidato Garotinho (PRP) da disputa. Na análise do postulante a vice-governador, a rejeição do candidato foi transferida para o candidato Romário (PODE).

- As pessoas começaram a desacreditar nas pesquisas e votaram em quem elas realmente acreditavam – completou.

 O candidato foi convidado a fazer parte da chapa pelo presidente nacional da sigla, o Pastor Everaldo (PSC). Além disto, Cláudio diz que o próprio Juiz Wilson Witzel escolheu a dedo a sua nomeação.

- Eu fiquei muito surpreso. Como fui muito anos assessor, eu sou uma pessoa muito isenta de vaidade. Eu até achava, no começo, que alguma outra sigla pudesse agregar a chapa. Mas fiquei muito feliz, porque foi a minha trajetória que me fez ser chamado. Fiquei ainda mais feliz quando descobri que a minha nomeação veio de uma conversa do Witzel com sua esposa. Eles sacramentaram que tinha que ser eu – afirmou.



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