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  Estado

Coronavírus pode causar perda de R$ 30 bi ao PIB do Comércio e Serviços do estado do Rio de Janeiro, aponta IFec RJ

A maior preocupação dos empresários é a falta de demanda, que na próxima semana pode atingir 70%

Nos últimos dias, o estado do Rio de Janeiro e o Brasil estão passando por um período desafiador: enfrentar a disseminação do coronavírus (COVID-19) e ao mesmo tempo estabilizar a economia. Para analisar o momento atual, o Instituto Fecomércio RJ realizou uma pesquisa, entre os dias 17 e 18, com mais de 500 empresários, para avaliar a percepção do setor, que corresponde por 2/3 da atividade econômica do estado e representa 70% dos estabelecimentos fluminenses, gerando mais de 1,7 milhão de empregos formais no total.

O levantamento mostra que nos últimos sete (7) dias de enfrentamento ao coronavírus, empresários do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do estado do Rio observaram uma queda de 50% na demanda. Os problemas, que além da redução da demanda (75,5%) envolvem interrupção do abastecimento (19,5%) e falta de funcionários (17%), foram apontados por 66,2% dos entrevistados.

Para os próximos sete (7) dias, a preocupação aumenta. Aproximadamente 83,3% esperam ter problemas, ou seja, mais empresários vão passar por dificuldades. Para eles, a falta de demanda deve atingir 70%, percentual superior aos 50% registrados entre 16 e 20 de março. As principais dificuldades apontadas são a redução da demanda (72,8%), seguido pela interrupção do abastecimento (40,5%) e falta de funcionários (21,9%).

Caso a percepção adversa se concretize, e as restrições permaneçam por 30 dias, o PIB do Comércio e Serviços do estado do Rio de Janeiro deve sofrer uma perda em torno de R$ 30 bilhões no mês.

 

Sobre a Fecomércio RJ

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio RJ) é formada por 59 sindicatos patronais fluminenses e representa os interesses de todo o comércio de bens, serviços e turismo do estado. O setor reúne mais de 332 mil estabelecimentos, que respondem por 2/3 da atividade econômica do estado e representam 70% dos estabelecimentos fluminenses, gerando mais de 1,7 milhão de empregos formais no total, que equivalem a 64% dos postos de trabalho com carteira assinada no estado do Rio de Janeiro. Além disso, a Fecomércio RJ administra, no estado do Rio, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comércio (Senac).



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