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  Colunistas
Daniella Vita
COLUNISTA 
 

 

 

TOP STREET DANCE – 10 ANOS

O Programa Top STREET DANCE que começou em 3 de julho de 2010 com temas como: "bulling", "gravidez na adolescência" e "drogas" – contou com a parceria de várias escolas da rede pública de ensino e fez um enorme sucesso.  Ele era gravado no Teatro Afonso Arinos com 150 pessoas na plateia e exibido inicialmente na região serrana, hoje está em 53 cidades do interior do Rio sendo exibido aos sábado às 14h e segunda às 22h, pelo canal local 17. “O objetivo é estar em todos os estados do Brasil e voltar a ter auditório. Completar 10 anos no ar é a vitória de ver meu sonho realizado.” - diz Marcelo Cruz, criador, diretor e apresentador do programa.


 Marcelo Cruz

 

GARIMPANDO EMOÇÕES

O lugar é lindo! Fica em uma casa no centro de Secretário. Um pequeno bistrô num antiquário muito diferente mas bem aconchegante. Imagine um restaurante repleto de antiguidades, inclusive aquela cadeira do tempo da sua avó, cercado por mesas de vários estilos, onde você pode fazer uma refeição num prato de porcelana inglesa e tomar um vinho numa taça de cristal Bacarat que, se você gostar, pode comprar! Some-se a isso a simpatia e expansividade dos anfitriões Milene e Cláudio, música ambiente agradável, um cardápio que muda com frequência, para não cair na monotonia, um ótimo local para fazer e levar amigos.


 Claudio e Milene

 

Dani Vita Entrevista - Arnaldo Henrique Rippel

DV – Fale sobre você.

AR – Sou petropolitano, descendente de colonos alemães. Cursei residência de ortopedia no Hospital Santa Teresa, onde estou até hoje. Casado com Patrícia e pai de Julia e Edgard, sou apaixonado pelo tênis.

DV – Sua vida profissional, na arte e na cultura.

AR - Sou editor da coluna “Notícias do Tênis”, no Diário. Fui médico da equipe profissional do Serrano Foot-Ball Club, membro da Academia Petropolitana de Letras, Academia Brasileira de Poesia Raul de Leoni, Sociedade Literária dos Médicos Brasileiros, fundador do Clube de Poesias do Petropolitano. Com três livros de poesia lançados e participação em mais de uma centena de antologias.  Sou também sócio proprietário da Clínica TRAUMACENTER que esse ano completou 32 anos.

DV – Sua vida na música, como surgiu?

AR – Acho que foi quando nasci (risos). Sou presidente do Petropolitano Foot Ball Club há 15 anos...Sempre na luta para reerguer e fortalecer o maior Clube Social da Região. Com muito Orgulho, membro da Ala de Compositores da Portela desde 1998, tendo meu samba escolhido na Unidos da Tijuca em 2001 que foi apresentado na Marquês de Sapucaí.  Sou um dos fundadores da Escola de Samba Império de Petrópolis.

DV – O que tem a dizer sobre a quarentena?

AR - Essa quarentena que tornou-se noventena. Tão inesperada quanto preocupante, mostra para o mundo uma nova realidade com milhares de mortes, uma doença que preocupa e aterroriza. Já o nosso Petropolitano que ainda continua fechado, prepara-se para o futuro com muita Fé e Esperança de superarmos essa fase. Temos que aguardar a evolução das coisas e dos fatos e não podemos deixar de ressaltar que nosso Clube comemora 109 anos em julho.


 Arnaldo Rippel com Brasão da família



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