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  MPRJ

Defensoria cobra leitos para cirurgias

Prefeitura diz que vem trabalhando na ampliação de vagas

Jaqueline Ribeiro - especial para o Diário

Enquanto pacientes com covid-19 não encontram dificuldades para internação em leitos clínicos e UTIs na rede pública, cujos percentuais de ocupação estão em 39,29% e 19,67% respectivamente na cidade, pacientes que precisam da mesma estrutura para tratamento de doenças crônicas ou outras doenças não relacionadas à covid-19 vêm encontrando dificuldades por conta da falta de leitos. A questão é acompanhada diariamente pela Defensoria Pública, que busca solução para a demanda de pacientes que encontram dificuldade no atendimento na rede pública e recebe diariamente o mapa de leitos.

Questionada, a prefeitura informou que vem trabalhando na ampliação de leitos para o atendimento, tanto de pacientes infectados pela covid-19, quanto para portadores de outras enfermidades.  - No HAC, por exemplo, serão abertas ainda no início do próximo mês, 10 vagas de UTI na ala pediátrica que, momentaneamente, vão internar pacientes adultos, para suprir a demanda atual do município. Além disso, mais 15 respiradores foram recebidos esta semana pelo município para o fortalecimento de unidades de coronavírus e demais doenças - diz a prefeitura em nota.

Dados repassados à Defensoria Pública na manhã de quarta-feira (22.07) apontavam, por exemplo, no Hospital Alcides Carneiro não haviam leitos disponíveis para internação em  obstetrícia clinica; clinica médica masculina, clinica médica feminina, bem como para internação em unidades pós cirúrgicas. De acordo com o documento enviado pela Secretaria de Saúde à Defensoria, no HAC,  o setor de obstetrícia Clínica tinha ontem 19 pacientes internadas, dois leitos reservados, 14 leitos indisponíveis e nenhum disponível para receber pacientes. Já no setor de Neonatologia havia nove bebês internados na  UTI Neonatal e apenas um leito disponível;

O mapa de leitos mostra que no setor de Clínica Médica masculina havia nove pacientes internados, 18 leitos indisponíveis (sendo um covid-19) e nenhum leito disponível. Situação semelhante era verificada em relação a Clínica Médica feminina, onde  haviam  11 pacientes internadas, 17 leitos indisponíveis e nenhum disponível; Já a Unidade Pós-Cirúrgica do HAC tinha quatro pacientes internados, três leitos indisponíveis e nenhum disponível.

O documento mostra que hospitais conveniados ao município também registravam falta de leitos para alguns atendimentos, como por exemplo para pacientes crônicos do sexo masculino, UTIs adulto e cirurgias geral masculina e feminina.



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