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  Colunistas
Diário Automóveis
COLUNA

 

Pastilhas de freio: quando revisar e fazer a troca?

 

Assim como todos os itens que compõem o sistema de freios, a pastilha é fundamental para garantir a segurança dos motoristas e dos passageiros. A qualidade do produto e a manutenção correta são aspectos importantes para garantir a eficiência na frenagem. Mas como saber quando é preciso fazer a revisão e trocar o componente?

Raulincom Borges da Silva, coordenador de assistência técnica da TMD Friction, a maior fabricante de pastilhas de freio do mundo, detentora da marca Cobreq, dá dicas sobre o assunto.

Ruído

O ruído ao frear o veículo pode ser um sinal de que algo não vai bem, embora nem sempre interfira na eficiência da frenagem. Na dúvida, o ideal é fazer uma avaliação do estado das pastilhas de freio. Quando a espessura do material de revestimento sobre a base de aço da pastilha atinge um nível mínimo, o batente metálico pode entrar em contato com o disco de freio em movimento e provocar o barulho, chegando a danificá-lo.  Nesse caso, as pastilhas devem ser substituídas por novas.

Fluído de freio

Quando o nível do fluído de freio começa a baixar progressivamente é preciso verificar o que está ocorrendo. Se não houver vazamentos é provável que a pastilha de freio esteja desgastada. Então, completar o nível do fluído de freio sem avaliar as pastilhas, não é aconselhável.

Tempo para frear

Se perceber que o veículo está demorando para responder ao acionar o pedal de freio, ou seja, está levando mais tempo para parar do que o habitual, é hora de procurar ajuda de um profissional especializado na manutenção preventiva e na reparação automotiva.

Pedal

É preciso ficar atento se perceber que o pedal de freio está com folga ou afundando. A perda de sensibilidade do freio pode ser um problema sério e colocar em risco os ocupantes do veículo.

Quilometragem

O recomendando é fazer a revisão das pastilhas de freio a cada 5 ou 10 mil quilômetros rodados. Observar os prazos de revisão indicados pelo fabricante do veículo, prescritos no manual do proprietário, que já incluem a verificação dos freios.

O coordenador de assistência técnica comenta que a vida útil da pastilha de freio depende de diversos fatores, como estilo de condução, excesso de carga, estado dos pneus, condições da via e qualidade do componente. “Este último item é de extrema  importância, já que produtos de baixa qualidade ou de procedência duvidosa, além de ter uma durabilidade menor, podem colocar a segurança dos motoristas e passageiros em risco”, ressalta. Na TMDFriction, por exemplo, as pastilhas de freio Cobreq passam por testes rigorosos. O Centro de Pesquisa e Desenvolvimento utiliza o dinamômetro de inércia, um equipamento de simulação e medição em bancada para avaliação dos ruídos gerados durante a frenagem, bem como performance (nível de atrito) e durabilidade de pastilhas.

SOBRE A COBREQ

A Cobreq é uma das marcas do grupo TMD Friction, a maior fabricante de pastilhas de freio do mundo. A empresa desenvolve lonas, sapatas e pastilhas de freio abrangendo veículos das linhas leve, pesada e de motos. Localizada em uma área de 100 mil m², em Salto, interior de São Paulo, a fábrica representa uma das maiores unidades do grupo TMD Friction fora da Europa. Para mais informações, acesse www.cobreq.com.br. 

Sobre o Grupo TMD Friction

A TMD Friction, um grupo da Nisshinbo Holdings Inc., é líder global na fabricação de pastilhas de freio para a indústria automotiva. Também fabrica pastilhas de freio a disco e lonas de freio a tambor para aplicações em diversos tipos de veículos. Seu portfólio de produtos também inclui pastilhas de freio esportivas, bem como materiais de fricção para esse segmento. A TMD Friction atende ao mercado global de peças de reposição por meio das marcas Textar, Nisshinbo, Mintex, Don, Pagid e Cobreq, além de desenvolver e produzir revestimentos de fricção para a indústria sob as marcas Cosid e Dynotherm. O TMD Friction Group tem quatro plantas fabris na Alemanha, além de outras unidades na Europa, nos EUA, Brasil, México, China, Japão e África do Sul. O grupo possui mais de 5 mil colaboradores em todo o mundo. Para mais informações, acesse www.tmdfriction.com.

 

 

Não coloque em risco a saúde do motor


 Cláudio Moysés

Existem muitos produtos que são vendidos no mercado como líquido de arrefecimento, mas na verdade não passam de água com corante e podem conter elementos prejudiciais ao motor, portanto o consumidor precisa tomar alguns cuidados na hora de fazer a manutenção do veículo e comprar este item tão importante, que é responsável por manter o motor em temperatura ideal de funcionamento, entre outros benefícios.

É fundamental seguir a recomendação do manual do fabricante e utilizar somente produtos de origem confiável deste líquido, que é composto por água desmineralizada e aditivo à base de etileno glicol. Assim, o consumidor tem a segurança de comprar um produto que entrega a proteção adequada conforme especificação de uso e garante a preservação da vida útil do motor.

Algumas montadoras já trabalham com líquidos long life, que duram a vida inteira do veículo, então o motorista não precisa se preocupar em fazer a troca, a não ser que haja vazamento ou alguma contaminação do sistema. Já outras montadoras recomendam fazer trocas do líquido de arrefecimento, de acordo com quilometragem, a partir de produtos homologados.

Alguns brasileiros têm o hábito de completar o reservatório com água da torneira, o que é prejudicial, pois a composição da mistura deve conter água desmineralizada para proteger os componentes metálicos da corrosão e evitar a formação de incrustações, que podem causar entupimentos e, em consequência, superaquecimento do motor.

Assim, colocar água da torneira no circuito de arrefecimento põe em risco a saúde do motor, pois a água pode conter sais minerais como cloro, flúor e cálcio que, se acumulados em certas regiões do motor, aceleram o processo de oxidação e desgaste de partes metálicas e mangueiras. Em especial o cloro presente na água pode reagir com o alumínio das peças.

Se o consumidor completar apenas com água, a porcentagem da mistura também irá diminuir e perder eficiência, uma vez que um dos objetivos do etileno glicol é garantir que a água não evapore. Assim, a mistura perde capacidade de não evaporar, que é observada com a rápida queda de nível, além de perder as características de proteção do motor e das borrachas.

Geralmente, os painéis de instrumentos dos veículos alertam caso comece a baixar o nível e aumentar a temperatura. Se continuar em funcionamento mesmo com os alertas, o carro terá problemas com o superaquecimento do motor, como dano à junta do cabeçote, que pode demandar uma retífica ou a troca deste importante item avariado.

No Brasil, a certificação do líquido de arrefecimento ainda é voluntária, mas o mercado já apresentou demanda ao Inmetro para que esta seja regulamentada, com a finalidade de evitar que produtos piratas sigam em circulação no mercado.

Para não colocar em risco o patrimônio, a recomendação é que o motorista escolha sempre produtos avaliados e testados pelo Instituto da Qualidade Automotiva (IQA), que realiza uma gama de ensaios em líquido de arrefecimento, conforme as especificações das normas ABNT NBR, o que garante segurança ao consumidor.

Todo o trabalho é realizado em laboratório químico próprio, que está localizado no Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS), a 100 km de São Paulo. O laboratório possui equipamentos de última geração para realizar ensaios químicos em líquido de arrefecimento, assim como Arla 32, líquido de freios, baterias e pilhas.

O IQA é um organismo de certificação sem fins lucrativos especializado no setor automotivo, criado e dirigido por Anfavea, Sindipeças, Sindirepa e outras entidades do setor e governo. Parceiro de organismos internacionais e acreditado pela Coordenação Geral de Acreditação (CGCRE) do Inmetro, o Instituto atua em certificação de serviços automotivos, produtos e sistemas de gestão, assim como publicações técnicas, treinamentos e ensaios de laboratório.

* Cláudio Moysés é gerente geral de Qualidade da PSA Groupe e diretor-executivo do Instituto da Qualidade Automotiva (IQA)

 

Motoristas no Rio de Janeiro podem verificar previamente os itens fiscalizados na Operação Detran Seguro 

 

Com o fim da vistoria veicular anual obrigatória no Rio de Janeiro e o início da Operação Detran Seguro, os motoristas devem ficar atentos ao estado de conservação de seus veículos. Desde abril deste ano, o Detran está fiscalizando diariamente, nos moldes da Operação Lei Seca, sete itens obrigatórios nos veículos que trafegam pelas vias da capital e do interior do estado: pneus, lataria, vidros, placas de identificação, farol, comandos de seta e aferição de gases poluentes. 

De acordo com o levantamento do Detran, no período entre 8 de abril e 7 de agosto, as infrações mais comuns identificadas pela operação foram o mau estado de conservação dos veículos e a falta de licenciamento. Por isso, para não ser pego de surpresa e ter o veículo apreendido, em caso de irregularidades, é fundamental verificar os itens obrigatórios em um centro automotivo de confiança. 


Na Porto Seguro, os centros automotivos oferecem serviços especializados para automóveis a preços competitivos, incluindo manutenções preventivas e corretivas. Além disso, clientes Porto Seguro Auto podem realizar uma série de serviços gratuitamente, como rodízio de pneus, regulagem do foco dos faróis, troca de lâmpadas externas, prévia para inspeção veicular, entre outros que facilitam ainda mais o dia a dia do motorista. 

Clientes e não clientes da empresa contam também com uma estrutura que proporciona conforto e confiança em mais de 300 unidades de fácil acesso em todo o Brasil, que atendem cerca de 70 mil veículos ao mês e estão em constante expansão. 

Para saber mais informações sobre os Centros Automotivos Porto Seguro, acesse portoseguro.com.br/beneficios/centro-automotivo-porto-seguro.

 

 

 

 



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