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Diário Automóveis
COLUNA

 

 

Mudou o nome

Chevrolet confirma: sai Prisma e entra Joy Plus

Versão de entrada do sedã compacto da Chevrolet passa a ser vendida com a carroceria reestilizada em 2016, trazendo ainda novos itens de série e a opção de acabamento Black

EG Enio Greco –Poertal Vrum

 

 Chevrolet Prisma passa a se chamar Joy Plus e usa a carroceria reestilizada em 2016(foto: Chevrolet/Divulgação)

A General Motors confirmou o que todos já sabiam: o fim do nome Prisma para o sedã compacto da marca. Com a chegada da linha 2020 do Onix, o novo três volumes foi rebatizado de Onix Plus, mas o fabricante optou por utilizar a velha prática de manter a geração anterior como versão de entrada, porém, com nome diferente. Com isso, o Prisma passa a chamar Joy Plus, mas usa a carroceria que foi reestilizada em 2016, mais atualizada do que a que vinha sendo usada pela versão Joy do sedã compacto. Mas o modelo traz outras novidades. O preço sugerido é de R$ 51.290.


A ideia da General Motors é “aprimorar ainda mais a relação custo-benefício do modelo”, que está entre os mais vendidos no mercado nacional. De janeiro a setembro, o Prisma foi o quarto modelo mais emplacado no Brasil, com 65.415 unidades. Em seu segmento, mantém a liderança isolada, com volume de vendas bem maior do que Ford Ka Sedan, Hyundai HB20S, Volkswagen Voyage e outros.

 De janeiro a setembro, o Prisma foi o quarto modelo mais emplacado no Brasil(foto: Chevrolet/Divulgação)
 O sistema multimídia e o ajuste elétrico dos retrovisores são vendidos como acessórios(foto: Chevrolet/Divulgação)


No que diz respeito ao visual, o Joy Plus apresenta mudanças no capô, grade, faróis, tampa do porta-malas, lanternas e para-choques. Tem ainda a opção de acabamento Black, que inclui luz de posição diurna em LED, rodas de aço aro 15 polegadas com calotas escurecidas, maçanetas pintadas na mesma cor da carroceria, logo Chevrolet com fundo preto e moldura da grade e retrovisor em preto brilhante.


 Os bancos são revestidos com tecido e couro, 
sendo que o do motorista tem ajuste de altura
(foto: Chevrolet/Divulgação)

 


O interior do Joy Plus também traz algumas modificações. O acabamento do painel é diferenciado, e os bancos têm revestimento híbrido e regulagem de altura. A lista de equipamentos de série inclui ainda ar-condicionado, direção com assistência elétrica, transmissão manual de seis marchas e comando elétrico das travas e vidros. Já o sistema multimídia, o sensor de estacionamento traseiro e o ajuste eletrônico dos retrovisores externos são vendidos como acessórios. O motor é o 1.0 com potências de 78cv (gasolina) e 80cv (etanol), e torques de 9,5kgfm (g) e 9,8kgfm (e).

 O farol tem apenas um projetor, mas traz luz diurna de LED(foto: Chevrolet/Divulgação)
 A tradicional gravata, símbolo da marca, recebe acabamento em preto brilhante(foto: Chevrolet/Divulgação)


A GM informa que o sedã de entrada Joy Plus passa a ser produzido na fábrica da de São Caetano do Sul (SP), onde já é montado, entre outros modelos, a versão hatch do Joy. O Joy Plus chega às concessionárias Chevrolet a partir deste mês em seis opções de cores: branco summit, prata switchblade, vermelho chili, cinza graphite, preto ouro negro e a nova cor azul blue eyes.

Equipado com motor 1.0, o novo Joy Plus tem preço sugerido de R$ 51.290

 

ARTIGO - Rota 2030, híbridos e novos motores


 Eduardo Tomanik*

primeiro veículo híbrido com motor flex do mundo. Em paralelo, o mercado brasileiro se adequa ao programa governamental Rota 2030. Tanto para atender suas exigências quanto para fazer bom uso das isenções fiscais e alavancar P&D automotivo no Brasil.

 

Esse cenário e a relevância do tema devem estimular a engenharia a discuti-los ante as tendências mundiais de propulsores muitas vezes baseadas em conveniências diferentes das nossas. Qual seria a melhor tecnologia para um país de dimensões continentais, desigualdades estruturais e farto em variadas fontes de energia como o nosso? Que implicações haveria a partir da definição de uma única solução? São tão diversos quanto importantes os aspectos que podem influenciar essa resposta. Dentro deste cenário, os principais temas serão discutidos no Simpósio SAE BRASIL de Powertrain, de 4 a 5 de novembro, em Sorocaba, São Paulo, e que destaco aqui.

Motores e lubrificantes de veículos híbridos. Embora o motor seja muito parecido com o de um veículo convencional, seu uso deve ser bem diferente já que as baixas rotações e cargas serão motorizadas pelo motor elétrico, cabendo ao de combustão interna sair do desligado/frio a um regime de alta solicitação. Ao lembrar que a viscosidade do óleo a 25°C é quase 10 vezes maior que a 90 °C (habitual para o óleo num veículo convencional, dá para prever que novas soluções serão exigidas para um bom funcionamento do motor de combustão no seu uso em veículos híbridos. Vale lembrar a entrada de novos lubrificantes, como os SAE 0W-16, que chegam por aqui.

Rota 2030. O extinto Inovar Auto acelerou a introdução de motores 3 cilindros, blocos de alumínio, uso de turbocompressor etc. O atual programa Rota 2030 deve trazer mudanças semelhantes e muito mais abrangentes, já que cobre não só as montadoras, mas toda a cadeia de fornecedores. O que podemos esperar? Desafios, oportunidades e inovação.

Manufatura avançada. Pilar para o aumento da competitividade brasileira, tanto internamente quanto para aumentar a exportação, a manufatura avançada, a indústria 4.0 e a manufatura aditiva, não podem ficar fora desse contexto. Estamos falando aqui também das novas competências e habilidades que a evolução tecnológica requer para que os profissionais possam lidar com o crescimento exponencial do volume de dados no espaço cibernético gerados por ela, que transformam a tomada de decisões nas organizações. Falamos de grandes mudanças, de uma cultura totalmente nova de aprendizado em relação à que conhecemos até hoje. De uma transição que requer a formação de futuros profissionais e a requalificação dos atuais nessa nova cultura.

Emissões é outro tema que não pode faltar na discussão tendo-se em vista o que vem pela frente: “Real Drive Emissions” (RDE), maior controle sobre emissões a frio do etanol, como medir, como controlar?

Esses e outros assuntos que desafiam a engenharia serão debatidos no 17º Simpósio SAE BRASIL de Powertrain, que reunirá profissionais em apresentações simultâneas dedicadas a motores ciclo Otto e sistemas de transmissões.

  • Eduardo Tomanik é doutor em engenharia mecânica e membro da Comissão Técnica de Motores Ciclo Otto da SAE BRASIL

 

 

Grupo Renault introduz hidrogênio em sua gama de veículos utilitários

 

 

A Renault está ampliando a autonomia dos seus veículos utilitários com o uso hidrogênio. Testada desde 2014, a tecnologia de hidrogênio do Grupo Renault foi desenvolvida em parceria com a Symbio, subsidiária do Grupo Michelin. Os veículos são equipados com uma célula de combustível que prolonga a autonomia, garantindo uma potência elétrica e térmica de 10 kW, o que aumenta a autonomia do Renault MASTER Z.E. Hydrogen e do Renault KANGOO Z.E. Hydrogen para mais de 350 km. Outra vantagem do hidrogênio é o tempo de recarga, de apenas 5 a 10 minutos. O hidrogênio permite atender as necessidades de profissionais ainda não contempladas pelos veículos elétricos, principalmente para viagens de longa distância.

 Com lançamento previsto para o 1º semestre de 2020, o Renault MASTER Z.E Hydrogen vai triplicar sua autonomia, passando de 120 km para 350 km*, disponível nas versões furgão (2 versões) e chassi-cabine (2 versões). Equipado com 2 tanques de hidrogênio localizados sob a carroceria, o veículo vai oferecer ainda mais versatilidade sem restringir o volume de carga, de 10,8 m3 a 20 m3, com um adição de peso de 200 kg.

Até o fim de 2019, o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen oferecerá a melhor autonomia real entre os furgões compactos elétricos do mercado, com 370 km* (vs 230 km no ciclo WLTP com o Kangoo Z.E.). Oferecendo um volume de carga de 3,9 m3, com um adicional de 110 kg, este veículo deverá estar disponível na França pelo preço de 48.300 € sem impostos (incluindo a compra da bateria e sem contar os bônus ecológicos).

 “O Grupo Renault completa sua linha de veículos utilitários elétricos com o lançamento do Renault MASTER Z.E. Hydrogen e o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen. Com eles, os clientes profissionais terão toda a autonomia necessária para os trajetos de longa distância e um tempo de recarga recorde. Mas os benefícios vão muito além, pois o Renault MASTER Z.E. Hydrogen e o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen poderão rodar com uma energia a cada dia mais descarbonizada, respeitando o meio ambiente e oferecendo todo o conforto de condução da motorização elétrica”.

Denis Le Vot, diretor da Aliança – Divisão de Veículos Utilitários Renault-Nissan

Os veículos elétricos movidos a hidrogênio funcionam com uma célula de combustível, que combina o hidrogênio de seus tanques com o oxigênio do ar, para produzir eletricidade visando alimentar o motor elétrico. A principal vantagem é que estes veículos respondem aos novos desafios ambientais e de mobilidade urbana. Além disso, oferecem maior autonomia, uma recarga mais rápida com o hidrogênio (de 5 a 10 minutos) e facilidade de manutenção. Estas vantagens fazem dos veículos utilitários elétricos movidos a hidrogênio adaptados às exigências e usos intensos dos clientes profissionais nos grandes centros urbanos e nas periferias, se tornando ideal para um uso em serviços de transporte e logística, serviços públicos municipais e estaduais, entrega rápida ou especial, entre outros.

 Sempre atento ao mercado, com o Renault MASTER Z.E. Hydrogen e o Renault KANGOO Z.E. Hydrogen o Grupo Renault deseja oferecer uma solução complementar sob medida para os clientes profissionais Renault Pro+.

 *pendente de homologação no ciclo WLTP

 
 

 

 



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