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  Automóveis
Diário Automóveis
COLUNA

 

 

Confira os 10 modelos mais vendidos do Brasil em outubro

Mercado interno fechou o mês com 215.044 unidades licenciadas, elevação de 3,5% sobre o mês anterior, mas com retração de 15,1% em relação a outubro do ano passado. A queda acumulada no ano já chega a 30,4%

PC Pedro Cerqueira/Portal Vrum

 Muito distante do segundo colocado, Chevrolet Onix já pode se considerar o modelo mais vendido do Brasil, pelo sexto ano consecutivo(foto: Adriano Sant'ana/EM/D.A Press)

O ranking de vendas de veículos referente a outubro traz o Chevrolet Onix como o modelo mais emplacado do Brasil, com 12.203 unidades. O compacto da Chevrolet tomou a liderança mensal novamente (já que o título de carro mais vendido do ano já está assegurado, por enquanto com 104.494 emplacamentos), depois da Fiat Strada ter mostrado um desempenho extraordinário e ficado com a primeira posição em setembro.

 Fiat Strada continua se destacando e pode ser o segundo modelo mais vendido do país em 2020(foto: Jorge Lopes/EM/D.A Press)

Totalmente renovada, a picapinha da Fiat continua em alta, se posicionando na segunda posição de outubro (além da eterna primeira posição entre os comerciais leves), com 10.068 emplacamentos. Se continuar nesse rítmo, a Strada pode ser também o segundo modelo mais vendido do país em 2020 (o total de emplacamentos até agora é de 60.040), “roubando” a posição que nos últimos anos vinha sendo disputada pelo Hyundai HB20 e Ford Ka.

Levando em consideração apenas os automóveis, o HB20 ficou com a segunda posição do mês, com 8.903 emplacamentos, além da vice-liderança em 2020, com 66.652 unidades vendidas. Segundo colocado nos emplacamentos de 2019, o Ford Ka paga o preço de não ter se renovado como seus principais concorrentes e ficou na sexta posição entre os automóveis em outubro, com 7.492 unidades, e na quarta colocação no acumulado do ano, com 51.902 emplacamentos.

 Segundo modelo mais vendido em 2019, se o Ford Ka não reagir, vai cair para quinta posição entre os automóveis(foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press)

Se a Ford dormir no ponto, o Fiat Argo vai tomar a atual posição do Ka. O hatch da Fiat ficou em quinto lugar em outubro, com 7.566 emplacamentos, e em sexto ao longo do ano, com 49. 071 unidades. Agora, se estar desatualizado comprometesse mesmo as vendas, o jurássico Volkswagen Gol não seria o quarto veículo mais vendido de outrubro, com 8.473 unidades, e do acumulado do ano, com 54.771 emplacamentos. Quem se afirmou no topo da lista de emplacamentos, na terceira colocação do mês (com 8.619 unidades) e geral (com 58.345 unidades) foi o sedã Onix Plus.

 Chevrolet Tracker teve o melhor desempenho entres os SUVs em outubro(foto: Jorge Lopes/EM/D.A Press)

Entre os SUVs, o destaque de outubro foi o Chevrolet Tracker, com 6.595 emplacamentos, se posicionando em sétimo lugar. No entanto, o utilitário-esportivo lançado no fim de março ainda está no 11º lugar no acumulado do ano, somando 36.197 unidades. A dupla Compass e Renegade, da Jeep, vem em seguida no ranking do mês, respectivamente com 6.161 e 6.042 unidades. Para completar a lista do 10 mais emplacados de outubro, chega outro SUV, o Hyundai Creta, com 5.354 unidades vendidas.


MERCADO Segundo dados fornecidos pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a produção em outubro foi de 236.468 autoveículos (automóveis, comerciais leves, pesados e máquinas agrícolas), um crescimento de 7,4% sobre setembro. Porém, quando comparado a outubro de 2019, a queda é de 18%. No acumulado até outubro, o recuo é de 38,5%.

O mercado interno fechou o mês com 215.044 unidades licenciadas, elevação de 3,5% sobre o mês anterior, mas com retração de 15,1% em relação a outubro do ano passado. A queda acumulada no ano já chega a 30,4%. Ainda segundo a Anfavea, as exportações tiveram uma sensível reação em outubro, graças à retomada de mercados vizinhos após uma prolongada quarentena. Ao todo, foram enviados ao 34.882 autoveículos, um crescimento de 14,3% sobre setembro e de 16,4% sobre outubro de 2019. O encolhimento acumulado em 2020 é de 34,2%.

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À espera de uma nova geração, linha 2021 do Honda City tem aumento de até R$ 3.800

Modelo continua a ser vendido em cinco versões, agora vendidas entre R$ 67.800 e R$ 93.100, mas o ganho em equipamentos foi muito discreto em relação ao incremento nos preços

PC Pedro Cerqueira/potal vrum

 

 

 (foto: Honda/Divulgação)

A Honda apresentou a linha 2021 do City, que traz poucas novidades e um considerável aumento de preço em quase todas as versões. Com 5.631 emplacamentos ao longo de 2020, o modelo é um mero coadjuvante entre os sedãs compactos premium, fator que, em parte, pode ser explicado pela espera pela nova geração, aguardada para o ano que vem.

Agora, todas as versões do Honda City 2021 trazem faróis com regulagem elétrica de altura e acendimento automático, que se juntam à lista de itens de série da versão de entrada DX Manual (R$ 67.800), que ainda tem como destaque ar-condicionado, sistema de som com Bluetooth, volante com ajuste de altura e distância. O aumento da versão é de R$ 2 mil.

Já a versão Personal (R$ 68.190), equipada com câmbio automático CVT, foi a única que manteve o preço antigo, mas também não agregou equipamentos. O pacote seguinte é o LX (R$ 82.100), que ficou R$ 3.800 mais caro, mas ao menos passa a trazer a central multimídia de 7 polegadas e espelhamento com o smartphone (pelo Apple CarPlay e Android Auto) e mais quatro tweeters para complementar o sistema de som.

O Honda City EX (R$ 87.400) ficou R$ 3.200 mais caro e não ganhou nehuma novidade. Por fim, a versão de topo EXL (R$ 93.100) sofreu incremento de R$ 3.100 e ganhou retrovisor interno fotocrômico.

(

 foto: Honda/Divulgação)

Não houve qualquer atualização no design, que, quando comparado aos concorrentes que se renovaram mais recentemente, já se mostra um tanto cansado. Vale destacar que a versão de topo EXL traz faróis em LED. O interior também se manteve inalterado, com bom espaço para os passageiros e um generoso porta-malas, com capacidade para 536 litros.

 (foto: Honda/Divulgação)

Em todas as versões, o motor é o 1.5 Flex, com potências de 115cv e 116cv a 6.000rpm (gasolina/etanol) e torques de 15,2kgfm e 15,3kgfm a 4.800rpm (g/e). Apenas a versão de entrada DX traz câmbio manual de cinco marchas. Todas as demais estão equipadas com transmissão automática tipo CVT, que, a partir da versão EX, emula sete velocidades que podem ser trocadas manualmente por meio dos paddle shifts no volante. A direção tem assistência elétrica.

 

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