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  Eleições


 Eleições municipais podem ser adiadas para novembro ou dezembro

Presidente da Câmara de Deputados afirma que Congresso estuda não prorrogar mandatos

Wellington Daniel

As eleições municipais de 2020 podem ser adiadas para 15 de novembro ou 6 de dezembro. É o que afirmou ontem (21) o presidente da Câmara de Deputados, Rodrigo Maia (DEM). A proposta é permitir que o pleito seja realizado com segurança, mas sem prorrogar os atuais mandatos de vereadores e prefeitos. O Congresso Nacional deve decidir sobre a questão nos próximos dias.

No calendário atual do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o primeiro turno está marcado para o dia 4 de outubro e o segundo turno, se houver, para o dia 25 do mesmo mês. Na terça-feira (19), Maia havia dito que será criada uma comissão mista entre deputados e senadores para o debate da questão. A medida também seria discutida com o próximo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso.

Para o presidente municipal do Republicanos, Matheus Quintal, o adiamento sem prorrogação de mandatos é uma opção, caso seja necessário. Para ele, no entanto, ainda é difícil prever como estará a pandemia nos próximos meses.

- É difícil prever com certeza se a pandemia da covid-19 estará sob controle em julho ou agosto, às vésperas da campanha eleitoral. Então, se o cenário de saúde pública for ainda tão desafiador como o atual, mais do que prejudicar as campanhas, a manutenção da eleição no começo de outubro poderá ser um risco para o controle da pandemia e para a saúde da população. Ainda é cedo para dizer se o adiamento da eleição é a melhor opção, mas considero que o debate no Congresso sobre o assunto está começando em boa hora – explicou.

Quintal afirmou que o partido terá candidatura própria à Prefeitura. O nome dele também está à disposição do partido para disputar o cargo de prefeito. Para vereador, o presidente diz que o partido montou uma nominata plural, com representatividade de toda a sociedade e foco especial às mulheres.

Já Ramon Mello, do Avante, diz que defende desde o início o adiamento das eleições. Também achou razoável a proposta de realizar as eleições municipais nas datas ditas por Maia, apesar de achar difícil uma previsibilidade com a pandemia. Também não apoia a ideia de reunir eleições nacionais e municipais.

- Defendi logo no início da pandemia não só o adiamento das eleições, bem como a transferência dos recursos do Fundo Eleitoral para a saúde. No entanto, o Congresso deverá alterar apenas a data das eleições que é extremamente necessário. Não existe possibilidade de haver contato entre pessoas, reuniões, aglomerações que são situações pertinentes relacionadas a campanha com a iminência de infecção pelo covid-19 – disse.

Ramon Mello também é pré-candidato a prefeitura. A chapa, até agora, contém 16 homens e sete mulheres. A pretensão é ocupar duas cadeiras na Câmara Municipal. De acordo com o presidente, os candidatos foram selecionados, dentre os que compreendem as funções fundamentais do parlamento.



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