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  Tecnologia

Empresa fluminense desenvolve carregador que funciona com energia solar

Sara Rodrigues

Do estado do Rio de Janeiro, a empresa Insolar tem criado estratégias para levar tecnologias de energia solar para comunidades brasileiras. Com o objetivo de avançar os trabalhos, os fundadores decidiram participar do Edital de Inovação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI).

 

Este edital seleciona empresas e projetos de inovação que desejam melhorar a produtividade e a competitividade no mercado industrial. Além do SESI, ele conta com a parceria do Serviço Social da Indústria (SESI) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Quando a Insolar foi selecionada, os pesquisadores do SENAI sugeriram que o projeto da empresa fosse de criar uma tecnologia capaz de captar energia solar, armazenar em baterias e carregar aparelhos eletrônicos, como celulares e tablets. Foi aí que nasceu o Ombrelone Solar.

A produção do Obrelone foi feita em parceria com o Instituto SENAI de Inovação em Química Verde, que fica no Rio de Janeiro. Os pesquisadores da instituição auxiliaram os donos da empresa a pesquisar quais seriam as melhores formas de desenvolver o projeto e tirá-lo do papel.

O cofundador da empresa Insolar, Henrique Drummond, explica que o objetivo dessa tecnologia é “impactar socialmente, seja gerando emprego ou oportunidade de trabalho para quem produz essas tecnologias”. Além disso, defende que é também para “dar visibilidade à energia solar, uma vez que a tecnologia, quando a gente começou ainda era muito pouco conhecida”, explica.

Desde 2004, o Edital de Inovação do SENAI já selecionou mil empresas e projetos inovadores, e investiu cerca de R$545 milhões. Os institutos de tecnologia oferecem apoio de pesquisadores e também laboratórios de ponta, onde são realizados os estudos.

O gerente do Instituto SENAI de Inovação em Química Verde, Paulo Roberto Furio, afirma que, desde 2015, quando foi inaugurado, o instituto tem como principal propósito promover o crescimento industrial sustentável, e por isso explica que os processos não são tão complicados para que as empresas busquem o edital.

“Nosso Edital de Inovação é fundamental, porque ele é pouco burocrático. As empresas se inscrevem, contam com nosso apoio para desenvolver os planos de negócio, os projetos se tornam atraentes para a empresa, bem como com a possiblidade da gente apoiar também”, defende Furio.

Com o edital, as empresas selecionadas podem trabalhar em diferentes segmentos, entre eles está a pesquisa de métodos de extração supercrítico de ativos naturais – que é utilizar solventes que reduzem a geração de resíduos –, e também a busca pela melhoria de processos na indústria de petróleo e gás.

De acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN), as empresas ou projetos selecionados no Edital de Inovação podem receber até R$400 mil para a pesquisa.

 



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