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  Saúde

Esperança de aparelho de baixo custo para controle de diabetes

Pesquisadora da Unesp Sorocaba avança na pesquisa acerca de sensores eletroquímicos

 Nilce Maria de Oliveira Pereira


 Pesquisa realizada no câmpus da Unesp em Sorocaba sobre sensores eletroquímicos revela esperança para a diminuição de gastos com aparelhos para controle de doenças crônicas como, por exemplo, a diabetes.

Desenvolvida por Daniela Branco Tavares Mascagni, pesquisadora em colaboração com a UFSCar (Universidade Federal de São Carlos), a pesquisa deu origem à tese de doutorado de Daniela, egressa do Programa de Pós-graduação em Ciência e Tecnologia de Materiais da Unesp, que tem atividades em vários câmpus da Universidade, inclusive Sorocaba. Durante seu doutoramento, Daniela contou com a orientação da professora Marystella Ferreira, da UFSCar (câmpus Sorocaba), integrante do referido Programa de Pós-Graduação.

Daniela Mascagni argumenta que o número de mortes por diabetes tem crescido, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Segundo a organização, até 2030 haverá o dobro de casos de diabetes no mundo em relação a 2014, ano em que o número de mortes devido a complicações da doença chegou a 4,9 milhões.

De acordo com a pesquisadora da Unesp, esse panorama e a necessidade do desenvolvimento de aparelhos práticos e de baixo custo para o controle da glicose foram fatores fundamentais para sua motivação em realizar a pesquisa. Além da Unesp Sorocaba, houve parcerias fundamentais com a Universidade Federal de São Carlos e com a Universidade de São Paulo.

O sensor pesquisado foi testado para medir glicose em leite. Os testes foram realizados com sucesso, tornando o sensor uma opção rápida, simples e mais barata que os atuais sistemas de medição existentes no mercado. Estes testes foram realizados recentemente na Unesp Sorocaba, com o apoio de uma empresa de embalagens de alimentos.

Ao comentar sobre detalhes no desenvolvimento do seu trabalho, Daniela salienta que utilizou uma substância denominada grafeno (um tipo de nanomaterial), por esta apresentar excelente condutividade elétrica. A pesquisadora relata que “como os resultados foram satisfatórios, a ideia é também analisar o desempenho do grafeno na fabricação de sensores para outras análises clínicas, como colesterol e ácido úrico, e desta forma viabilizar a fabricação de um dispositivo portátil que seja capaz de medir simultaneamente estas substâncias de uma forma simples e rápida”.

Para quem desejar obter conhecimentos mais profundos acerca do tema objeto da pesquisa, pode acessar a tese de doutorado da pesquisadora no repositório da Unesp, por meio do link  https://repositorio.unesp.br/handle/11449/151168.

 

 



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