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Feiras livres: tradição e preocupação com a qualidade dos alimentos vendidos

Município mantém 14 feiras semanais

 

Mais de mil trabalhadores estão envolvidos na venda direta entre consumidor e produtores rurais, nas 14 feiras existentes no município. Para garantir a fidelidade do público, vale de tudo: promoção, maquinas de cartão e até adaptações nas barracas.

“São pessoas que têm uma rotina nada fácil, mas que desde cedo se preparam para oferecer o melhor para o consumidor final. Neste ano, mais uma feira foi implantada, na Posse, aos sábados. Tudo para garantir o acesso aos produtos de qualidade e facilitar o escoamento da produção dos produtores da região”, afirma o prefeito Bernardo Rossi.

Quem visita regularmente as feiras já percebeu que as barracas que vendem carne mudaram: há mais de dois meses os feirantes que vendem carne de porco, linguiça e embutidos passaram a expor os produtos em vitrines – protegidas por vidro e com refrigeração.

“Tudo para garantir a qualidade do alimento e a não exposição ao tempo. As dicas foram dadas pela Vigilância e, prontamente, os feirantes atenderam. Além disso, os freezers e refrigeradores também são usados para guardar as carnes”, explica o diretor do Departamento de Agricultura da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, José Maurício Soares.

José Luiz de Moraes, de 67 anos e que atua na feira desde os 9, fortalecendo a tradição da família, foi um dos vendedores que se fez questão de adaptar a sua barraca com a colocação da vitrine. Os produtos mais procurados na barraca de José Luiz são: bacon, carne suína e linguiça.

“A carne é inspecionada, o que garante a qualidade, n[os que ficamos na venda usamos uniforme e investi na compra da vitrine e freezer e não me arrependi. Os clientes gostaram, parabenizaram e fiquei feliz com o resultado. A feira livre é família, tradição, dedicação, preço diferenciado e a conversa com os compradores é a melhor parte de tudo isso. Temos clientes fiéis e tudo o que tivermos que fazer para agrada-los e conquistar cada vez mais compradores, nós faremos”, explicou José Luiz.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, além da tradição, ainda vale a pena adquirir os produtos genuinamente petropolitanos. “A possibilidade de compra aumentar no contato direto com o produtor, a capacidade de negociação é maior e a qualidade insuperável. Temos áreas reconhecidamente produtoras de alimentos de qualidade, inclusive de orgânicos e o movimento na feira contribui para o sustento de muitas famílias petropolitanas”, explica o secretário de Desenvolvimento Econômico, Marcelo Fiorini.

De acordo com o Departamento de Agricultura, as maiores feiras são a do Centro, Alto da Serra e Corrêas. As feiras ocorrem das 6h às 13h30. No domingo a venda ocorre no Alto da Serra, São Sebastião, Itamarati, Corrêas, Nogueira e Duarte da Silveira.

Na terça-feira tem a feira do Centro. Já na quinta-feira tem venda direta no Henrique Raffard (Bingen) e Praça Pasteur.Nas sextas, a feira ocorre na Francisco Manoel e General Rondon (Quitandinha). No sábado, no Centro, Valparaíso e Posse.



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