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  Colunistas
Fernando Costa
COLUNISTA

 

 

Ruy Barbosa e a poesia de Damico

Aos 10 anos, ao prestar exame de admissão preparado por minhas professoras Sebastiana do Carmo que, na segunda-feira, aos 96 anos retornou ao regaço paterno e, Alice Maria Gac Coelho, Geny Gac, sua irmã, também, pertencente ao cânon celeste, Philadelphia Batista Reis e Sylvia Pinheiro de Siqueira fui aprovado. Estudante de escola pública, porém, de alto nível intelectual,  ético e pedagógico por elas bem preparado. Conduzido pelas mãos de minha mãe Eliza, a mestra primeira, me matriculou no conceituado Educandário Ruy Barbosa (fundado pelo pr. Herdy) de Três Rios, isso em 1960, a seguir teve sua denominação mudada para Colégio Ruy Barbosa (sob direção do prof. Joaquim Tibúrcio Junqueira). O menino aprendeu a amar Ruy Barbosa tendo guardado na alma e retina o político, diplomata, advogado e destacado jurista brasileiro. Vez por outras os professores lembravam de que ele representou o Brasil na Conferência de Haia, por isso,  reconhecido como “O Águia de Haia”. Não era somente um jurista, pois, notabilizou-se também como escritor, filólogo, jornalista, tradutor e orador. Ele faleceu em 1/03/1923 nesta cidade de Petrópolis, RJ, brasileiro notável e renomado se formou pela Faculdade de Direito da U.S.P. em 1870. E o poeta Paulo Roberto Damico com sensibilidade, harmonia e beleza fala desse ilustre brasileiro em forma de poema. Mas quem é Paulo Roberto Damico? No magistério exerceu as funções de professor de História e Geografia, formado pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade Católica de Petrópolis. Exerceu o magistério estadual e municipal por mais de três décadas. Poeta e fotógrafo, figura nas Antologias “Salvados do Incêndio”, “Anuário de Poetas Petropolitanos” – 1987 e “Nossos Poetas” 2.  Atualmente, é sócio efetivo do Instituto Histórico de Petrópolis, ocupando a cadeira nº 35, do patrono Bernardo Soares Proença e membro honorário da Academia Petropolitana de Letras. É autor de diversas poesias publicadas em livros e divulgadas na imprensa petropolitana, vem nesta oportunidade abrilhantar nossa coluna jornalística, lembrando o dia do nascimento de Rui Barbosa de Oliveira (05-11-1849) e enaltecendo em versos a sua grande figura histórica. Eis o poema de sua lavra: RUI BARBOSA – A ÁGUIA DE HAIA: “Com sua inteligência rara e prodigiosa,/dotado de grande patriotismo,/nasceu na cidade de Salvador, Bahia,/Rui Barbosa, o famoso jurista brasileiro./Na história, participou de inúmeros acontecimentos,/na transição conturbada do Império para a República./Defendeu dignamente suas brilhantes ideias,/mostrando toda a capacidade de um grande/político e imbatível tribuno./Incansável nos embates políticos da Velha República,/eloquente em seus discursos mais inflamados,/seu nome será para sempre lembrado,/nos momentos mais difíceis da nossa história./Durante o governo de Afonso Pena/discursou pelo Brasil na “Segunda Conferência de Haia”./No evento alcançou grande celebridade,/conquistando o respeito de outras nações representadas./Rui Barbosa – denominado “Águia de Haia”,/o Brasil jamais esquecerá seus feitos e suas obras,/seus grandes ensinamentos aos jovens, em suas brilhantes alocuções./A notoriedade e importância que deu a imprensa e a defesa de nossa Constituição,/hoje representam importantes pilares de nossa imensa Nação./Sua residência em Petrópolis – sempre florida,/onde viveu seus derradeiros dias,/representa hoje uma lembrança viva,/de sua brilhante trajetória nacional.”



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