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  Economia

Firjan aponta que Construção Civil vem puxando a retomada da economia

Petrópolis: 44% das vagas perdidas no início da pandemia foram recuperadas

Jaqueline Ribeiro  - especial para o Diário

 

Dados da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) apontam que a retomada da economia no estado do Rio de Janeiro vem sendo puxada pelo setor de Construção Civil. O setor foi o  que mais gerou empregos em todo o Estado durante os meses de julho e agosto. Foram 4.038 novos postos de trabalho. Impulsionado por novos empreendimentos que já começaram a sair do papel, Petrópolis segue a mesma tendência. Dados extraídos da plataforma Retratos Regionais da Firjan, que traz mensalmente recorte setorial e regional do mercado de trabalho fluminense, apontam que  os novos  empreendimentos estimularam novas contratações e o setor teve saldo positivo de 123 novos empregos nos início do segundo semestre. O setor de construção civil, que já chegou a empregar cinco mil pessoas na cidade, hoje tem pouco mais de 1.200 funcionários.

Após  o fechamento progressivo de postos de trabalho no início da pandemia - de março a junho - em julho a retomada do setor gerou 50 novas vagas na cidade. O crescimento foi  ampliado em 46% no mês seguinte,  agosto, quando  mais 73 postos de trabalho foram gerados. A plataforma Retratos Regionais tem como base o saldo de empregos formais disponibilizados no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.

O Indicador de Retomada dos Empregos da Firjan mostra que, considerando o resultado positivo dos dois primeiros meses do segundo semestre do ano, a indústria da Construção Civil em Petrópolis recuperou 44,4% das 277 vagas perdidas no início da pandemia. Entre março e junho, meses mais afetados pela pandemia do coronavírus e pelas incertezas em relação à economia.

- Na pratica estamos vendo os postos de trabalho sendo recuperados. Temos algumas obras já em andamento na cidade e outras previstas para começar nos próximos meses, o que nos gera uma expectativa positiva. Esta retomada no setor está sendo muito importante. No início da pandemia muitos trabalhadores perderam seus empregos, alguns chegaram a passar por dificuldades por conta disso. Agora estamos vendo este movimento de retomada, que é muito positivo - avalia o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, José Maria Rabelo.

Dados divulgados pela Secretaria de Obras em abril  apontavam que projetos para a construção de cerca de 10 mil unidades habitacionais,  juntos podem  gerar cerca de 45 mil empregos diretos - uma injeção de R$ 1,5 bilhão na economia da cidade.  

- A retomada começa a acontecer, mas nossa expectativa é de que continue no fim do ano e acelere no início do ano que vem. Temos alguns empreendimentos que já estão saindo do papel, como o Seminário São Vicente de Paulo, que já irá gerar empregos, outros dois no Carangola, um no Independência, outro na Fazenda Bela Vista, em Itaipava;  um minha casa minha vida no Bingen, outro em Nogueira, entre muitos outros que esperamos que avencem para que mais profissionais sejam recolocados.  As construtoras têm muitos projetos grandes  que certamente irão gerar empregos para os petropolitanos. Nossa expectativa é de que isto se concretize entre o fim deste ano e o início do ano que vem - afirma o presidente do Sindicato.    

 

 

 



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