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  Economia

Gás de cozinha sobe 7,78% em três meses

Levantamento da Agência Nacional do Petróleo mostra que valor médio na cidade é de R$ 67,29

Philippe Fernandes


 As últimas pesquisas realizadas pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) mostram que está mais caro comprar o botijão de 13 quilos do gás de cozinha, essencial para milhares de famílias petropolitanas. A média do valor do produto apurada em fevereiro é de R$ 67,29. O preço é 7,78% maior do que o registrado no final de 2018: em dezembro do ano passado, o produto teve preço de R$ 62,43.

De dezembro de 2018 para janeiro deste ano, já houve um acréscimo de 6,13% no valor do GLP: o preço foi para R$ 66,26. Do mês passado para este, a variação foi menor, mas a tendência de alta foi a mesma, de 1,55%.

O dado curioso dos levantamentos é que a cidade de Petrópolis foi a única com alta expressiva nos preços, entre os municípios do entorno. Em Nova Friburgo (R$ 64) e Magé (R$ 63,33), os preços de fevereiro permaneceram os mesmos apurados em janeiro. Em Duque de Caxias, houve uma pequena redução, com o preço passando de R$ 61,04 em janeiro para R$ 61 neste mês. Situação semelhante aconteceu na cidade do Rio (o valor passou de R$ 65,69 para R$ 65,61) e Teresópolis (caindo de R$ 68,82 para R$ 68,15). Em Três Rios, a queda foi ainda maior: o botijão de 13 quilos, que chegou a custar R$ 62, agora sai por R$ 60.

Diferença de R$ 10

O consumidor petropolitano que decidir pesquisar antes de levar o botijão para casa pode encontrar uma diferença de até R$ 10 no preço do gás de cozinha. O menor valor apurado pela ANP no dia 11, quando foi feita a última pesquisa, foi de R$ 60, na Rondon Revendedora de GLP - que funciona no Quitandinha. O maior preço, de R$ 70, foi encontrado em três unidades: Bingengás; AV Comércio de Gás, em Pedro do Rio; e Reis & Chaves, em Corrêas. Entre o maior e o menor preço, estão o Supergasbrás, da Rua Alice Hervê, no Bingen (R$ 65); além do PDR Gás, de Pedro do Rio e o Imperial Comércio e Transporte de Gás, em Corrêas, ambos com valor de R$ 68 pelo produto.

Estado

Quando a comparação é feita entre as 32 cidades pesquisadas pela ANP, Petrópolis tem o 11º maior preço do Estado. Os maiores valores foram registrados em Resende (R$ 79), Barra do Piraí (R$ 73,33) e Angra dos Reis (R$ 72,58) - três municípios localizados no sul-fluminense. Os valores mais em conta foram registrados em Araruama (R$ 56,67), Santo Antonio de Pádua (R$ 57,50) e Saquarema (R$ 59,40).

No país, o valor médio é de R$ 71,74, sendo que o Centro-Oeste ostenta o valor mais alto (R$ 77,90); e a região Sul, o mais baixo (R$ 69,63). No Sudeste, o preço médio é de R$ 67,75.



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