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  Colunistas
Gilberto Pinheiro
COLUNISTA

 

 

O FLAGELO FLORESTAL NA AMAZÔNIA E POLÍTICAS PÚBLICAS INCIPIENTES NA DEFESA DOS ANIMAIS NO RIO DE JANEIRO

Há um assunto de grande relevância no momento que não posso abster-me de manifestação: infelizmente, as queimadas ou incêndios florestais, principalmente, na região Amazônica, insistem e são constantes há décadas, um descuido e desrespeito à natureza, como se ela nada representasse de especial e importância à vida em nosso planeta.  E vem de longe, décadas contínuas e nada,praticamente, foi feito para conter tamanho absurdo e flagelo ambiental.  Pela própria localização geográfica, sendo uma área que durante o ano permanece seca, abre portas à possibilidade e iminência de focos espontâneos de incêndios como ocorre em parte da Europa e EUA.  Infelizmente, a sequência de governos que tivemos, principalmente, os governos de esquerda, que poderiam trabalhar intensamente, evitando tais trag&eacu te;dias, nada ou quase nada fizeram.  Essa é a grande verdade!  Os governos petistas que duraram praticamente 16 anos poderiam sim, ter desenvolvido políticas eficazes e  protecionistas ao meio ambiente, permaneceram surdos aos apelos da mãe natureza, agredida constantemente, há mais de 1 século.   Aqui no Brasil espera-se uma grande tragédia para tomar-se providências, essa é a grande verdade em amplo sentido.

O que não se pode aceitar é a culpabilidade ao governo Bolsonaro, como se fosse o presidente da República o grande vilão e inimigo das florestas e meio ambiente.  Há muitos fakes circulando, depreciando o governo atual que, na verdade, assumiu há apenas 8 meses e está pagando muito caro por aquilo que não tem culpa - o demérito, o desgaste, inclusive, internacional, por algo que ele jamais cometeu ou tem culpabilidade.  Os governos anteriores, conforme citado acima, são os maiores responsáveis pelo flagelo das queimadas na Amazônia, destruindo parte da flora e fauna, um absurdo e irresponsabilidade sem limites por ausência de políticas protecionistas que devem ser permanentes e não ocasionais.   A Amazônia nunca foi levada a sério como deveria ser levada.  Agora, depois dessa tragédia que se repete, parece que a naçã o despertou.  O governo Bolsonaro, certamente, tomará as devidas e necessárias providências, combatendo os incêndios ocasionais ou até, possivelmente, criminosos.  São mais de 100 mil focos queimando as verdes matas. 

POLÍTICAS PÚBLICAS INCIPIENTES NA DEFESA DOS ANIMAIS

Terça-feira passada, dia 20 de agosto do corrente ano, estive na Alerj, Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro,  para conversar com a assessoria técnica do  presidente da Comissão de Defesa dos Animais dessa instituição, deputado Renato Zaca (PSL), a fim de tecer algumas considerações e até sugerir projetos de lei que entendo como  inadiáveis, consequentemente,  imprescindíveis.  Na verdade, fui muito bem atendido, permanecendo no gabinete por quase 1 hora e meia e acredito piamente nas decisões do ilustre deputado, preocupado com a proteção animal..   Assim procedi, pois tivera sido convidado para uma reunião sobre políticas públicas na semana passada, todavia, em virtude de outros compromissos,não pude comparecer.   Precisamos avançar muito ainda na proteção dos animais, uma vez que muitas leis já sancionadas e regulamentadas não são respeitadas no Rio de Janeiro, o que é lamentável.  Se levarmos em consideração todo o país, veremos que, embora rodeios, vaquejadas sejam proibidos pelo próprio STF - Supremo Tribunal Federal, alguns parlamentares utilizam-se de artifícios, apresentando PLs  pela regulamentação dessa atividade criminosa, dando continuidade e passando por cima da decisão majoritária dos egrégios ministros desse tribunal.   Até quando será assim, sinceramente,não sei responder!

Mas, em relação ao Rio de Janeiro, não podemos ficar apenas ou nos limitarmos na esterilização de animais, evidentemente, importante, mas que não resolve o problema em sua origem.  A  grande maioria dos animais abandonados nas ruas dessa cidade advém das favelas e não há política pública de educação ou informação qualificada  nas comunidades, clubes, agremiações, locais onde possa haver concentração de pessoas para conscientização em prol do bem-estar dos animais.   Um assunto que venho insistindo é a oficialização e obrigatoriedade de ensinar-se nas escolas a disciplina animais, seres sencientes e os seus direitos.  Enquanto isso não  for realidade no Rio de Janeiro e paradigma para todas as escolas no Brasil, jamais resolveremos a questão.  Nas universidad es essa disciplina deveria ser inserida e entendida como propedêutica.  Assim, estaremos pensando como  país de primeiro mundo, preocupados com o meio ambiente, sua concepção protecionista e, por sua vez, resguardando a fauna e flora, pois estão intimamente interligados.
- Eu penso assim!

Gilberto Pinheiro é jornalista, palestrante em escolas, universidades,
destacando a senciência e direitos dos animais

nota:  nessa semana obtive ótima informação por parte do Facebook.
Recebi, nos últimos 4 meses, 452 mil curtidas sobre minhas manifestações.     



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