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  Colunistas
Gilberto Pinheiro
COLUNISTA

 

 

CHIPS PARA IDENTIFICAÇÃO DE ANIMAIS - RGA OU CARTEIRA DE IDENTIDADE 

É preciso ampliar essa cultura protetiva aos animais em todo o Brasil

Aos poucos, a cultura de proteção e direitos dos animais vai se consolidando no Brasil, modificando importantes paradigmas, o que é muito positivo, afinal, como sabemos, toda a fauna brasileira, seja ela doméstica, domesticável, exótica e silvestre é tutelada pela Constituição Federal de 1988, através do artigo 225 1º / VII e Lei Federal 9605/98, artigo 32, além de outras leis infraconstitucionais. Isso, inclusive, já foi demonstrado por mim em diversos artigos alusivos à questão. No entanto, faz-se mister insistir, pois os animais são seres sencientes e muitos deles integram ou fazem parte de nossas famílias, amados como filhos, no caso,  cães, gatos. Isso sem esquecer outros que também precisam da mesma atenção.

QUEM AMA, CUIDA

E quem ama, cuida, eis uma verdade incontestável.  Por isso, o que vier para protegê-los, será sempre muito bem-vindo.
Como  um singular exemplo, devemos chipar esses nossos "irmãos ou filhos", como ocorre na cidade chamada Mongaguá, na Baixada Santista, cuja prefeitura irá adquirir mil chips de identificação, criando uma espécie de RG Animal. com informações de cada um deles. Segundo informações confiáveis, mais de 200 animais, entre gatos e cães,  já têm essa identificação, favorecendo iniciativas de vacinação antirrábica, além de castração, facilitando também a localização de animais fugidios ou que se percam de seus tutores.

 

 O procedimento é inédito na cidade por parte da Prefeitura que merece nossos aplausos, consciente que os animais precisam de proteção à luz de seus direitos e são chipados diariamente no Centro de Controle de Zoonose (CCZ).  Para ter direito ao RGA, o tutor ou responsável pelo animal deve apresentar documentos pessoais, além de comprovante de residência de Mongaguá em seu nome, exatamente, no CCZ.  Sem dúvida, um passo importantíssimo na defesa dos animais, haja vista que se torna uma garantia de identificação, além dos citados direitos à vacinação e outros procedimentos indispensáveis pela saúde e proteção deles. É um modelo ou paradigma que deve ser espelho para todo o Brasil, evitando assim, a proliferação de animais abandonados nas ruas de nosso país e doenças adquiridas no dia a dia, através de maus-tratos e abandono.
Para concluir, entendo que os cavalos também têm esse direito protetivo, uma vez que há muitos deles abandonados nas ruas.  Agindo assim, estaremos avançando muito na proteção animal.  E que seja assim, daqui por diante!

 

Gilberto Pinheiro
jornalista, palestrante em escolas,
universidades sobre a senciência
e direitos dos animais

Somos o Coração, a Alma, a Voz dos Animais
 

 



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