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  Geral

Home office é mais difícil para personal trainer's

Profissionais relatam as dificuldades do trabalho a distância

Camila Caetano - especial para o Diário

 Nesta última segunda-feira o presidente Jair Bolsonaro publicou um decreto no Diário Oficial da União que incluía os salões de beleza, barbearias e academias de esporte como atividades essenciais durante a pandemia. Contudo, em Petrópolis, as atividades estão suspensas até o dia 24 de maio, visto que, de acordo com o STF, os prefeitos e governadores têm autonomia para decidir quais medidas serão implantadas em seus municípios para conter a disseminação do vírus. Sendo assim, os serviços prestados pelos salões, barbearias e academias continuam suspensos.

Diante disso, na manhã de ontem o Diário ouviu algumas pessoas que trabalham em academias para saber como estão lidando com esse momento, e com o home office. Eles relatam que o momento requer uma reinvenção da profissão, porém, existem algumas diferenças e dificuldades.

A Personal Trainer, Beatriz Azevedo, conta que tem gravado os vídeos para suas alunas da terceira idade e salienta dizendo que apesar das diferenças, está se adaptando bem a essa reinvenção.

- Com o cenário mundial e as academias fechadas devido à pandemia os profissionais de educação física estão tendo que se reinventar a cada dia. Estamos prescrevendo exercícios físicos à distância através de vídeo aulas e consultorias online, já que essas atividades são tão importantes para a imunidade, bem estar, e atuam combatendo ansiedade e promovendo saúde. É um modelo muito diferente, mas estou me adaptando bem - diz ela.

O personal Diego Santanna também comenta sobre o assunto. Ele diz que percebe que muitos companheiros de profissão se sentem perdidos em meio a essa pandemia, já que a principal fonte de renda que eles possuem, encontra-se fechada.

- Com essas medidas necessárias de isolamento social, a nossa principal fonte de renda se encontra fechada e isso é um tanto desesperador, se considerarmos que muitos só têm isso pra viver - diz ele, que continua:- infelizmente na nossa profissão, a opção de trabalho home office é muito difícil, tem alguns profissionais que conseguem ter um grande número de alunos, através de vídeo chamadas, e lives. Mas infelizmente o número de alunos ativos nessa quarentena, caiu muito. As pessoas têm preferido auxílio de aplicativos do que de profissionais formados - ressaltou ele.

Por último, o profissional Josué Lima finaliza dizendo que a situação está apertada para todos, mas tem feito o possível.

- Fazemos os vídeos respeitando o nível dos alunos e damos o máximo de atenção a cada um deles, mas agora está muito difícil, pois, quem tem condição, está economizando ao máximo por não saber o que vai acontecer. Quem não tem condições, já não gastava dinheiro com isso. Tenho até algumas consultorias online, mas ultimamente os benefícios estão sendo poucos. Mesmo assim estou fazendo minha parte, criei um grupo no WhatsApp para ajudar aos que querem treinar mas não têm condição. Espero que todos consigam se levantar, pois a situação está apertada para muitos - finaliza.



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