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  Educação

Instituições de ensino realizaram 170 atividades dentro da política de Defesa Civil nas Escolas neste semestre

Todas as escolas da rede municipal de ensino participaram do projeto, que contou com trabalhos de outras oito unidades particulares e uma estadual

 

As instituições de ensino realizaram 170 atividades dentro da política pública de Defesa Civil nas Escolas. Além das 103 unidades escolares da rede municipal, participaram outras oito particulares e uma estadual, de forma voluntária. Nesta quarta-feira (05.12), a pasta apresentou o balanço final da produção neste ano: foram 86 trabalhos sobre deslizamento de terra, 63 de inundação, 12 de tempestade de raios, seis de vendaval e outros três de rolamento de blocos rochosos.  A aplicação da Lei Municipal em sala de aula é um passo importante no desenvolvimento de uma cultura de resiliência na cidade, com a orientação das crianças sobre como se comportar em caso de ocorrências.

"Se o Defesa Civil nas Escolas fosse criado há 20 anos, a realidade da nossa cidade seria bem diferente. É fundamental que as crianças e adolescentes discutam sobre a prevenção não só no ambiente escolar, mas, também na comunidade. Precisamos pensar no presente um futuro mais resiliente para Petrópolis”, pontua o prefeito Bernardo Rossi.

A Escola Municipal Odette Fonseca, no Duques, fez o maior número de atividades – oito – trabalhando todas as cinco ameaças de verão. Os alunos confeccionaram um livro de história sobre deslizamentos de terra, desenvolveram um jornal sobre rolamento de blocos rochosos, além de terem apresentado cartazes sobre tempestades de raios, inundações e vendavais. O prédio da instituição de ensino é o ponto de apoio do bairro, servindo de abrigo temporário para os moradores quando a sirene da localidade é acionada pelos técnicos da Defesa Civil.

“As nossas crianças precisam estar preparadas para as ocorrências que possam acontecer. Além disso, o Defesa Civil nas Escolas também é uma ferramenta importante na prevenção. Quando a gente ensina que não pode jogar lixo na rua ou fazer uma obra sem a orientação de profissionais qualificados, eles replicam essa informação em casa e em todo o bairro", explica a orientadora pedagógica e elemento focal da escola, Fernanda Tomaz de Freitas, ressaltando a importância do ponto de apoio para o Duques.

“No início desse ano, houve uma chuva muito forte e a sirene foi acionada. Abrimos a escola e uma família ficou por aqui por um período, antes de ir para a casa de parentes. Contamos também com a confiança dos moradores, que sabem da importância do equipamento no momento da chuva forte, podendo salvar vidas”, completa.

Com 234 áreas de risco alto ou muito alto – equivalente a 18% do município - e um déficit habitacional de 12 mil casas, a política pública é mais uma ação da prefeitura de prevenção aos desastres naturais. Petrópolis é pioneira no país com a lei, que foi sancionada e publicada em Diário Oficial, buscando garantir um futuro mais consciente sobre os riscos de desastres para os petropolitanos.

"Cumprimos a lei, estabelecendo o início de uma nova realidade para o nosso município", afirma o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntarias, coronel Paulo Renato Vaz, agradecendo a todos os órgãos envolvidos no desenvolvimento da política publica.

"Quero agradecer a todos que acreditaram nessa empreitada desde o início, o prefeito Bernardo Rossi pela confiança, os vereadores, o SEPE e o COMED pelo apoio, assim como as Secretarias de Educação, Meio Ambiente e minha equipe da Defesa Civil, os elementos focais das escolas mas, principalmente, as crianças, razão de todo esse trabalho, que deram um espetáculo à parte com suas atividades", disse o secretário.

Município recebe prêmio em campanha nacional de redução de risco de desastres pelo Defesa Civil nas Escolas

O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) vai premiar a prefeitura pela inserção dos temas Defesa Civil e Educação Ambiental nas escolas da rede municipal de ensino. A instituição vai entregar um pluviômetro semiautomático e um kit educativo para serem usados dentro da política pública, inédita no país. A contemplação acontece dentro da campanha nacional #EducarParaPrevenir, criada pelo Cemaden para as melhores atividades do país focadas em ERRD – Educação em Redução de Riscos de Desastres.

Criada pelo Cemaden, a campanha busca premiar os projetos que tem como foco a prevenção de desastres, se propondo a desenvolver estratégias conjuntas entre o sistema educativo e o de proteção e defesa civil. O projeto utiliza critério pedagógico na construção de conhecimentos e na formulação de planos de contingência junto com as escolas.   



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