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  Defesa Civil

 

 

Mais de 1,2 mil pessoas envolvidas no exercício de apoio do Exército à Defesa Civil

Mais de 1,2 mil pessoas estão envolvidas no “Exercício Simulado de Emprego da Força de Apoio à Defesa Civil”, que tem como base o 32º Batalhão de Infantaria Leve de Montanha, na Vila Militar. O prefeito Bernardo Rossi, acompanhado do vice Baninho, conheceu a estrutura montada para o treinamento nesta quinta-feira (03.10). A atividade está estruturada dentro de um cenário fictício de calamidade pública, e entre os desastres simulados, estão o atendimento de vítimas em áreas contaminadas por substâncias químicas e radioativas, feito no Hospital Municipal Nelson de Sá Earp (HMNSE), e atingidas por deslizamento de terras, no Vale do Cuiabá. Essa é a segunda vez que o exercício acontece fora de uma cidade capital - em 2017, também foi realizado em Petrópolis.

 Além dos militares, participam do exercício outras 15 agências de pronta resposta em casos de calamidade pública. O objetivo deste trabalho é organizar o atendimento dos moradores em casos de desastres de origem natural. O prefeito Bernardo Rossi foi recebido pelo general Júlio César de Arruda, comandante Militar do Leste. Rossi destacou que, dentro da sua gestão, a cidade está recebendo pela segunda vez uma atividade como essa. "A palavra-chave é a integração. Precisamos estar prontos para atender a população em casos de calamidade. Petrópolis agradece a preocupação e o apoio do Exército brasileiro", disse.

Na ocasião, o prefeito também solicitou que a cidade tenha um polo do Instituto Militar de Engenharia (IME) e que o Exército volte com o Núcleo de Preparação de Oficiais da Reserva (NPOR) para o município. "Petrópolis hoje é uma cidade universitária. Seria muito importante o apoio do Exército também neste sentido", ressaltou o prefeito.

"O Comando Militar do Leste é um braço forte, mas também uma mão amiga. Esse treinamento está muito próximo da realidade e essa operação de apoio à Defesa Civil será importante para os próximos anos. É interação, apoio, sem vaidade, pensando no próximo ", disse o general Arruda.

No Vale do Cuiabá, as equipes envolvidas no treinamento fizeram o resgate de duas vítimas de um deslizamento de terra. "A gente prioriza sempre a prevenção, mas não se pode deixar de estar preparado para o desastre. A participação do Exército, com a força humana e material, é muito importante para uma resposta ainda mais eficaz”, explicou o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato.

O exercício termina na sexta (4), quando os órgãos envolvidos no treinamento farão um relatório final com os resultados obtidos. "Vamos levantar todos os dados do exercício e fazer uma avaliação do resultado final. É um treinamento importante não apenas para o município, mas também, para todo o Estado do Rio de Janeiro", disse Carlos Cinelli, coronel chefe da seção de comunicação social do Comando Militar Leste.

Também estiveram presentes no 32º Batalhão nesta quinta-feira a secretária de Saúde, Fabíola Hack; a secretária de Assistência Social, Denise Quintella; o diretor-presidente da CPTrans, Jairo Cunha; o comandante da Guarda Civil, Jeferson Calomeni; além de equipes do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, SAMU, Defesa Civil Estadual, Roer, Bombeiros Civis e Cruz Vermelha.

Oficiais do exército realizam atividade simulada para o socorro em casos de acidente com material químico

O Hospital Municipal Nelson de Sá Earp (HMNSE) concluiu nesta quinta-feira (03.10) o exercício simulado para o treinamento de situações de catástrofes naturais. A iniciativa visou preparar as equipes do exército para atuar em apoio ao Corpo de Bombeiros, SAMU e Defesa Civil em casos de resgate de vítimas e segurança de áreas afetadas pelos desastres ambientais, com contaminação por substâncias químicas e radioativas. Ao todo, 43 militares participaram da ação voltada para a verificação do nível de contaminação, identificação de vítimas, coleta de análise de material químico e descontaminação do ambiente.

O exercício simulado teve início na última quarta-feira (02.10), quando o cenário foi de resgate a paciente em área do hospital afetada pelo desastre ambiental, também responsável por vazamento de substâncias químicas e radiação. Durante toda a manhã o HMNSE viveu situações semelhantes ao que seria em caso de desastre, com montagem de estrutura para o isolamento de área afetada por material químico e radioativo, coleta de substâncias para análise e descontaminação da área e de todos os profissionais envolvidos na operação.

 Todo o trabalho foi feito com os oficiais do Batalhão de Defesa Química Biológica, Radiológica e Nuclear, do Corpo de Bombeiros e do 32º Batalhão de Infantaria Leve. A área reservada para a realização do exercício foi preparada com materiais que simularam o vazamento do material químico. Os oficiais atuaram como em situação real, com o uso dos equipamentos de proteção individual (EPIs) apropriados para a situação. A atividade contou ainda um laboratório leve de identificação, usado para reproduzir a dinâmica de como o material é levado para análise.

 


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