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  Cidade

Manifestação pró-governo tem cinco pautas definidas

Convocação, que acontece neste domingo, defende agenda apresentada pelo governo Bolsonaro

Philippe Fernandes


 Este domingo deve ser marcado, em todo o país, pelas manifestações organizadas por apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Eles irão às ruas em defesa da agenda apresentada pelo governo federal nestes cinco primeiros meses. Em Petrópolis, a manifestação acontece a partir de 14h, na Praça Dom Pedro, com cinco pautas definidas: os apoios à reforma da previdência; à proposta anti-crime apresentada pelo ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro; a manutenção do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no ministério comandado por Moro; além da manutenção da Funai no guarda-chuva do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

De acordo com o organizador da ação na cidade, Octávio Sampaio, a manifestação tem o objetivo de garantir que a agenda apresentada durante o processo eleitoral seja de fato implementada.

- Esse movimento surgiu de forma espontânea. O presidente Bolsonaro decidiu manifestar apoio, pois apenas com o apoio popular o governo consegue se sustentar. Além disso, é uma forma natural de expressar que o poder emana do povo - disse Octávio Sampaio.

Ele destacou que a manifestação tem pautas muito bem definidas. Entre as ações que estariam impedindo o governo de apresentar a sua agenda, Octávio Sampaio destaca o fato de o Supremo Tribunal Federal arguir a constitucionalidade de medidas apresentadas.

 

"Nunca se viu na história recente da República um presidente sofrer tanto com análises de constitucionalidade. Isso é uma forma de tirar a legitimidade do governo, e nunca aconteceu desta forma" - Octávio Sampaio, coordenador do movimento

 

- Nunca se viu na história recente da República um presidente sofrer tanto com análises de constitucionalidade. Para todo ato do governo Bolsonaro, no dia seguinte aparece o Supremo dizendo que vai averiguar a constitucionalidade do ato. Isso é uma forma de tirar a legitimidade do governo, e nunca aconteceu desta forma. O STF não deixa o Executivo ser Executivo - criticou.

Octávio Sampaio também rebateu as críticas de parte da sociedade civil organizada - há a crítica sobre a conveniência de um movimento que contém críticas aos demais poderes em um momento no qual Bolsonaro precisa de apoio para aprovar a Reforma da Previdência.

- Não há uma tentativa de "auto-golpe" ou de tumultuar o processo. O movimento é orgânico, de um grupo de eleitores brasileiros que decidiu mostrar apoio ao presidente que elegeu, ao notar que poderia estar havendo ataques do centrão e da esquerda contras as propostas apresentadas pelo governo. Quem criou? Quem foi? Ninguém sabe, porque foi algo espontâneo - destacou.

Sobre a expectativa de público, o coordenador do movimento acredita que é difícil mensurar. Octávio Sampaio acredita, no entanto, que o protesto será maior do que as organizações que grupos de esquerda têm feito.

- Não consigo dimensionar o Tenho certeza de que o movimento vai ser grande e maior do que qualquer manifestação contra o governo.



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