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  Colunistas
Marise Simões
COLUNISTA

 

 

 Cristina Pellegrini conseguiu retornar da Itália

“O melhor lugar do mundo é a nossa casa”

A vida da chef Cristina Pellegrini nunca mais será a mesma depois de ter visto de perto o início da contaminação do coronavírus na Itália. Ela estava radicada na Lombardia, região italiana que se tornou o novo centro da crise ligada ao surto (que começou na China em dezembro), desde outubro de 2019. Segundo contou à coluna, foi no dia 21 de fevereiro deste ano que as notícias começaram fortemente a circular. “Consegui retornar ao Brasil no dia 27 de fevereiro, mas cheguei a pensar que não conseguiria sair de lá. Eu estava residindo em Monza, fui para Milão e fiquei em um hotel, mas já estavam fechando as províncias (Comune). Nunca pensei que uma cidade do tamanho de Milão poderia fechar. Fecharam o país”, relembra. Em nossa conversa pelo Whatsapp ela contou que adotou todas as normas da Organização Mundial de Saúde para isolamento domiciliar ainda em Monza e também as manteve rigosamente quando chegou a Petrópolis onde ficou sem sair de casa por mais de 14 dias. “Não tive nada, mas todo cuidado é pouco. Aqui as pessoas ainda não estão com consciência de como é rápida a transmissão desse vírus. A estrutura da Itália é diferente, mas brasileiro é igual a italiano, gosta de beijo, abraço e se reunir com amigos. Quanto antes tomarmos consciência que o mundo está parando, melhor”. Cristina também contou que por medida de precaução manteve o prazo de isolamento domiciliar de 14 dias e que se reuniu com o família somente após esse período. Finalizou afirmando: “o melhor lugar do mundo é a nossa casa. Só agradeço!”

 

Sob o mesmo teto

Uma das soluções encontradas por governantes no sentido de controlar a pandemia do novo coronavírus foi o confinamento. E não há como negar que esse isolamento social forçado possa trazer sérios problemas emocionais e psicológicos, uma vez que somos por natureza seres sociais que necessitam de constante contato com nossos semelhantes. O medo e a ansiedade podem abalar a saúde mental pela overdose de informação, mas ainda pode causar alteração de humor, lapso de memória, estresse e até depressão. Para ajudar os nossos leitores, a coluna buscou orientações com o psicólogo Rogério de Carvalho. Segundo o profissional, neste momento é preciso se trabalhar a paciência para poder suportar a situação com as pessoas que estão conosco o tempo todo e exercitar a parceria, o diálogo e o acolhimento. “Manter o equilíbrio é fundamental neste momento”, orienta. Segundo o Dr. Rogério, a Síndrome do Confinamento terá um impacto maior nos jovens por ficarem mais reclusos e também pelo fluxo de informações na internet. “Neste momento é essencial trabalhar a tríade: saúde física, saúde mental e a saúde da alma”, finaliza.  

 

 

Jornalista Carolina Freitas

Cara nova

Na última segunda-feira (16), além do aniversário de Petrópolis, a jornalista Carolina Freitas celebrou os dois anos de sua série de reportagens sobre o comércio antigo petropolitano. Como parte das celebrações ela anunciou que seu site, o petropolisoblentes.com.br, está de cara nova! Carolina é uma das indicadas ao prêmio Maestro Guerra-Peixe de 2020, na Categoria Comunicação.

 

Passeio virtual I

Sem cinema, bares, restaurantes, compras ou encontros com parentes e amigos... Então o que fazer quando a ameaça do coronavírus nos obriga a levar uma vida reclusa? Uma saída possível, que associa internet e arte, está na aliança do Google Arts and Culture com mais de 2.500 museus e galerias do mundo que podem ser visitadas virtualmente e disponíveis para qualquer pessoa. A lista inclui instituições renomadíssimas, como o Metropolitan Museum of Art e o MoMA (The Museum of Modern Art), de Nova York, o Museu D’Orsay, de Paris, a National Gallery, de Londres, a Galeria Uffizi, de Florença, o Hermitage, de São Petersburgo, e o Pergamon, de Berlim.

 

Passeio virtual II

Já na relação de representantes brasileiros, além do Além do Museu Imperial de Petrópolis, figuram o Masp, a Pinacoteca de São Paulo, o MAM (Museu de Arte Moderna), o Museu Lasar Segall e o Centro Cultural São Paulo, na capital paulista, o MAM Rio, os Museus Castro Maia e o Projeto Portinari, no Rio de Janeiro, o Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, o Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, em Recife e Inhotim, em Brumadinho (MG). Gostou da dica? Acesse: https://artsandculture.google.com/

 

 



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