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  Polícia

Menina de 6 anos é estuprada pelo companheiro da avó


 Mais um caso de estupro de vulnerável está sendo investigado por policiais da 105ª DP (Retiro). Desta vez, a vítima se trata de uma criança de seis anos, que teria sido abusada pelo companheiro da avó, um homem de 29 anos. A família reside no Independência e o suspeito está foragido.

O crime teria acontecido na residência da avó materna, na Estrada do Contorno e foi descoberto porque a vítima chegou em casa com a calcinha do lado do avesso. Entranhando o fato, a mãe questionou a criança que, assustada, contou que o companheiro da avó havia praticado “atos libidinosos” com ela.

Policiais militares foram acionados e a vítima, junto com a mãe e a avó, foi levada para a delegacia. Vestígios de sêmen teriam sido encontrados na calcinha e na própria vítima.

A delegada Juliana Ziehe, titular da delegacia do Retiro, não deu detalhes do caso, disse apenas que está sendo investigada a “autoria delitiva”.

Maioria dos casos acontece em casa

Espaço de conforto, segurança e convívio familiar, a "casa" é para a maioria das crianças vítimas de violência sexual, local de risco, sofrimento e trauma. De acordo com a polícia, 70% dos casos de estupro registrados em Petrópolis  acontecem dentro de casa. A titular da 105ª DP, a delegada Juliana Ziehe, alerta para a importância da denúncia dos casos e destaca que deste montante, 70% das vítimas são menores de idade, normalmente meninas violentadas por parentes próximos - pais, padrastos, irmãos, avós, e outras pessoas que fazem parte do convívio da criança.

Dados do Instituto de Segurança Pública (ISP-RJ) apontam que em 2019 as duas delegacias de Petrópolis (105ª e 106ª DP) registraram juntas 126 casos de estupro - pelo menos 88 deles tendo como vítimas menores de idade. Nos primeiros seis meses deste ano mais 42 casos foram registrados - quase 30 deles envolvendo menores.

Sob responsabilidade da Secretaria de Assistência Social, o Nape-IJ (Núcleo de Atendimento Psicológico Especializado Infanto-Juvenil), atendeu no ano passado 258 crianças e adolescentes. Este ano o núcleo atendeu 57 novos casos, entre janeiro e 14 de agosto. Destes,  45 tendo meninas como vítimas e 12 casos  envolvendo meninos. De acordo com o NAPE, a maioria dos casos envolve crianças na faixa etária entre 11 e 15 anos.
Denúncias podem ser apresentadas diretamente nas delegacias da cidade, ou pelos telefones 2291-0816/whatsapp:9.9250-0697 (105ª DP); 2222-7094/Whatsapp:9.98163939; 2221-6892 ou pelas linhas disque 100 ou 180. 

 



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