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  Cidade
 

Movimento nas ruas não reaquece economia e comércio registra menos de 30% de vendas

Lojistas da Rua Teresa querem flexibilização das barreiras sanitárias

Jaqueline Ribeiro - Especial para o Diário

A grande quantidade de pessoas circulando nas ruas do Centro após o início da flexibilização, que permitiu a retomada de pelos menos 22 atividades, ainda não começou a reaquecer a economia da cidade. De acordo com o Sindicato do Comércio Varejista de Petrópolis nesta primeira semana com as portas abertas estabelecimentos registraram  menos de 30% de recuperação das vendas. - O retorno está sendo positivo em relação a vida estar retornando ao normal de alguma maneira, mas ainda notamos o movimento muito fraco.  A gente nota que aumentou o número de pessoas nas ruas, mas no comércio, ainda está bem fraco, com movimento bem abaixo da normalidade. Estamos com 20 a 30% do que é o fluxo normal - avalia o presidente do Sicomércio, Marcelo Fiorini, destacando que apesar do movimento nas calçadas, a maioria das lojas está vazia.  -  Por uma lado é bom pra não ter aglomeração, mas em termos de retomada econômica ainda o movimento ainda é bem lento - constata.

O presidente do Sicomércio destaca que as lojas se adequaram as normas sanitárias necessárias. - Todas que abriram estão utilizando álcool gel, têm cartazes com orientações para clientes, estão respeitando as restrições quanto ao número de pessoas, afastamento, todas as galerias também estão se adequando a estas medidas - destaca.

Em relação à retomada das atividades, na Rua Teresa a situação é ainda mais crítica. Tendo boa parte dos clientes vindos de outros municípios, lojistas amargam prejuízos e já se articulam em busca de uma reunião com o poder público pedir a flexibilização das barreiras sanitárias.

- As lojas da Rua Teresa reabriram na última segunda-feira, a partir da implementação da segunda etapa da fase de flexibilização do comércio na cidade. Foram 90 dias de lojas fechadas. A partir da reabertura, as lojas começaram a receber muitas mensagens de clientes que não conseguiram acesso à Rua por causa das barreiras sanitárias - destaca a presidente da Arte, Denise Fiorini, destacando que turistas movimentam 70% do total de vendas.

- A ARTE protocolou um pedido de flexibilização das barreiras para quem comprovar que vai comprar na Rua Teresa. Muitos revendedores foram impedidos de entrar na cidade durante a semana. Não é possível vender, sem clientes - afirma. A ARTE também solicitou uma reunião com o prefeito, mas o encontro ainda não foi marcado pelo executivo.

Questionada sobre as demandas da Associação de Lojistas da Rua Teresa, a Assessoria de Comunicação da Prefeitura informou que continuam valendo os decretos municipais, o que inclui a permanência dos controles sanitários.  A prefeitura disse ainda que até sexta-feira (19.06) o trabalho de fiscalização já fez com que 6,5 mil veículos retornassem para as suas cidades.



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