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  Cidade

Museu Imperial incluído em programa para segurança de bens tombados

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social anunciou o investimento na última sexta-feira

 

Philippe Fernandes, com informações da Agência Brasil

 

O Museu Imperial foi incluído em um programa desenvolvido pelo Banco de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para garantir a segurança de prédios históricos. No total, foram selecionados nove projetos, sendo seis no Estado do Rio de Janeiro. Serão investidos R$ 25 milhões. Esta ação foi uma das medidas tomadas pelo Governo Federal em 2018, após o incêndio que destruiu o Museu Nacional, na cidade do Rio.

Também foram incluídos, no Rio, o Palácio Itamaraty (escritório de representação do Ministério das Relações Exteriores); os museus Nacional de Belas Artes e Histórico Nacional; o Centro Cultural Sítio Roberto Burle Marx e a Fundação Casa de Rui Barbosa. Também tiveram projetos aprovados os museus Mariano Procópio, em Juiz de Fora; e o do Ouro, em Sabará - ambos em Minas Gerais. Em São Paulo, a Pinacoteca do Estado receberá novos investimentos.

De acordo com o BNDES, as propostas contemplaram a elaboração e a implantação de projetos executivos para modernização das instalações elétricas, além da implantação de sistemas de detecção, prevenção e combate a incêndio e pânico. Também constam dos investimentos sistemas contra proteções de raios.

 O incêndio no Museu Nacional

No dia 2 de setembro de 2018, uma tragédia marcou o Museu Nacional. Após curto-circuito em um aparelho de ar condicionado, o fogo consumiu toda a estrutura do maior museu de história natural do Brasil - com um acervo de 20 milhões de itens, como fósseis, múmias, peças indígenas e livros raros.

A tragédia gerou comoção nacional e chamou a atenção para a questão da preservação dos bens tombados e históricos. A linha de financiamento do BNDES foi uma das principais ações neste sentido.

 Outras ações para preservar a memória

Além de receber estes recursos do BNDES dentro do programa de proteção ao patrimônio, o Museu Imperial tem outra linha de investimento: um financiamento coletivo para a digitalização de todo o acervo. A primeira meta do programa de crowdfunding "Museu Imperial: Acervo sem Fronteiras", que inclui os 300 mil itens do espaço, está no ar desde novembro e bateu a sua primeira meta no dia 25 de dezembro. O projeto também tem parceria com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social: é o projeto Matchfunding BNDES+, voltado para projetos culturais. Funciona assim: para cada R$ 1 doado, R$ 2 são investidos.



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