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  Cidade

Ônibus do Chapa Quatro estão trafegando com excesso de passageiros

Segundo moradora, problema se deve ao trajeto que o ônibus realiza

Camila Caetano – especial para o Diário

 

 

As condições do transporte público durante a pandemia é um assunto que vem sendo bastante discutido. Isto porque se os cuidados não forem tomados, os ônibus podem acabar se transformando num centro de propagação do vírus. Nesta última sexta-feira, a prefeitura publicou o Diário Oficial com a nota técnica do Departamento de Vigilância em Saúde, que diz sobre a operação de ônibus na cidade. Dentre as recomendações, as principais dizem respeito à capacidade do ônibus (que é 100% de pessoas sentadas, e uma em pé a cada 2m²), sobre a obrigatoriedade do uso de máscaras, disponibilização de álcool em gel, e da circulação de ar dentro dos mesmo.

No entanto, moradores da região conhecida como “Chapa Quatro", no Valparaíso, relatam que têm passado dificuldades para ir trabalhar, por causa trajetos dos ônibus que operam na comunidade, e na Rua Dr.Thouzet, que fica próximo dali. De acordo com denúncias, existem três linhas de ônibus da Petro Ita que operam nos locais, são elas: 209, 406 e 439.

A linha 209 atende principalmente a região do Chapa Quatro, contudo, por ser Via Dr.Thouzet, algumas aglomerações têm se formado nele, principalmente em horários de picos.

- O 209 é o ônibus que opera no Chapa Quatro. Entretanto, antes dele passar aqui, ele tem que passar pelo Dr.Thouzet. Como este é único ônibus que atende a comunidade inteira, quando chega no Chapa Quatro, está sempre cheio. O 406 e 439 não passam pelo bairro todo, fazendo com que muitos moradores tenham que andar a pé – diz Cleidiane Rosa, uma moradora do local que costuma utilizar o coletivo de 5h50 para ir trabalhar.

Providências

Em nota, a prefeitura informou que sistema de transporte público está operando com 60% da oferta em relação ao dia útil normal, pois, a demanda de passageiros evoluiu, após as fases de abertura, 20% abaixo da previsão. No atual estágio estão sendo transportados 42% menos passageiros em relação ao período anterior a pandemia.

A CPTrans também reforçou que atua apurando todas as reclamações recepcionadas por meio de pesquisa de ocupação dos veículos desenvolvida pela equipe de controladores de operação, que estão lotados nos terminais e em alguns pontos da cidade. Além disso, caso exista a necessidade, são feitas adequações pontuais. É importante esclarecer que os ônibus podem transportar pessoas em pé, no total de 2 passageiros por m² da área útil. O órgão também falou que muitas das reclamações ocorrem pois os usuários acham que não é permitido o passageiro viajar em pé.

A Petro Ita informou que está avaliando a possibilidade de aumento da oferta para a região até o início da próxima semana. O Setranspetro ressalta que a operação dos ônibus em Petrópolis continua acontecendo de forma dinâmica e adequada à demanda do momento, seguindo o plano de abertura gradual das atividades econômicas e sociais da cidade.

Todas as empresas estão atentas e preparadas para efetuar adaptações diárias e semanais, tendo como objetivo garantir a circulação dos ônibus.

De acordo com as recomendações sanitárias do Departamento de Vigilância em Saúde de Petrópolis, os ônibus no município podem ter 100% dos assentos ocupados, além de ser permitida a quantidade de dois passageiros em pé por cada metro quadrado, que é equivalente a 33% da capacidade de passageiros em pé no espaço sem assento.

 



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