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  Saúde

Ortopedia já atende na Traumacenter, HAC e no HMNSE

 Metade da equipe já atua no HMNSE e consultas são feitas em mais dois locais

            Com previsão de regularização a partir de quarta-feira (06.02), ambulatório de ortopedia do Hospital Municipal Nelson de Sá Earp (HMNSE) já retomou parte dos atendimentos nesta segunda-feira (04.01). Três médicos voltaram às atividades, cumprindo a escala determinada de 20 horas semanais, divididas em três turnos, durante os períodos da manhã e da tarde. Em paralelo, a Secretaria de Saúde mantém a estratégia de remanejamento de consultas para a clínica particular, Traumacenter, contratada emergencialmente e para o ambulatório do Hospital Alcides Carneiro (HAC).

A paralisação dos médicos ortopedistas do HMNSE teve início o dia 28 de janeiro, quando após uma auditoria interna, a secretaria determinou que os profissionais cumprissem a carga horária determinada. A Secretaria de Saúde exige que sejam cumpridas 20 horas de atendimento por semana, podendo ser divididas em turnos, pela manhã e tarde, em um total de 80 horas. A auditoria interna casos em que médicos recebiam por plantões de 24 horas, mas o período de trabalho somava de 3 a 4 horas na semana. 

Nesta terça-feira (04.02), pacientes que estavam agendados já começaram a ser remanejados para ao atendimento na clínica contratada e no HAC. Nestes locais a estimativa é de que sejam realizadas 500 consultas mensalmente. No HMNSE, essa semana, já será possível a realização de 135 consultas. Até que a situação no HMNSE se normalize, as consultas que estavam agendadas e os pacientes que estavam em espera serão direcionados para a Traumacenter. A clínica foi contratada pela Secretaria de Saúde, por um período de 90 dias.

            “Tomamos a medida necessária, emergencialmente, para que os pacientes não sejam prejudicados com a paralisação dos médicos”, destaca o prefeito Bernardo Rossi. A estratégia para dar continuidade aos atendimentos de ortopedista foi implantada semana passada pela Secretaria de Saúde. A medida se fez necessária após os médicos do ambulatório do HMNSE paralisarem as atividades por discordarem das determinações de carga horária estabelecidas pelo setor.

            A secretária de Saúde, Fabíola Heck considera que a estrutura emergencial vai atender a demanda e ainda vai contribuir para a redução de pacientes em espera por atendimento. Mesmo com a retomada das atividades no ambulatório do HMNSE, prevista para esta quarta-feira (06.02), o contrato com a clínica particular será mantido para reduzir a fila de espera por consultas. “Vamos oferecer cerca de 500 consultas mês com esse remanejamento dos atendimentos. Tínhamos uma demanda de cerca de 600 consultas mês no HMNSE e temos pacientes em espera, então vai ser necessário compor esse quadro de oferta de consulta para atender os usuários”, destaca a Fabíola, reforçando que com a retomada dos atendimentos no ambulatório, mais o remanejamento dos pacientes na clínica particular e no HAC, vai ser possível atender os pacientes que perderam suas consultas e ainda acelerar a realização das consultas em espera.

            O quadro médico do ambulatório do HMNSE está sendo reformulado e segundo a secretária, após a reformulação será estudada necessidade de contratação de profissionais do mercado para compor a equipe. “Vamos redimensionar a equipe e se eu não tiver o profissional concursado para fazer o horário no ambulatório, aí vamos recorrer à contratação de outros profissionais que aceitem cumprir a regra da secretaria, que é de cumprir 20 horas semanais”, reforça a secretária. Para que o quadro de profissionais do ambulatório funcione de forma completa, são necessários 6 médicos para o cumprimento da carga horária.

            A paralisação dos médicos ortopedistas do HMNSE teve início o dia 28 de janeiro, quando após uma auditoria interna, a secretaria determinou que os profissionais cumprissem a carga horária determinada. A Secretaria de Saúde exige que sejam cumpridas 20 horas de atendimento por semana, podendo ser divididas em urnos, pela manhã e tarde, em um total de 80 horas. A auditoria interna casos em que médicos recebiam por plantões de 24 horas, mas o período de trabalho somava de 3 a 4 horas na semana. 



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