Edição anterior (1748):
sábado, 24 de agosto de 2019
Ed. 1748:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1748): sábado, 24 de agosto de 2019

Ed.1748:

Compartilhe:

Voltar:


  Aedes aegypti

Petrópolis registra primeiros casos de zika em 2019

 

Foram 15 casos da doença contabilizados; no entanto, LIRAa caiu em três meses

Wellington Daniel

A Prefeitura divulgou nesta semana um novo levantamento sobre doenças causadas pelo Aedes aegypti. De acordo com o município, foram 473 casos de chikungunya, 22 de dengue e 15 de zika. É a primeira vez que casos de zika aparecem no levantamento neste ano. Até julho, o governo informava que não havia casos da doença registrados na cidade em 2019.

O número de chikungunya ainda continua sendo o maior; em relação ao ano passado, o aumento foi de 5155%. Em 2018, foram registrados nove casos. Segundo o município, as regiões com maior incidência da doença atualmente são: Corrêas, Itaipava, Madame Machado, Meio da Serra e Vila Rica.

Já os casos de dengue apresentaram aumento de 175% em relação ao ano passado, quando foram contabilizados oito casos.

A Prefeitura informou de forma incorreta ao Diário de Petrópolis, no dia 26 de julho, que a cidade teria registrado 490 casos da doença chikungunya. O mesmo aconteceu com o número de casos de dengue, que à época, foi informado que seriam 40. O município explicou que os dados de julho eram referentes aos casos suspeitos. Já os números divulgados na última quarta-feira (21) são dados confirmados.

Ainda segundo o executivo, o último Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (LIRAa), que identifica as áreas com foco, concluído neste mês, aponta que o índice de infestação predial caiu, ficando em 0,19%. Neste levantamento, 4.832 imóveis foram avaliados nos cinco distritos. Antes deste, o último LIRAa havia sido realizado em maio: 0,95%.

A Coordenadoria de Vigilância Ambiental do município informou que faz visitações domiciliares diariamente, da 8h às 17h, para o combate do mosquito em diversas regiões, seguindo os critérios LIRAa. O órgão informa que “os agentes dão orientações sanitárias aos moradores, identificam e destroem, quando possível, os depósitos de larvas”.

Estado também com aumento de casos

O estado do Rio de Janeiro também registrou aumento nos casos de dengue e chikungunya. Diferente de Petrópolis, o maior aumento percentual foi da dengue, com 140,4%. De janeiro a 20 de agosto, foram 31.453 ocorrências da doença, contra 13.081 no mesmo período do ano passado.

No caso da chikungunya, foram 76.035 casos no período contra 34.580 no mesmo intervalo de tempo do ano passado. O aumento percentual foi de 119,8%. Já a zika teve queda de 27,8%, o que representa 2.173 infectados em 2018 contra 1.567 em 2019.

A Secretaria Estadual de Saúde (SES) afirmou que vem realizando diversas ações no combate ao Aedes aegypti, dentre elas, a campanha “Atitude contra o mosquito”. O médico da pasta, Alexandre Chieppe, também lembra a importância da participação da população no combate ao mosquito.

- Parece pouco, mas dez minutos por semana é tempo suficiente para que uma pessoa olhe todos os possíveis focos do mosquito na sua residência. A vistoria deve acontecer em caixas d’água, tonéis, vasos de plantas, calhas, garrafas, lixo e bandejas de ar-condicionado. Com essas medidas de prevenção, é possível evitar a proliferação do Aedes aegypti – explicou.



Edição anterior (1748):
sábado, 24 de agosto de 2019
Ed. 1748:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1748): sábado, 24 de agosto de 2019

Ed.1748:

Compartilhe:

Voltar:







Rua Joaquim Moreira, 106
Centro – Petrópolis – RJ
Cep: 25600-000

ABRAJORI – Associação Brasileira dos Jornais do Interior