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  Aedes aegypti

Petrópolis registrou aumento expressivo no número de doenças causadas pelo Aedes aegypti

Wellington Daniel, com informações da Agência Brasil

 

Petrópolis registrou aumentos expressivos no número de doenças causadas pelo Aedes aegypti. Segundo dados da Prefeitura, apenas até novembro, foram confirmados 655 casos de febre chikungunya e 31 casos de dengue contra nove registros e oito, respectivamente, no ano passado. As notificações de zika também cresceram: de apenas dois casos para sete.

A preocupação é com a chegada do período chuvoso, onde os casos costumam aumentar. Segundo a Prefeitura, as ações de combate ao mosquito são permanentes. O executivo afirma que realiza visitas com orientação, destruição de criadouros e aplicação de larvicidas. Somente neste ano, foram 6.405 imóveis visitados.

Cemitérios, ferros velhos e outros locais considerados estratégicos também passam por vistorias. Por cinco vezes ao ano, o município ainda promove o Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa). A Prefeitura pede que a população tire um tempo para identificar e eliminar os focos.

- A orientação é para que a população ponha em prática os 10 Minutos Contra a Dengue, identificando e eliminando os criadouros de mosquitos em suas residências – diz a nota.

O estado do Rio de Janeiro registra, de janeiro até o dia 5 de novembro, 84.197 casos de chikungunya, com 56 mortes, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES). A pasta informa ainda que foram 31.807 notificações de dengue e 1.514 de Zika. Estas duas não tiveram registros de óbitos. A pasta, no entanto, não respondeu sobre ações de combate no estado.

Nacional

No início do mês, o ministério da Saúde alertou que as mortes em decorrência da dengue aumentaram quase cinco vezes em relação ao ano passado. Foram 128 óbitos em 2018 contra 689 até 12 de outubro. Outra preocupação é com a volta do sorotipo 2 da doença.

- Tivemos a reentrada do sorotipo 2, há dois anos, e no ano passado isso fez um estrago muito grande no estado de São Paulo, na região de Bauru. Depois a dengue reentrou por Goiás, Tocantins – foi um número muito grande de casos, porque o sorotipo 2 havia muitos anos não circulava no Brasil, então agora ele volta com força total – afirmou o ministro Luiz Henrique Mandetta à Agência Brasil.

Procurado, o Ministério da Saúde afirmou que realizada todos os anos a campanha de combate ao mosquito, que foi antecipada para setembro em 2019. O Ministério reforçou que é necessário um combate constante ao Aedes aegypti durante todo o ano.



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