Edição anterior (2574):
quinta-feira, 25 de novembro de 2021
Ed. 2574:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (2574): quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Ed.2574:

Compartilhe:

Voltar:


  Mulher

Petrópolis terá 16 dias de programação especial pelo fim da violência contra a mulher   

Evento, realizado em mais de 150 países, acontece entre os dias 25 de novembro e 10 de dezembro e prevê uma série de atividades na cidade

  

Foto: Pixabay

 

Teve início nesta quarta-feira (25) a campanha “16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra a Mulher”, com o intuito de conscientizar e fomentar ações de combate à violência doméstica no município. A ação nasceu da Lei 8189/2021, de autoria do vereador Eduardo do Blog e prevê diversas atividades como palestras, ações sociais e um curso específico para policiais militares, visando a capacitação no enfrentamento a violência contra a mulher.

O evento contará com as participações da Coordenadoria Especial de Articulação Institucional, de equipes do Centro de Referência em Atendimento à Mulher, do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (Comdim) e do Gabinete da Cidadania.  O encerramento acontece no dia 10 de dezembro, na Praça da Liberdade com um grande evento.

 

“Os números de violência doméstica não param de aumentar em todo o país e em Petrópolis não é diferente. Esperamos com esse evento, que inclusive passará a fazer parte do Calendário Oficial de Eventos do Município, trazer cada vez mais conscientização sobre este tema tão urgente que é a violência, em todas as suas formas, contra a mulher,” declarou o autor da lei, vereador Eduardo do Blog.

 

Números alertam para a escalada a violência doméstica

O isolamento social por conta da pandemia de Covid-19 fez os números de violência doméstica dispararem neste período. As residências, ao invés de locais de conforto e segurança viraram para muitas mulheres, palcos de agressões de todo tipo. Em Petrópolis, o Centro de Referência em Atendimento à Mulher (CRAM) atendeu somente em 2021, 1.500 mulheres: o maior número de atendimentos desde a criação da instituição, em 2007,  de acordo com a coordenadora Ana Luiza Franco.

Também foram expedidas no município, somente nos últimos 13 meses, mais de 400 medidas protetivas para mulheres em situação de risco de violência, segundo informação do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

No cenário nacional os números são igualmente dramáticos: o país registrou, no ano de 2020, 1.350 casos de feminicídio, ou um a cada seis horas e meia, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

 



Edição anterior (2574):
quinta-feira, 25 de novembro de 2021
Ed. 2574:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (2574): quinta-feira, 25 de novembro de 2021

Ed.2574:

Compartilhe:

Voltar: