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  Chuvas

Planejamento para ações no outono-inverno começarão em março

Até lá, Defesa Civil permanece atenta as ocorrências de chuvas na cidade

Wellington Daniel/Arquivo e Alejandro Carriles

 Na foto o exato momento em que uma árvore de grande porte cai sobre os carros

Os moradores de Petrópolis já estão acostumados: no período primavera-verão, os noticiários sempre abordam os problemas das chuvas fortes. Já no outono-inverno, as notícias frequentes são relacionadas a queimadas. Por isso, a Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias precisa trabalhar com estes dois pontos ao longo do ano, seja com planejamento ou ações efetivas.

Em entrevista ao Diário, o secretário, tenente-coronel Gil Kempers, informou que o planejamento para as ações no período outono-inverno, que costuma registrar menos chuva, começará em março. O outono começa no dia 20 do próximo mês. Já o inverno, chegará em 21 de junho. Até lá, as atenções continuam voltadas aos índices pluviométricos.

- Vamos começar a conversar com os demais órgãos a partir de março. A gente para com o período de ocorrências relacionadas às chuvas. Hoje, reforçamos todas as equipes. Por exemplo, temos duas equipes diárias para atendimento funcional, de primeira resposta e de engenharia. Neste período de chuvas, por exemplo, hoje que temos previsão de chuva e com histórico nos últimos dias, duplicamos essa capacidade operacional – explicou.

 

Trabalho em conjunto

A conversa com os demais órgãos é porque a relação de parceria da Defesa Civil com outras áreas tem resultado em resultados positivos durante o período chuvoso. De acordo com o secretário, as respostas à comunidade estão sendo mais ágeis através da parceria das secretarias de Obras, Serviços, Segurança e Ordem Pública, Meio de Ambiente, além da Comdep e CPTrans, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.

Como exemplo, o Kempers cita o caso da árvore que caiu no pátio do Hortomercado no feriado do dia 16 de fevereiro. Segundo ele, a queda ocorreu por volta de 15h e, por volta de 20h, os galhos e o tronco já tinham sido totalmente retirados. Além disso, a própria Defesa Civil trabalha para agilizar o atendimento de vistorias e zerar a fila de espera, que vem do ano passado.

- Estamos procurando fazer algo que é muito importante, que é dar a resposta às demandas no mesmo dia. Toda ocorrência que entra, as equipes dão atendimento no mesmo dia. Isso é mudança considerável, pois tinha uma reclamação que as vistorias demoravam dois, três dias para acontecer – afirmou.

 

Reforço das equipes e melhorias

Para realizar os trabalhos necessários, a Defesa Civil ganhou um reforço nas equipes nos últimos meses. Foram contratados três profissionais de engenharia civil e também meteorologista, geóloga, técnico de edificações e geógrafo. Além disso, quatro viaturas que estavam inoperantes voltaram a ficar disponíveis para atendimentos após manutenção, duas tiveram pequenos reparos e três administrativas foram colocadas à disposição.

- Hoje em dia, trabalhamos com manutenção preventiva. Todos os dias são feitas as manutenções e aquelas que apresentam pequenos defeitos, pequenas avarias, já são reparadas, para que a viatura consiga trabalhar da melhor maneira possível, sem que fique inoperante – disse o secretário.

O secretário também afirmou que, nos próximos dias, estarão disponíveis inscrições para voluntários. Há, ainda, um convênio entre a Defesa Civil e as faculdades que prevê um programa de estágio no órgão, em áreas como administração, engenharia, recursos humanos, meio ambiente, dentre outras.

- Esses estágios serão não remunerados. Fazem parte da formação do aluno na sua graduação ainda. É uma parceria, um convênio firmado entre a Defesa Civil e as faculdades – afirmou.

 

Parceria com as comunidades

O secretário também anunciou que fará a reativação nos locais que já possuíam e criação de Núcleos de Defesa Civil (Nudec) nas comunidades. O objetivo é fortalecer a cultura de defesa civil, para que as pessoas estejam mais preparadas e mais resilientes. O próprio Kempers tem buscado se aproximar das comunidades, através de grupos de whatsapp, por exemplo.

- É importante saber que a Defesa Civil, se não estiver próxima da comunidade, que é onde efetivamente será prestado o primeiro atendimento, perde um pouco a função de existir. A gente tem buscado esse trabalho porque existe uma condição de risco de escorregamento nas comunidades com e sem sirenes. Aquelas que possuem o equipamento, já tem uma atenção especial, por serem classificadas como risco mais alto de escorregamento, mas você não exclui as outras comunidades do risco de escorregamento, só que um pouco menor – disse.



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