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  Economia
 

Preço da gasolina cai 7,1% em um mês

Etanol e diesel S10 também registraram baixa; já o diesel subiu 1%

Wellington Daniel, com informações da Agência Brasil

O preço da gasolina caiu 7,1% nos postos de combustíveis de Petrópolis. É o que aponta uma pesquisa da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na primeira semana da pesquisa, entre os dias 12 e 18 de abril, o valor do litro de combustível era vendido em média por R$ 4,930 na cidade. Já entre os dias 3 e 9 maio, o valor caiu para R$ 4,579.

Na comparação entre as duas últimas semanas da pesquisa, também houve redução, de 3,8%. Entre os dias 26 de abril e de maio, o petropolitano abastecia o seu automóvel pagando, em média, R$ 4,579 pelo litro da gasolina.

O etanol também registrou uma redução acentuada em um mês: de 5,7%. Era vendido a R$ 3,969, em média, na primeira semana do levantamento e caiu para R$ 3,743. Comparando as duas últimas semanas, a queda foi de 3,6%. 

Diesel e GNV

O GNV não registrou mudanças de preço. Manteve a média de R$ 3,444. Já o diesel S10, caiu pouco: 0,4% em um mês (de R$ 3,597 para R$ 3,581). Entre as duas últimas semanas, a queda foi ainda menor, de apenas 0,2%.

Já o diesel teve alta no período: 1%. Foi de R$ 3,429 para R$ 3,466. Entre as duas últimas semanas da pesquisa, a elevação do preço foi de 2%.

Refinarias

Nas refinarias, a gasolina e o diesel já acumulam redução de 41,3% e 44,1% no ano, respectivamente. No entanto, nas últimas semanas, a Petrobras já anunciou dois aumentos: de 12% no dia 7 e de 10% no dia 14.

As altas devem chegar em breve aos postos. Como apontado nos casos de redução, a atualização dos preços leva um tempo até chegar ao consumidor final. A Petrobras também explica que a gasolina e o diesel que chegam aos postos são diferentes dos encontrados em refinaria. Para os postos, são acrescentados biocombustíveis.

Ainda de acordo com a estatal, o preço destes combustíveis segue o mercado internacional.

- Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos – diz a nota da empresa



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