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Prefeitura busca apoio do governo federal para o Ingá, na Posse

O município busca recursos humanos e financeiros para recuperar o local afetado pelo rolamento de blocos rochosos

 O prefeito Bernardo Rossi solicitou uma audiência com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Henrique Canuto, na busca de recursos humanos e financeiros que possam auxiliar o município no processo de recuperação da região do Ingá, na Posse.  O pedido, também encaminhado ao presidente Jair Bolsonaro, solicita que sejam estudados procedimentos que devem ser adotados no maciço rochoso, que permanece instável e com riscos de novos desplacamentos. Desde o dia 22 de janeiro – data em que houve o rolamento das pedras no local – a prefeitura mantém equipes na Posse atendendo os moradores. São 41 residências interditadas e todos estão orientados a permanecer em casas de parentes – por questão de segurança.

“A prefeitura mantém equipes da Defesa Civil e da Assistência Social prestando apoio às famílias que foram afetadas pelo rolamento de pedras. Com o apoio do governo federal, vamos definir as medidas a serem adotadas. Estamos ouvindo as demandas da população e queremos indicar as respostas o quanto antes”, destaca o prefeito Bernardo Rossi.

A prefeitura também quer apresentar ao governo federal  os relatórios elaborados pelos técnicos da Secretaria de Defesa Civil e Ações Voluntárias e do Departamento de Recursos Minerais do Estado do Rio de Janeiro (DRM-RJ) sobre o caso para o governo federal. A principal preocupação do governo municipal é com a vida dos moradores, já que os estudos indicam que existe a possibilidade de novos desplacamentos.

“Desde a semana passada, colocamos técnicos e agentes operacionais monitorando o maciço rochoso e acompanhando os moradores na mudança, com o apoio de um veículo. É importante ressaltar que a área está interditada e que colocamos como prioridade a vida das pessoas", explica o secretário de Defesa Civil e Ações Voluntárias, coronel Paulo Renato Vaz.

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Posse permanece como local de referência para o cadastro das famílias afetadas. Até o momento, a Secretaria de Assistência Social cadastrou 27 famílias - 61 pessoas.  As quatro famílias que se enquadram no perfil para aluguel social já foram atendidas pela pasta.

“É fundamental que os moradores afetados procurem o Cras da Posse e façam seu cadastro. Também estamos disponibilizando material de higiene e cestas básicas caso a população solicite. A ideia é minimizar os prejuízos e o sofrimento das famílias com a ajuda humanitária", garante Denise Quintella, secretária de Assistência Social.



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