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Presidente do Instituto Histórico alerta para especulação imobiliária

 

Durante a entrega dos títulos de cidadania petropolitana, que aconteceu na última sexta-feira no Palácio Quitandinha, a presidente do Instituto Histórico de Petrópolis (IHP), Maria Argon, ressaltou a importância de a sociedade estar atenta para a questão da especulação imobiliária, e dos riscos que ela causa para o desenvolvimento sustentável e a preservação do patrimônio histórico da cidade.


- As cidades não são estáticas, são fascinantes pela sua dinâmica. Mas o que importa é que a gente precisa respeitar alguns valores básicos, e a questão da especulação imobiliária precisa ser pensada, para que a cidade evite novas perdas – afirmou, citando o exemplo da Casa Franklin Sampaio, localizada no Centro Histórico, que foi deteriorada com o abandono.


Para a presidente do Instituto Histórico, o resgate das memórias vai além da preservação daquilo que restou.


- As comemorações do aniversário de Petrópolis são oportunidades de rememorar o que está na consciência dos grupos, transformando em memória histórica, a revalorização do que o petropolitano viveu e construiu em períodos anteriores. O passado é uma das menções mais importantes para a construção das cidades.
Durante seu discurso no evento promovido pela Câmara Municipal, Maria Argon conclamou a todos para assumir as responsabilidades pela valorização de cada um dos bens da cidade.


- É preciso estar atento às memórias coletivas que estão vivas no cotidiano atual da cidade. Petrópolis também tem que preservar aquilo que sobreviveu e evitar novas perdas. Desde o século 19 se descobriu que a imagem urbana é uma mercadoria que pode gerar grandes lucros, notadamente com o turismo. A Câmara, com esse prêmio, reconhece quem colabora com o desenvolvimento da cidade. Reconhecemos o legado que nos foi deixado e a importância do passado. O IHP espera que cada um assuma a responsabilidade pela valorização de cada um dos bens – lembrou.


A questão da especulação imobiliária foi retratada pelo Diário de Petrópolis há um mês. A construção de diversos espigões sem planejamento adequado e contrapartidas por parte do poder público gerou problemas de infraestrutura e mobilidade urbana. Somente na região de Itaipava, segunda menor área entre os cinco distritos do município, houve um aumento populacional de 42,39% nas últimas três décadas.

 



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