Edição anterior (1638):
segunda-feira, 06 de maio de 2019
Ed. 1638:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1638): segunda-feira, 06 de maio de 2019

Ed.1638:

Compartilhe:

Voltar:


  PROCON

Procon denuncia dona de casa de festas por estelionato

Cancelamentos em cima da hora, oferta de serviços inferior ao contrato são alguns dos problemas relatados pelos clientes


 O Procon Petrópolis acaba de prestar notícia-crime contra a proprietária de três casas de festa por crime de estelionato. Recorrentes denúncias no órgão de defesa do consumidor dão conta de que eventos contratados previamente não são realizados  ou, sequer, são feitas. O problema é que a responsável além de não promover o que foi acordado também não devolve o dinheiro, gerando prejuízos, conforme prevê o artigo 171 do Código Penal.

Foi assim com a cabelereira Amanda Loureiro de Melo, que viu o sonho da festa de um ano do filho virar uma verdadeira dor de cabeça. Ela fechou o contrato em novembro do ano passado e a festa deveria acontecer no dia 27 de janeiro, o que não ocorreu. Amanda conta que vinha mantendo contato constantemente para saber como estava indo os preparativos para a festa, mas só quatro dias antes do aniversário do pequeno Antony, a responsável pelo evento disse que o horário previamente combinado estava disponibilizado para outra pessoa.

“Combinados a data via WhatsApp e ela disse que estava tudo ok, mas faltando quatro dias para a festa ela disse que tudo o que foi combinado pelo aplicativo não era válido. O que aconteceu depois disso foi ainda mais estressante: meu filho ficou sem a festa e eu precisei desconvidar 75 pessoas que já estavam se programando para ir à festa. Por conta de toda a dor de cabeça não consegui nem fazer um bolinho em casa para o meu filho. Uma situação lamentável que só piorou com o passar do tempo”, conta Amanda.

A consumidora relata que ao pedir o ressarcimento dos quase R$ 2 ml pagos pela festa chegou a ser ameaçada. “Ela disse que eu não sabia com quem estava lidando, que não devolveria o dinheiro. A situação chegou a um ponto que precisei prestar queixa na delegacia por conta das ameaçadas dela. É muito triste ver um momento que deveria ser de alegria ser transformado num problema dessa magnitude”, lamenta.

A denúncia encaminhada à 105ª Delegacia de Polícia, pelo coordenador do Procon, Bernardo Sabrá, toma como base o artigo 171 do Código Penal, por crime de estelionato, que tem como punição reclusão de cinco anos e multa. No documento entregue à polícia, o órgão esclarece que apesar das tentativas de resolução, a denunciada se recusou a prestar esclarecimento aos reclamantes e à equipe do órgão, além de tratar com desrespeito as pessoas que solicitaram informações sobre os casos.

O Diário procurou a responsável e as empresas, mas não obteve resposta até o fechamento desta edição.



Edição anterior (1638):
segunda-feira, 06 de maio de 2019
Ed. 1638:

Capa

Compartilhe:

Voltar:

HOJE

Edição anterior (1638): segunda-feira, 06 de maio de 2019

Ed.1638:

Compartilhe:

Voltar:







Rua Joaquim Moreira, 106
Centro – Petrópolis – RJ
Cep: 25600-000

ABRAJORI – Associação Brasileira dos Jornais do Interior